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Pick-upau integra Pacto da Mata Atlântica
ONG atua em reflorestamentos, produção florestal, pesquisa e políticas públicas

15/11/2011 - A Agência Ambiental Pick-upau passa a integrar o Pacto da Mata Atlântica, uma união entre instituições públicas, empresas, governos e organizações não governamentais, que visa juntar esforços para a preservação, conservação e manutenção da biodiversidade da Mata Atlântica. O Pacto pretende recompor 15 milhões de hectares até 2050.

Reprodução

Veja as categorias onde a Agência Ambiental Pick-upau tem atuação:

Executor de projeto de restauração
Organizações que realizam projetos de recuperação florestal, tais como regeneração natural, plantio direto ou enriquecimento de espécies. As instituições devem estar dispostas a atender as exigências e procedimentos delineados pelo Conselho de Coordenação do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica.

Centro de pesquisa e de difusão
Instituições que promovam estudos científicos ou desenvolvam ações para a disseminação do conhecimento relacionado à recuperação dos ecossistemas da Mata Atlântica ou outras atividades relacionadas, como faculdades, universidades, centro de pesquisa ou centros de formação. Como pré-requisito para a instituição vir a ser signatário do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica como um Centro de Pesquisa e de Difusão, é necessário que esteja desenvolvendo e disponibilizando algum tipo de conhecimento para, ou em conjunto com um signatário e/ou ações gerais do movimento atendendo as exigências mencionadas.

Formulador de políticas públicas
Organizações que agem ou promovem debates para preparação de leis, normas ou programas referentes à regeneração da Mata Atlântica. Pode ser tanto órgãos governamentais como não-governamentais (fóruns, conselhos ou secretarias governamentais). A instituição deve estar comprometida com a discussão e formulação de leis, normas ou programas que gerem benefícios à recuperação além de possuir os requisitos acima.

Produtor de sementes e mudas
Instituições que atuem na recuperação florestal da Mata Atlântica através da produção de sementes e de mudas nativas.

Sobre o Pacto da Mata Atlântica
Hoje a Mata Atlântica encontra-se altamente fragmentada restando pequenos remanescentes espalhados pelo país e continua sofrendo cada vez mais com a degradação, fato que torna praticamente impossível a conservação dos seus ciclos naturais do fluxo gênico e dos serviços ambientais fornecidos pela floresta. Por isso é necessário que se priorizem políticas, programas e projetos em grande escala direcionados exclusivamente à restauração deste bioma.

Por conta disto, criou-se o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, objetivando reunir instituições públicas e privadas, governos e empresas, com a finalidade de agregar esforços e recursos para obtenção de resultados na conservação da biodiversidade, geração de trabalho e renda na cadeia produtiva da restauração, manutenção, valoração e pagamento de serviços ambientais e adequação legal das atividades agropecuárias nos 17 estados do bioma.

O Pacto pela Restauração da Mata Atlântica tem como meta a reconstituição florestal de 15 milhões de hectares até meados de 2050, que serão distribuídos em projetos anuais aprovados pelo seu Conselho de Coordenação.
http://www.pactomataatlantica.org.br

Divulgação/Pick-upau

Vista do viveiro do Refazenda na Terra Indígena Tenonde Porã.

Sobre o Pick-upau
O Pick-upau é uma organização não-governamental sem fins lucrativos de caráter ambientalista 100% brasileira dedicada à preservação e a manutenção da biodiversidade do planeta. Fundada em 1999, por três ex-integrantes do Greenpeace-Brasil e originalmente criada no Cerrado brasileiro, tem sua base, próxima a uma das últimas e mais importantes reservas de mata atlântica da cidade São Paulo, a maior metrópole da América Latina. Por tratar-se de uma organização sobre Meio Ambiente, sem uma bandeira única, o Pick-upau possui e desenvolve projetos em diversas áreas ambientais. Saiba mais: www.pick-upau.org.br

Sobre o Projeto Refazenda
O Projeto Refazenda é uma iniciativa do Pick-upau, uma organização não-governamental sem fins lucrativos de caráter ambientalista, 100% brasileira, em parceria com empresas, fundos, governos e a Aldeia Guarani Tenonde Porã. O programa tem entre seus principais objetivos a produção de mudas nativas da mata atlântica, como forma de fomento da economia da comunidade indígena beneficiada e o aumento da oferta de produtos florestais destinados a recuperação e ampliação da cobertura vegetal de um dos biomas mais ameaçados do país, a Mata Atlântica. Saiba mais: www.refazenda.org.br

Sobre o Projeto Darwin
O “Projeto Darwin” tem como principais características conhecer e divulgar os atributos naturais e culturais dos Biomas Brasileiros, com ênfase na Floresta Atlântica Tropical, incluindo áreas particulares, Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Além dos inventários biológicos das espécies predominantes da fauna e da flora (pesquisa), há o compromisso de sensibilizar o maior número de pessoas possíveis para tornar viável o desenvolvimento sócio-econômico das regiões inseridas no projeto e a preservação do ambiente. Outro aspecto relevante e diferencial do Projeto Darwin é o envolvimento de comunidades tradicionais como a Aldeia Guarani Tenonde Porã. Acesse: www.darwin.org.br

Da Redação
Fotos: Reprodução/Divulgação

 
 
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