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Voluntários
do Pick-upau assistem espetáculo de graça |
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Voluntários, filiados e convidados
especiais do Pick-upau ganharam convites para o espetáculo
“Fuerzabruta Brasil” e foram até o Parque Villa-Lobos
conferir a atração de graça. Os internautas
receberam o e-mail promocional do evento e responderam
qual ONG “Faz você entender o Meio Ambiente por
inteiro”. A promoção foi uma parceria com
a Secretaria Estadual de Meio Ambiente de São Paulo.
Veja
mais!
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Pick-upau/Emerson
Maia |
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Espetáculo
"Fuerzabruta Brasil" no Parque Villa-Lobos,
em São Paulo. |
Da Redação |
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Pingüim troca
família por bicho de pelúcia |
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Pingu, um pingüim do zoológico
de Torquay, na Inglaterra, trocou sua família por
bicho de pelúcia, da mesma espécie, é
claro. Seu novo irmão custou 4 libras (cerca de
R$ 13,40) na loja de souvenir do zôo.
Motivo: seu irmão natural roubava sua comida, deixando
Pingu com fome e fazendo com que perdesse peso e ficasse
fraco. Solitário e com apenas três semanas
de vida, ganhou o companheiro de pelúcia de quem
não se separa, diz o jornal “Daily Mail”. Família...
Reprodução |
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Pingu não
se separa do pingüim de pelúcia, comprado
na loja de souvenir do zôo. |
Do G1/Daily Mail |
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Os tratadores do zoológico
de San Diego, nos Estados Unidos, estão com as
atenções voltadas para o filhote de gorila
que promete ser a nova atração do parque.
O pequeno morador, que completou dois meses, ainda não
tem nome.
Divulgação/Zôo
de San Diego |
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Zôo de San Diego |
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Procurador emite parecer
contra importação de pneus |
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A importação de pneus
usados para serem reformados ou reciclados no país
traz degradação ao meio ambiente e causa
danos à saúde pública. Isso é
o diz o parecer do procurador-geral da República,
Antonio Fernando Souza, contrário a decisões
judiciais que permitiam a importação desses
resíduos.
O caso foi parar no STF (Supremo
Tribunal Federal), depois que o executivo proibiu a importação
de pneus usados, segundo o governo federal, esses resíduos
favorecem a criação de insetos transmissores
da dengue e a queima dos pneus libera compostos químicos
com alto nível tóxico.
Já os empresários da
indústria de pneus remodelados defendem a importação.
Segundo eles, o material que vem da Europa chega ao país
em boas condições e podem ser reformados
e comercializados no Brasil. Porém, ambientalistas
discordam e dizem que não há controle desse
material e que muitas vezes acabam em aterros sanitários.
Para o procurador-geral, o comércio de pneus reformados
não é ilegal. "Agora, querer executá-la
a qualquer custo, ainda mais quando esse custo é
assumido por outros, torna-se abusivo".
"A importação
constitui-se, já de saída, na transferência
de material absolutamente inutilizado proveniente dos
países exportadores para o seu armazenamento em
terras brasileiras", diz Souza, que terá o
seu parecer analisado pela ministra Carmen Lúcia,
relatora da ação no STF.
Da Folha de São Paulo/Agência
Brasil
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Incêndio destrói
metade da Chapada Diamantina |
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Um incêndio que atinge o Parque
Nacional da Chapada Diamantina há um mês
já destruiu cerca de 70 mil hectares, quase metade
de toda unidade de conservação, segundo
informações do Ibama (Instituto Brasileiro
de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis).
Cerca de 300 pessoas, entre voluntários
(maioria), brigadistas e bombeiros tentam conter o fogo
na região. "Desta vez, a situação
está preocupante por causa das condições
climáticas", analisa um funcionário
do Ibama. "Além do tempo, a polícia
militar investiga os incêndios criminosos na região",
completa.
Saiba
mais no Panorama Ambiental
Agência Brasil/Folha de
São Paulo
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Ibama apreende peixes
ornamentais em Belém |
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Fiscais do Ibama apreenderam 630
peixes ornamentais no Aeroporto Internacional de Belém.
O infrator foi multado em R$ 1.560,00 e todos os animais
foram encaminhados ao Centro de Pesquisa e Gestão
de Recursos Pesqueiros do Litoral Norte (Cepnor).
Segundo o Ibama, os animais pertenciam
a uma transportadora de peixes de Manaus, no Amazonas,
e 43 deles são de espécie que tem comércio
proibido.
Divulgação/Ibama |
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Ibama apreende
peixes ornamentais no aeroporto de Belém
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Do G1/Ibama
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Cientistas tentam
entender medo de golfinhos nos EUA |
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Pesquisadores americanos tentam descobrir,
no litoral de Nova Jersey, o que os golfinhos têm
ouvido e porque estão com medo. Os cientistas colocaram
microfones subaquáticos em um rio da região
para gravar sons que podem estar assustando os animais,
impedindo-os de voltarem ao mar.
O motivo pode ser a obra na ponte
da rodovia 36 que podem estar atrapalhando ou amedrontando
os golfinhos que passaram pelo local para chegar ao rio
Shrewsbury, em junho, e que deveriam retornar ao mar pelo
mesmo caminho, passando pela baía Sandy Hook.
Ambientalistas tentam há meses
levá-los ao oceano, temendo a morte dos animais.
Até agora foi confirmada a morte de dos animais
do grupo.
Divulgação
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Os Golfinhos-nariz-de-garrafa
(Tursiops truncatus) são os mais comuns e
vivem em grupos com 15 indivíduos. |
Da Associated Press/Folha de São
Paulo
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Manejo e conservação
ambiental comunitária |
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Embrapa Pantanal conhece experiência
de manejo e conservação ambiental comunitária
- Pesquisadores visitam reservas de desenvolvimento sustentável
de Mamirauá e Amanã, no Amazonas, e dizem
que modelos podem ser aproveitados no Pantanal.
Pesquisas aplicadas feitas pelo Instituto Mamirauá,
no Amazonas, foram apresentadas a três pesquisadores
da Embrapa Pantanal que visitaram a maior reserva extrativista
do país na primeira semana de novembro. A sustentabilidade
do local chamou a atenção dos cientistas
do Mato Grosso do Sul, que pretendem aproveitar modelos
de manejo, de organização social e de acordos
de pesca para o Pantanal.
A visita à reserva foi sugerida
pela diretora executiva da Embrapa Tatiana Deane de Abreu
Sá durante a reunião do CAE (Comitê
Assessor Externo) da Embrapa Pantanal em 2007.
O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento,
Thierry Ribeiro Tomich, os pesquisadores Agostinho Catella
e Cristhiane Amâncio, e o jornalista Jean Fernandes,
da ONG Ecoa, ficaram impressionados com o manejo sustentável
da região. O grupo visitou a reserva Amanã,
anexa à Mamirauá. A cidade mais próxima
é Tefé (AM), onde fica a sede do instituto.
Mamirauá nasceu como uma ONG
no início dos anos 1990, por iniciativa do professor
Márcio Ayres, da Universidade Federal do Pará.
Ele morreu em 2003. O governo federal se interessou pelo
projeto, criou o instituto e formalizou um convênio
com as duas reservas, que são estaduais. Este convênio
foi firmado pelo Ministério de Ciência e
Tecnologia.
Thierry Tomich disse que a reserva
amazônica é bastante distinta do Pantanal,
o público é diferente, “mas existem muitos
pontos de aderência”. “Eles têm uma história
de atuação bem-sucedida, envolvendo acordos
de pesca, aumento de renda para a comunidade e uso sustentável
dos recursos naturais”, disse o chefe de pesquisa da Embrapa
Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Uma das diferenças mais marcantes
entre as duas regiões está relacionada ao
uso da terra. De acordo com Thierry, na reserva a terra
é de uso da comunidade, não tem um dono.
“No Pantanal, 96% da área são propriedades
particulares.” Apesar disso, ações desenvolvidas
em Mamirauá podem nortear atividades no Pantanal.
Pesca
É o caso, por exemplo, dos
acordos de pesca, como conta o pesquisador Agostinho Catella.
As decisões são co-participativas e os próprios
pescadores atuam como vigilantes dos lagos e avaliam os
estoques pesqueiros disponíveis, como no caso do
gigante pirarucu, que é uma das espécies
mais visadas e chega a alcançar mais de dois metros
de comprimento.
“A população local
e os pesquisadores do Instituto perceberam que alguns
estoques estavam diminuindo. Para estabelecer o manejo
participativo do pirarucu na reserva, os pescadores foram
recrutados. No início dos anos 90 foi reunido um
grupo de aproximadamente 40 pessoas”, disse Agostinho.
Junto com pesquisadores, eles se
reuniram e determinaram as regras para a pesca, os períodos
de defeso para algumas espécies e as cotas de captura.
“Em função do sucesso do trabalho, a população
de pirarucu aumentou e hoje mais de 600 pescadores da
região participam do programa de manejo dessa espécie”,
completa o pesquisador.
Para ter direito à pesca do
pirarucu, o indivíduo precisa participar anualmente
da vigilância dos lagos e da contagem do número
de peixes adultos, o que é feito quando o pirarucu
“bóia”, isto é, vem à superfície
para respirar. O número de peixes que poderão
ser capturados corresponde a uma porcentagem dos peixes
adultos que foram contados no ano anterior. Os pesquisadores
da Embrapa Pantanal tiveram a oportunidade de acompanhar
uma pescaria de pirarucu.
Agostinho disse ainda que o desembarque
de peixes é diário em Tefé e que
o controle estatístico é feito de segunda
a sábado pelo Instituto. “A forma coletiva como
foi construído o acordo de pesca pode ser aplicada
no Pantanal”.
Organização social
A pesquisadora Cristhiane Amâncio
afirmou que existem cerca de 14 mil pessoas vivendo dentro
da reserva, mas o uso é feito por aproximadamente
20 mil moradores – no entorno vivem quase 6 mil pessoas.
O grupo do Pantanal se reuniu com
mulheres que fazem artesanato a partir da fibra extraída
do caule do cauaçu, uma planta que cresce na várzea
do rio Solimões. No início, elas enfrentaram
resistência dentro das próprias famílias,
mas hoje a atividade está entre as principais fontes
de renda para essas mulheres.
“Elas reorganizaram a estrutura social
das famílias e valorizaram o papel da mulher na
economia local” disse Cristhiane. Com o tempo e muita
organização, recuperaram técnicas
para a confecção de cestos, esteiras e outros
objetos e se aperfeiçoaram participando de feiras
nacionais e internacionais. “É impressionante a
auto-estima dessas mulheres”, disse Agostinho.
Cristhiane falou ainda que Mamirauá
é uma referência histórica, não
apenas para a pesquisa. “Eles sempre trabalharam com a
visão do uso sustentável em função
das pressões que sofriam ali. A conservação
dos recursos naturais no Pantanal está muito distante
da realidade das comunidades visitadas na Amazônia”,
afirmou.
Segundo a pesquisadora, existe no
Pantanal uma visão equivocada de que a propriedade
privada é que vai propiciar a conservação.
“Mas o conhecimento tradicional e o uso do ambiente por
quem sempre ocupou aquele espaço deveriam ser respeitados”,
disse Cristhiane.
A inclusão do homem no manejo
sustentável é condição para
a conservação ambiental, já que a
fiscalização é insuficiente. “Se
o Estado brasileiro considera a cultura pantaneira importante,
ele precisa intervir, porque o conhecimento tradicional
está se perdendo. O Estado precisa se posicionar”,
afirmou a pesquisadora.
Ela contou ainda que quando a reserva
de Mamirauá foi criada, um estudo mostrou que as
295 comunidades que vivem na região eram contrárias.
Imaginavam que precisariam deixar de explorar o ambiente,
o que não aconteceu. “Hoje há um consenso
que os moradores não vivem mais sem a reserva.”
Agostinho Catella/Embrapa |
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Pescador com arpão
procura pirarucu |
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Pirarucu pescado
durante a visita dos pesquisadores |
Ana Maio
Embrapa Pantanal |
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Além das pessoas e do meio ambiente como um todo,
animais também sofrem com as guerras que acontecem
em várias partes do mundo. Foi o que aconteceu
com esse filhote de chimpanzé que perdeu a mãe
na guerra civil que acontece na República Democrática
do Congo. O soldado que a carrega decidiu ficar com ele
depois de matar sua mãe para alimentar a tropa,
agora pretende vender o animal.
Agências internacionais
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Sagüis passam
por cirurgia de esterilização |
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Sagüis de tufo preto e tufo
branco passaram por cirurgias de esterilização
no zoológico de Guarulhos, na Grande São
Paulo. O procedimento que dura cerca de quatro horas foi
realizado para evitar a superpopulação e
os cruzamentos consangüíneos dos animais.
As cirurgias foram realizadas na
clínica do zôo, por Luis Artur Giuffrida,
diretor do hospital veterinário da UnG (Universidade
de Guarulhos. Atualmente o zoológico tem 30 sagüis,
animais que vivem cerca de dez anos e têm tempo
de gestação de cinco meses com uma ninhada
de um a três filhotes.
Divulgação
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Para evitar a
superpopulação e os cruzamentos consangüíneos,
os sagüis do Zoológico de Guarulhos
foram esterilizados |
Da Folha e São Paulo
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‘Monstro d’água’
pode ser extinto em 5 anos |
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O Axolotle (Ambystoma mexicanum)
também conhecido como monstro d’água corre
sério risco de desaparecer no prazo de cinco anos,
dizem especialistas. Uma espécie de salamandra
que vive no México, conseguiu sobreviver em uma
área urbanizada na capital do país, nos
canais poluídos do lago Xochimilco, por enquanto.
O anfíbio está na lista vermelha da União
pela Conservação da Natureza.
Além de ser vítima
da drenagem e da sujeira de seu habitat, ainda enfrenta
os peixes não-nativos que foram introduzidos nos
canais e que se alimentam de seus filhotes.
"Se o monstro d'água
desaparecer, não será uma grande perda apenas
para a biodiversidade, mas também para a cultura
mexicana", disse Luís Zambrano, biólogo
da Universidade Autônoma do México, à
agência Associated Press.
Divulgação
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Axolotle (Ambystoma
mexicanum), salamandra mexicana também conhecida
como monstro d'água, corre risco de desaparecer
do planeta. |
Da Folha e São Paulo
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A empresa de informática Asus
apresentou um notebook da série bambu que estará
no mercado brasileiro a partir de dezembro por R$ 6.999.
Segundo a empresa de Taiwan, o produto “é verdadeiramente
verde” desde sua concepção até sua
ocasional reciclagem.
Disponíveis com tela 12,1
polegadas e peso de 1,57 kg no Brasil e tela 11,1 polegadas
e 1,25 kg no mercado internacional, ambas possuem processador
Intel Core 2 Duo. Segundo a Asus, o notebook possui uma
bateria com tecnologia conhecida como "Super Hybrid
Engine", que melhora o desempenho do sistema em até
23% e tem vida útil ente 35% e 70% superior às
baterias convencionais.
Divulgação
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Asus diz que por
se tratar de uma peça de arte original, cada
notebook é "único". |
Da Folha e São Paulo
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Os animais também comemoraram o Halloween no zoológico
de San Diego, os tigres entraram no clima da tradicional
festa americana do dia das bruxas. Os três filhotes
da mamãe Mek ficaram curiosos para descobrir as
guloseimas da abóbora-fantasma. Em vez de doces
e balas os felinos ganharam carne moída... Delicia...
Divulgação/
Zoológico de San Diego |
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Zoológico de San Diego |
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Os lêmures que são encontrados
nas florestas do noroeste da ilha de Madagascar, na costa
da África, estão da lista de animais ameaçados
de extinção. Em cativeiro, tem a vida mais
prolongada e o zoológico de Berlim, que ficou conhecido
mundialmente pelo famoso urso polar Knut, recebeu a lêmure
Uta, doada pelo zôo de Praga, na República
Tcheca. Na Alemanha a nova lêmure fará companhia
ao macho Solo, que perdeu sua companheira este ano.
Zoológico de Berlim |
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Abelha só conta
até quatro |
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As abelhas podem contar até
quatro, é o que diz um cientista da Universidade
de Queensland, na Austrália. Para chegar nessa
conclusão o pesquisador colocou cinco marcadores
dentro de um túnel e um deles com néctar.
As abelhas entraram no túnel voaram até
a marca com o néctar, e continuaram a fazer a mesma
coisa após a retirada da substância.
"Percebemos que, se você
as treina para ir à terceira marca, elas vão
focar na terceira marca. O mesmo vale para a quarta marca",
diz Mandyam Srinivasan. "Mas sua habilidade em contar
parece ir apenas até aí. Elas não
contam além de quatro."
"Quanto mais olhamos para essas
criaturas que têm um cérebro do tamanho de
uma semente de gergelim, mais impressionados ficamos.
Elas realmente têm muitas capacidades que atribuímos
apenas ao ser humano, tido como superior."
Reprodução
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Abelhas têm
capacidade de contar somente até quatro,
indica estudo realizado na Universidade de Queensland,
na Austrália |
Da Folha de São Paulo/Reuters
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Aranha é flagrada
com pássaro na teia |
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Imagem mostra uma grande aranha com
um pássaro em sua teia. As fotos foram divulgadas
pelo jornal "Daily Telegraph". A cena curiosa
aconteceu em Queensland, na Austrália. O aracnídeo
é conhecido como golden silk orb-weaver, diz Joel
Shakespeare, do Australian Reptile Park. "Normalmente,
elas pegam grandes insetos. É raro vê-las
comendo pássaros", afirmou o especialista,
citado pelo jornal. Segundo ele, a aranha provavelmente
não comerá a ave inteira.
Da Folha de São Paulo/Daily
Telegraph |
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Elefante ganha bolo
de aniversário |
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Morador do zoológico de Hanover,
na Alemanha, o elefantinho Tarak, comemorou seus três
anos de vida com um ‘delicioso’ bolo feito com arroz,
cenoura e rabanete. O bolinho de 30 quilos foi suficiente
para satisfazer o apetite de Tarak, que ainda bebê,
pesa uma tonelada e tem 1,65m de altura.
Divulgação/Zoológico
de Hanover |
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Zoológico de Hanover |
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Arquivo |
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Ano
de 2006 |
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02 |
03 |
04 |
| 05 |
06 |
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