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Degradação
de pastagens é o principal problema ambiental da criação
de búfalos no Amapá |
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Na pecuária
do Amapá, o rebanho de búfalos já é
três vezes maior do que o bovino. Porém, a
quantidade não é proporcional à qualidade
do manejo dos animais e da pastagem. Essa distorção
provoca problemas ambientais como degradação
das pastagens, diminuição de animais silvestres
e surgimento de plantas invasoras, principalmente o algodão
bravo. De acordo com o pesquisador da Embrapa Amapá,
Paulo Meirelles, toda atividade humana causa impacto ao
meio ambiente. "No caso da pecuária, o impacto
é minimizado ou ampliado dependendo da gestão
da propriedade onde são criados os animais",
ressalta Meirelles.
Embrapa |
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Algodão bravo:
problema ambiental no Amapá |
O rebanho de búfalos
no Amapá é estimado em torno de 180 mil pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas
(IBGE), enquanto o de gado bovino está em cerca de
60 mil cabeças. Os bubalinos estão distribuídos
em áreas inundáveis do Estado, nos municípios
de Amapá, Pracuúba, Cutias do Araguary, entre
outras localidades da costa do Amapá.
A realidade mostra
que a maioria dos criadores de búfalos não
faz o manejo adequado das pastagens, mantendo um número
de animais maior do que a pastagem suporta. É por
isso que acontece a degradação da pastagem,
ou seja, a cada ano o pasto vai perdendo a produtividade
e esta condição por sua vez causa os impactos
ambientais. "É necessário que os produtores
ajustem os animais à quantidade de pastos, é
uma mudança de foco procurar a qualidade em vez de
quantidade. As áreas de pastos estão sendo
manejadas com número de animais superior ao que a
pastagem suporta", observou Paulo Meirelles.
ALGODÃO BRAVO
- Um dos problemas que resultam do modo equivocado na criação
de búfalos no Amapá é o aparecimento
da planta chamada algodão bravo. Esse problema já
se acumula há cerca de 25 anos. Hoje é a principal
planta invasora dos pastos do Amapá. Estudiosos do
assunto apontam que existem cerca de 100 mil hectares de
pastagem nativa do estado atingidos pelo algodão
bravo, um arbusto que se dissemina rapidamente, e por ser
uma planta tóxica mata o animal.
O uso de herbicida
no algodão bravo, entretanto, não é
recomendado, porque no Ministério da Agricultura
não existe registrado nenhum princípio ativo
para matar esta planta. Uma forma de combate recomendado
pela Embrapa é a roçagem controlada, um processo
lento, mas que é necessário para tentar controlar
o avanço intenso do algodão bravo nos pastos
do estado. "No Amapá, o problema atingiu uma
proporção tão grande que está
difícil o controle. Tem que haver uma mudança
de consciência e não achar que a natureza é
quem tem de cuidar dos búfalos. A solução
é ajustar o número de animais à área
de pastagem. Quando põe animais demais, o pasto enfraquece
e morre e o algodão bravo toma conta", diz Paulo
Meirelles.
Embrapa |
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Algodão bravo
invade campos inundáveis |
HISTORICO - Os fatores
que incentivaram a criação de búfalos
no Amapá são a rusticidade e adaptação
a ambientes inundáveis, resistência a doenças,
e manejo simplificado. O programa de incentivo a bubalinocultura
nasceu em 1975, ou seja, há 32 anos. A quase totalidade
do rebanho bovino tem por finalidade a produção
de carne (95%), sendo o restante destinado a uma inexpressiva
produção de leite, cuja média é
de apenas três litros por vaca por dia.
Embrapa |
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Rebanho de búfalos
é três vezes maior que o bovino no Amapá |
Quanto aos bubalinos,
o Amapá conta com aproximadamente 180 mil cabeças
(13,5% do rebanho nacional) e detém o segundo maior
rebanho da Amazônia. A pecuária de corte ainda
está fortemente marcada pelo uso extensivo da terra
e por um baixo padrão zootécnico, o que se
reflete na baixa rentabilidade por hectares. No Estado existem
16.709 km2 de pastagens nativas de terras inundáveis
e algumas centenas de milhares de hectares de pastagens
nativas nos cerrados, pastagens que representam a principal
fonte de alimentação dos rebanhos. A integração
dos sistemas de pastejo dos campos inundáveis com
os de cerrado, tem grande potencial para incrementar a produção
pecuária do Amapá, sem a necessidade de desmatar
áreas de floresta densa.
Dulcivânia Freitas
Embrapa Amapá
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Makati,
um município da região metropolitana de Manila,
começou a testar o primeiro jeepney, uma mistura
de jeep e ônibus. O veículo que é movido
através de energia elétrica será ‘reabastecido’
com energia solar e com a combustão de resíduos
orgânicos.
Segundo o vice-prefeito
de Makati, Jejomar Binay, o jeepney fará um itinerário
no distrito financeiro e devido a sua tecnologia ecológica,
não emitirá gases poluentes.
Em entrevista a TV
filipina ABS-CBN, Binay disse acreditar que esse “Poderia
ser o começo de cidades filipinas mais limpas”. Se
os testes forem favoráveis, um consórcio entre
empresas privadas e públicas, liderado pela companhia
de energia solar Solarco e também apoiado pela organização
não-governamental Greenpeace, poderá implantar
o veículo em outras cidades das Filipinas.
O jeepney é
um veiculo comum e muito popular nas Filipinas. Produzido
pela primeira vez durante a Segunda Guerra Mundial, os filipinos
construíam os chassis a partir de restos de jipes
dos soldados americanos reforçados com chapas de
alumínio. Junto com a idéia também
surgiu um dos utilitários mais poluidores do mundo.
Cerca de 63 mil jeepneys
“tunados” circulam pelas ruas da capital Manila. Com cores
fortes e decorados com enfeites típicos daquele país,
são uma atração para os turistas.
Da folha de São
Paulo/EFE
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Knut recebe milionésimo
visitante |
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A holandesa
Ilja Arends tornou-se a milionésima visita do urso
mais famoso da atualidade. Knut que ficou conhecido em todo
o mundo depois que ambientalistas pediram seu sacrifício
logo após ser rejeitado por sua mãe no fim
do ano passado.
Arends disse que ficou
surpresa com a escolha. "Vi na televisão que
estavam aguardando o milionésimo visitante. Nós
já planejávamos ir ao zôo no dia seguinte",
disse.
Recesso na visitação
Apesar do grande sucesso
as visitas serão reduzidas. O ursinho, agora com
50 kg, começa a ficar mais perigoso. Por conta disso,
seu “pai adotivo”, o criador Thomas Doerflein, que até
então, dormia nos mesmo aposentos de Knut terá
que mudar seus hábitos.
Knut seguirá
agora em carreira solo.
Do Estado de
São Paulo/AP
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Giramundo apresenta
ecologia nos palcos |
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O Grupo
teatral mineiro Giramundo está apresentando um Mineteatro
Ecológico. O projeto trabalha com bonecos, livros
e vídeos. O principal tema da peça é
a educação ambiental.
A apresentação
que é dividida em cinco episódios será
exibido na Ilha Grande, Paraty e Rio de Janeiro; em Regência,
no Espírito Santo; Caravelas, Ponta de Areia e Praia
do Forte, na Bahia e Ilha de Itamaracá em Pernambuco.
O grupo irá
apresentar como principal assunto os diversos ecossistemas
brasileiros: Caatinga, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica.
Além das quarenta apresentações o grupo
pretende recolher dados e informações para
os próximos episódios do Miniteatro Ecológico:
Mangue e Atlântico.
Da Folha de São Paulo
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EUA querem proteção
para pingüins |
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Baseado
nas mudanças climáticas, os Estados Unidos
querem avançar na proteção de dez espécies
de pingüins, através do Endangered Species Act.
Segundo o departamento
responsável pela pesca e pela vida selvagem americano,
durante 90 dias, dez espécies de pingüins serão
estudadas. Entre os perigos que as aves enfrentam, estão
a pesca comercial, a poluição, os contaminantes,
a destruição de seu habitat e a mudança
climática.
Apesar de nenhuma das
espécies estudadas serem nativas dos Estados Unidos,
o departamento informa que será "uma proteção
limitada e indireta".
"A inclusão
tornaria ilegal a participação de certas atividades
como a importação ou exportação
de espécimes sem permissão do departamento,
que somente é dada se a atividade possui um benefício
de conservação. Ela também chamaria
a atenção internacional para a conversação
das espécies", informou um comunicado de departamento.
Da Folha de São
Paulo/Associated Press
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Live Earth agita oito
países na luta contra o aquecimento global |
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Festival
para alertar sobre mudança climática,
organizado por Al Gore, acontece simultaneamente em
oito países: Rio de Janeiro (Brasil), Hamburgo
(Alemanha), Londres (Inglaterra), Tóquio (Japão),
Sidney (Austrália), Xangai (China), Johannesburgo
(África do Sul), Nova York/Washington (EUA),
além da Antártida. Veja imagens dos
shows. |
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| Imagem:AP/Live
Earth/Reprodução |
Imagem:AP/Live
Earth/Reprodução |
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| Estádio
de Hamburgo, na Alemanha, pronto para receber o Live
Earth. |
Kevin
Wall, fundador do Live Earth e Al Gore, co-fundador
do evento e ambientalista da vez. |
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| Imagem:AP/Live
Earth/Reprodução |
Imagem:Getty/Live
Earth/Reprodução |
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| Público
do Live Earth em Sidney, Austrália. |
Jack
Johnson em performance na Austrália. |
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| Imagem:Getty/Live
Earth/Reprodução |
Imagem:Live
Earth/Reprodução |
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| A
banda Wolfmother na versão australiana do Live
Earth. |
Gary
Lightbody do Snow Patrol no Live Earth em Londres,
Inglaterra. |
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| Imagem:Live Earth/Reprodução |
Imagem:Live Earth/Reprodução |
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| Fergie,
do Black Eyed Peas, em show na capital londrina. |
Phil
Collins e Genesis tocam no Live Earth da Inglaterra. |
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| Imagem:Live
Earth/Reprodução |
Imagem:Live
Earth/Reprodução |
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| Red
Hot Chili Peppers se apresenta em Londres.
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Johnny
Borrell do Razorlight durante show no estádio
de Wembley, em Londres. |
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| Imagem:AP/Live
Earth/Reprodução |
Imagem:Live
Earth/Reprodução |
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| A
cantora colombiana Shakira se apresenta no Live Earth
alemão, no estádio de Hamburgo. |
Simon
Le Bon, do Duran Duran, no Live Earth Londrino. |
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| Imagem:AP/Live
Earth/Reprodução |
Imagem:AP/Live
Earth/Reprodução |
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| James
Hetfield e Kirk Hammett do Metallica, durante show
em Londres. |
Madonna
se apresenta no Live Earth Inglaterra. |
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| Imagem:AP/Live Earth/Reprodução |
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução |
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| Dave Grohl, do Foo Fighters,
um dos representantes do rock no Live Earth de Londres.
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Pussycat Dolls
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| Imagem:AP/Live Earth/Reprodução |
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução |
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| Beastie Boys tocam em Londres. |
Bianca Jagger e crianças
de diferentes países pedem a proteção
da Terra durante espetáculo do Live Earth em
Hamburgo, na Alemanha. |
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| Imagem:Getty/Live Earth/Reprodução |
Imagem:Getty/Live Earth/Reprodução |
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Akon se apresenta na versão
americana do Live Earth, shows aconteceram em Nova
York e Washington. |
O rapper Snoop Dogg em performance
na arean de Hamburgo, na Alemanha. |
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| Imagem:AP/Live Earth/Reprodução |
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução |
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O ator Leonardo DiCaprio apresenta
o ex-vice-presidente norte-americano e idealizador
do Live Earth, durante show em Nova Jersey (EUA) |
Al Gore fala da importãncia
do Live Earth e das conseqüências do aquecimento
global no estádio dos Giants, Estados Unidos. |
Do Live Earth |
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Postado às 17h40 (atualizado
às 23h45) |
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Live Earth x Live
8, segundo Bob Geldof |
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Chegou.
Amanhã (07/07) acontece o Live Earth, evento que
promoverá o combate a mudança climática
do planeta. Promovido pelo ex-vice-presidente norte-americano
Al Gore, os shows acontecerão simultaneamente em
oito capitais mundiais...
Mas o que Bob Geldof,
músico frustrado e organizador do Live 8 e Live Aid
acha desta iniciativa? Veja o que Geldof disse: "Só
organizaria esse evento se pudesse ir ao palco e anunciar
medidas ambientais concretas aos candidatos à presidência
americanos, ao Congresso ou a grandes corporações",
informou o site de música NME.
Reprodução/Divulgação |
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Al Gore na apresentação
de seu documentário |
Capa de disco de
Bob Geldof |
Para ele, o show de
Gore não tem um objetivo específico, e disse
ter ficado “irritado” com o nome Live Earth, pois se parece
muito com Live 8...Igualzinho... Aliás, para quem
prega a bondade e a cooperação entre os semelhantes,
Geldof se mostrou bem egoísta nesta declaração...
Três grandes
ações de Bob Geldof:
1 ) Reunir o Black Sabbath (formação original)
no Live Aid
2) Reunir o Pink Floyd (formação original)
no Live 8
3) Desistir da carreira de músico
Saiba
mais sobre o Live Earth.
O
que foi o Live 8.
Da Folha de São
Paulo |
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Mamíferos europeus
correm risco de extinção |
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Um estudo
realizado pela UICN (União Mundial para a Conservação
da Natureza), afirma que os mamíferos da Europa correm
grande risco de extinção.
Segundo o relatório,
um a cada seis animais está em perigo de extinção
no continente. Cerca de um quarto (27%) dos mamíferos
estão perdendo indivíduos sistematicamente.
Entre as espécies mais ameaçadas estão
o bisão europeu, a raposa do Ártico, a foca-monge
e o lince ibérico.
Divulgação |
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Filhotes
de lince ibérico, uma das espécies mais
ameaçadas |
O principal motivo
desta ação é a destruição
e degradação de seus habitats naturais, por
conta de desmatamentos, poluição, escassez
de água e exploração predatória
das espécies e da região como um todo.
O relatório
que foi divulgado pela Comissão Européia,
aconselha que políticas de conservação
natural sejam aplicadas o mais rápido possível
e que o desenvolvimento sustentável e equilibrado
seja incorporado às atividades européias.
Do Estado de São
Paulo/EFE
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Idioma dos golfinhos
(irlandeses) |
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Cientistas
acreditam que golfinhos da região de um estuário
do sudoeste da Irlanda possam ter desenvolvido um dialeto
próprio.
Segundo a Fundação
para os Golfinhos de Shannon (SDWF, na sigla em inglês),
que estudou cerca de 120 animais que vivem no rio Shannon,
os animais ‘falam a mesma língua’ e que essa comunicação
pode ser apenas dos indivíduos daquela região.
"Estamos elaborando
um catálogo dos diferentes tipos de assobios que
os golfinhos usam, tentando associá-los a determinados
comportamentos, como rastrear, descansar ou estabelecer
contato com os outros", disse o professor Simon Berrow,
diretor do projeto.
Divulgação |
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Golfinho nariz-de-garrafa |
A espécie conhecida
como nariz-de-garrafa, que também ocorre no Brasil,
teve seus assobios estudados pelo pesquisador Ronan Hickey,
qua analisou 1.882 assobios de golfinhos irlandeses e de
golfinhos da baía de Cardigan, no País de
Gales.
Durante a experiência,
Hickey encontrou 32 tipos de assobios que podem ser divididos
em seis grupos, e que são usados por os dois conjuntos
de golfinhos. No entanto, oito dos assobios só eram
usados pelos animais irlandeses.
Segundo o biólogo,
os golfinhos utilizam os assobios para se orientarem e localizar
presas. "Quando escutei pela primeira vez os sons parecidos
com disparos, me surpreendi. Pensava que os cachalotes [cetáceos]
eram os únicos que os utilizavam", disse o diretor
do projeto.
Do Estado de
São Paulo/France Presse
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O aquecimento global
é bom... |
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É
o que acha Michael Griffin, administrador da Nasa. A declaração
gerou controvérsias dentro da própria agência
espacial.
Griffin declarou não
estar certo sobre o combate ao aquecimento global. "Não
estou certo de que seja justo dizer que é um problema
que devemos combater", disse ele à National
Public Radio. Ele classificou de ‘arrogante’ a tentativa
de mudar a ‘mudança do clima’.
"Creio que perguntaria
quais seres humanos, quando e onde, deveriam ter o privilégio
de decidir que este clima em particular que temos aqui hoje,
agora, é o melhor clima para todos os outros seres
humanos. Creio que é uma posição muito
arrogante para as pessoas adotarem", disse.
Já James Hansen,
o principal pesquisador da Nasa sobre mudança climática,
disse ter ficado surpreso com as declarações
do colega. "Quase caí da cadeira", disse
Hansen. "Foi uma declaração escandalosa
pelo nível de ignorância que mostra em relação
à situação atual", concluiu.
Hansen disse ainda,
que seu colega Griffin parece desconhecer que 170 países
concordam que a mudança climática é
um problema grave que deve ser combatido. Mas Griffin afirma
que não é responsabilidade da Nasa cuidar
da mudança climática. "Não é
missão da Nasa fazer política sobre possíveis
estratégias para atenuar a mudança climática",
informa a nota.
Da France Presse/Folha
de São Paulo |
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Taj Mahal sofre com
poluição |
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O famoso
monumento construído no século 17, na cidade
de Agra, na Índia, está ficando amarelado
por causa da ação de poluentes.
Segundo um relatório
apresentado por uma comissão do parlamento local,
o Taj Mahal deve passar por uma intervenção
imediata, caso contrário, a camada de poluição
que envolve o mármore branco não poderá
ser mais retirada.
Divulgação |
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Taj Mahal, na Índia. |
A construção
que foi erguida pelo imperador ShaJahan em memória
de sua esposa, é patrimônio tombado pela Unesco.
O governo local, já veta a instalação
de indústrias no raio de 14 quilômetros ao
redor do Taj Mahal e proíbe a circulação
de veículos automotores próximos ao monumento.
Mesmo com as restrições,
equipamentos que monitoram a região, registram altos
índices de dióxido de enxofre entre outros
poluentes. Segundo especialistas, a mudança climática
também afeta a construção.
O relatório
da comissão pede providências à Archeological
Survey of Índia, para que o monumento mais visitado
da Índia não seja danificado pelos poluentes.
O Taj Mahal é
um forte candidato a uma das novas setes maravilhas do mundo.
Do Estado de
São Paulo/ANSA
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Habitantes
do extremo sul do Chile ficaram surpresos com o desaparecimento
misterioso de um lago na região.
"Em março,
patrulhamos a zona e tudo estava normal. Em abril, não
pudemos ir. Fomos em maio e encontramos a surpresa de que
o lago tinha desaparecido completamente", disse Juan
José Romero, diretor regional da Corporação
Nacional Florestal à agência de notícias
Reuters.
O lago de tamanho médio,
ficava na região de Magallanes e era abastecido pelo
degelo de glaciares que ficavam a sua volta, e que comumente
podia se ver blocos de gelo flutuando.
Agora só restou
uma cavidade seca e uma gigantesca fenda. "Só
ficaram os icebergs no leito seco do lago e uma rachadura
enorme", completou. Segundo Romero, o rio do qual nascia
o lago, também desapareceu.
Correm boatos na região
que um terremoto ocorrido na área vizinha Aysén,
em abril, tenha causado a fenda e, conseqüentemente
a vazão da água. A Corporação
Nacional Florestal contratou pesquisadores para investigar
o fenômeno.
Da Folha de São
Paulo/Reuters |
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Vila japonesa abre
temporada de matança de baleias |
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Parece
mentira, mas com o intuito de manter a tradição
dos negócios, a vila de Wada, no Japão, convida
excursões escolares para assistir o primeiro corte
de baleia da nova temporada de caça.
De facas empunhadas
e crianças na platéia, os japoneses de Wada
retalharam as primeiras vítimas da temporada de caça
2007, e ainda defendem a prática e criticam a comunidade
internacional.
Duas baleias foram
erguidas com cordas e polias, depois retalhadas em cubos
para a venda. Está foi a primeira captura, desde
a reunião da CIB (Comissão Internacional Baleeira),
que rejeitou a solicitação do Japão
para expandir a caça.
Segundo o chefe da
Companhia Baleeira Gaibo Hogei, Yoshinori Shoji, as baleias
deveriam ter o manejo como qualquer outro recurso natural
e rejeita a idéia de que os mamíferos sejam
protegidos a qualquer preço.
"Capturamos esta
baleia a apenas 20 km da costa, e os europeus e americanos
vêm aqui e: ‘Parem! ’”, queixou-se ele. "Eles
podem interferir com tanta facilidade?"
Esta prática
é exercida na região de Wada desde o século
17, Shoji é um caçador de baleias de terceira
geração. No entanto a CIB representa um entrave
para Wada e mais três vilas.
Desde 1986, quando
foi imposta pela CIB uma moratória da caça
à baleia, o Japão tenta derrubar as restrições
sem sucesso. Porém, a cada ano o governo japonês
libera, por conta própria, a caça de 66 baleias
por ano, com a desculpa de que os exemplares capturados
são utilizados em pesquisas.
Proteção
na América Latina
Já em Montevidéu,
no Uruguai, representantes de governos e organizações
não-governamentais, discutem formas de exploração
não letal dos cetáceos .
Eles querem promover
iniciativas na América Latina em prol da preservação
das baleias. O encontro chamado "Baleias, Um Recurso
Compartilhado", defende o direito das nações
para utilizar os recursos baleeiros com sua proteção
integrada.
Segundo Miguel Iñiguez,
da ONG Cethus da Argentina, um dos pontos discutidos foi
a adequação e regulamentação
da observação dos cetáceos, como forma
de ecoturismo e fonte de renda. Iñiguez destacou
que a Argentina já desenvolve essa atividade desde
1983.
Argentina, Brasil,
Chile Peru e México são países que
nos últimos anos fortaleceram a CIB e defendem a
proteção das baleias e o fim da caça
comercial e científica em todo o mundo
Da Folha de São
Paulo/Ansa
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Jantan,
um crocodilo de 4,7 metros e 470 quilos, segundo registros
do Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais, o
maior gavial-da-malásia, terá uma viagem de
lua de mel.
O crocodilo foi levado
para um centro de reprodução no estado de
Selangor, onde terá companhia de quatro fêmeas
a sua escolha.
"Ele tem a força
e a agressão necessárias então estamos
esperançosos", disse o veterinário Zainal
Zahari à agência de notícias AP.
Segundo os veterinários,
a reprodução do gavila em cativeiro é
muito difícil, pois essa espécie necessita
de um ambiente semelhante ao seu habitat natural, os pântanos
e rios das florestas de Sumatra e Bornéu.
Zahari, diz que o gavial,
ou Tomistoma schlegelli é inofensivo e sua dieta
é composta basicamente de peixes.
Estudos mostram que
existam apenas 2 mil exemplares desta espécie no
sudeste da Ásia. As fêmeas depositam cerca
de 16 ovos e monitoram o ninho a quatro metros de distância.
Despejo de jacaré
Já em Los Angeles,
na Califórnia (EUA), um jacaré que vivia desde
2005 em um lago da cidade foi capturado depois de escapar
várias vezes das autoridades.
O réptil batizado
de Reggie chamou a atenção da imprensa local,
quando apareceu pela primeira vez em abril de 2006. O animal
estava vivendo no lago Machado, de 2,3 km², no jardim
público Harbor City (sul de Los Angeles).
Depois de várias
tentativas frustradas Reggie foi capturado e levado para
o Zoológico de Los Angeles, há 50 km de sua
casa (o lago). A impressa local acompanhou ao vivo o transporte
até o zôo.
Segundo a prefeitura,
cerca de US$ 200 mil foram gastos para capturar o jacaré.
O animal chegou até o lago através, de um
cidadão que o mantinha em cativeiro, mas resolveu
abandoná-lo, depois de perceber que Reggie crescia
demais.
Anthony Brewer, antigo
dono de Reggie, foi condenado a 3 anos de liberdade condicional
e a 45 horas de trabalhos comunitários. A condenação
deveu-se a Reggie ser um aligátor, nativo da Flórida,
portanto de posse ilegal, segundo as leis daquele estado.
Da Folha de São
Paulo/France Presse |
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Um câncer
devastador está reduzindo a população
do maior marsupial carnívoro da Tasmânia, e
a notícia fez com que a produtora Warner Brothers
convocasse Pernalonga, Patolino e toda a turma de seus desenhos
animados para salvar o diabo da Tasmânia.
E um dos integrantes
da trupe de Pernalonga é o Taz (um demônio
da Tasmânia). Segundo a agência australiana
AAP, a Warner lançara 31 DVDs, com 11 novos títulos
e parte dos lucros será destinado à campanha
na ilha da Tasmânia. Por causa do câncer, a
população do animal já caiu pela metade.
Wayne McLean/Domínio
Público |
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Diabo-da-tasmânia
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Os fundos obtidos com
a campanha intitulada “Looney Tunes to the Rescue” serão
administrados pela Universidade da Tasmânia. Os DVDs
chegam às lojas a partir de 4 de julho em toda a
Austrália.
Se a epidemia de câncer
facial, que afeta a espécie desde a década
de 90, não for controlada, o demônio da Tasmânia
(Sarcophilus laniarius), que é o maior marsupial
carnívoro do mundo, estará fadado a integrar
a lista de animais ameaçados de extinção.
Divulgação |
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Taz, personagem
da Turma do Pernalonga. |
Apesar de não
haver certeza, pesquisadores acreditam que a doença
tem se transmitido através das mordidas, comuns na
disputa de comida entre os demônios. Há ainda
a concorrência com raposas, uma espécie que
foi introduzida na ilha da Tasmânia há seis
anos e pode estar agravando o problema.
Do Estado de São
Paulo/EFE |
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Sheryl Crow: menos
papel higiênico pela preservação do planeta
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Uma visita
ao banheiro, um quadrado de papel higiênico. É
o que deseja a cantora.
O meio artístico
parece ter entrado definitivamente na luta contra o aquecimento
global. A cantora norte-americana Sheryl Crow, sugere que
as pessoas economizem papel higiênico. Ela publicou
em seu site a idéia de limitar o número de
quadrados do papel higiênico em cada visita ao banheiro.
Segundo a cantora,
ela tem pensado em maneiras simples de combater o aquecimento
global e a destruição das florestas. "Minhas
idéias ainda estão se desenvolvendo. Uma das
minhas favoritas é na área de preservação
de árvores", diz.
Reprodução/Divulgação |
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Cantora americana
Sheryl Crow |
"Proponho que
se imponha um limite sobre a quantidade de quadrados de
papel higiênico que usamos cada vez que vamos ao banheiro",
disse. "Não quero privar os americanos de seus
direitos sagrados, mas acredito que somos pessoas suficientemente
aplicadas para que nos adaptemos a usar apenas um quadrado
para cada ida ao banheiro, exceto, claro, nas ocasiões
em que pode ser necessário usar dois ou três".
Menos lenços
A cantora vai além
na preservação das árvores: "Desenhei
uma linha de roupas que tem algo denominado 'mangas para
jantar'. A manga é removível e pode ser substituída
por outra após ser usada", tenta explicar.
"O desenho permitirá
que a pessoa limpe a boca com a manga, em vez de usar outro
produto de papel (...) Essa idéia também poderia
ser usada por quem estiver com um forte resfriado",
eca!
E para finalizar Crow
quer realizar um “reality show”, onde o vencedor seria aquele
que conseguir ser mais amigável a natureza, como
prêmio um contrato de gravação.
Da France Presse/Folha
de São Paulo |
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Condecoração
ao alemão
Uma petição
com mais de 500 assinaturas, pede a condecoração
de Thomas Doerflein, 43, tratador do zoológico de
Berlim, que “adotou” o ursinho polar Knut.
Desde seu nascimento,
em 5 de dezembro de 2006, Doerflein, vem cuidando de Knut,
que foi abandonando, junto com o seu irmão gêmeo,
pela mãe Tosca, logo após o parto.
A petição
disponível na internet, pede ao prefeito de Berlim,
Klaus Wowereit, que ajude na condecoração
a Ordem do Mérito Federal (Bundesverdienstkreuz),
em alemão.
O texto está
disponível em nove línguas: inglês,
finlandês, francês, grego, chinês, italiano,
alemão, polonês e crioulo.
Separação
Segundo os responsáveis
pelo zoológico de Berlim, está chegando a
hora da separação de ‘pai’ e ‘filho’ entre
o tratador Thomas Doerflein e o urso polar Knut.
Knut, que virou símbolo
nacional está crescendo e logo desenvolverá
defesas naturais o que colocará Doerflein em perigo.
Patas fortes, garras afiadas e dentes pontiagudos serão
um ‘empecilho’ entre os dois amigos que ficaram famosos
em milhares de fotos juntos.
Reprodução/Divulgação |
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Ursinho Knut já
acostumado com as câmeras. |
"O período
que Doerflein tem para continuar por perto sem correr nenhum
perigo é de no máximo oito semanas. O contato
direto com a boca e a mandíbula do animal poderá
provocar graves ferimentos nas pessoas", disse Bernhard
Blaszkiewitz, diretor do zoológico de Berlim ao jornal
"Bild".
Knut já foi
visto por mais de 750 mil pessoas nos últimos meses.
Knut vai virar literatura
infantil
A editora norte-americana
Scholastic, da série "Harry Potter", comprou
os direitos de um livro infantil sobre Knut. O urso, que
ficou famoso em todo mundo, já havia se transformado
em mascote da campanha contra o aquecimento global da ONU,
Organização das Nações Unidas.
O conto, escrito por
Craig Hatkoff e suas filhas Juliana e Isabella, estará
á venda na Alemanha e nos Estados Unidos em breve,
informou a direção do zoológico de
Berlim e o grupo americano Turtle Pond.
"Knut ganhará
o coração de milhões de leitores no
mundo todo e chamará a atenção para
os perigos da catástrofe climática",
disse o porta-voz do zôo, Gerald R. Uhlich.
Além do livro,
a editora promete lançar um site e vários
produtos com Knut como principal estrela.
A morte de Knut
Jogo online que mata
o urso Knut gera protestos de zoológico de Berlim.
Segundo o jornal britânico Metro, um jogo na internet,
que tem o objetivo de matar o ursinho preferido da Alemanha,
incitou a ira dos chefes do zôo.
O jogo em que o urso
explode e dissolve em uma poça de sangue, quando
atingido, foi classificado pelo jornal como ‘engraçado
e doentio’. A cada assassinato de Knut o jogador ganha 300
pontos. O Metro ainda diz que cerca de 21 mil pessoas se
registraram no site e atingiram altas pontuações.
O porta-voz dos criadores
do jogo on-line disse que eles jamais torturariam ou matariam
um animal de verdade.
Conheça
o Blog do Knut
Da Folha de São
Paulo/Ansa/EFE |
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