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Veja como foi o Mutirão
Azul... |
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O
Mutirão Azul - Água Viva, realizado
no Parque Ecológico do Guarapiranga, no dia
19 de março, celebrou o Dia Mundial da Água.
O evento que teve a participação do
Pick-upau, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente,
Sabesp, AES Eletropaulo, Tetra Pak, Policia Ambiental
de SP, entre outros parceiros, ofereceu 15 atrações
aos visitantes de todas as idades que compareceram
ao parque. Desde passeio de escuna, pela represa
do Guarapiranga, passando por oficina de reciclagem,
palestras, jogos ambientais, peça teatral
até o encerramento das atividades com o plantio
de mudas de espécies nativas da mata atlântica.
Saiba
mais sobre este evento. |
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| Pick-upau/Wilson
Mahana |
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| Alunos
de escolas públicas recebem informações
sobre recursos hídricos, reciclagem e coleta
seletiva, educação ambiental e consumo
consciente. |
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| Lembranças
do parque: visitantes recebem mudas de árvores
em garrafas PET. |
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| Espaço
Saúde atende público do evento. |
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| Estação
Ciência: Curiosidades e experiências
logo na entrada do parque. |
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| Exposição
sobre a Represa do Guarapiranga atrai público
jovem. |
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De garrafas PET
a carcaças de veículos: Exposição
de lixo retirado da represa impressiona os visitantes. |
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| Crianças
aprendem e se divertem com jogos e brincadeiras
ambientais do NICA (Núcleo Interdisciplinar
de Ciências Biológicas) da Universidade
de Santo Amaro. |
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Oficina de reciclagem
do Pick-upau e da Tetra Pak mobilizam alunos de
escolas públicas durante o evento. |
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Palestra
sobre segurança e eficiência energética
ensina e diverte a criançada. |
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Polícia
Ambiental do Estado de São Paulo participa
do Mutirão Azul - Água Viva com educação
ambiental para crianças e adolescentes.
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Passeio de escuna
pela represa do Guarapiranga foi uma atrações
do evento. |
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Peça
de teatro sobre meio ambiente diverte a platéia. |
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| Plantio
de mudas de espécies nativas da mata atlântica
é realizado no Parque Ecológico do
Guarapiranga. |
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| Voluntários
monitoram visitantes na Trilha da Vida. |
Fotos: Pick-upau/Wilson Mahana
Do Pick-upau
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Pesquisas
da Embrapa Pantanal agora contemplam saneamento |
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Dia Mundial da Água
O Dia Mundial da Água, comemorado neste sábado,
dia 22 de março, tem como tema escolhido pela ONU
(Organização das Nações Unidas)
o saneamento. A Embrapa Pantanal vai iniciar no próximo
mês uma pesquisa que envolve justamente esta temática:
o uso de fossas sépticas biodigestoras nos assentamentos
de Corumbá.
A responsável pelo projeto
de pesquisa é a agrônoma Márcia Toffani,
da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa,
vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento. A pesquisa será desenvolvida com
apoio do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico).
Segundo Márcia, o Brasil está
investindo na infra-estrutura básica, financiando
estações de coleta e tratamento de esgoto
em diversos municípios com recursos do PAC (Programa
de Aceleração do Crescimento). Em Corumbá
essas obras também estão em fase inicial.
“É uma meta do governo federal e uma preocupação
da ONU”, disse.
Ela explica que o tratamento gera
resíduos sólidos, conhecidos como lodo de
esgoto. Na área urbana, esse material pode ser
reaproveitado como fertilizante de plantas, em vez de
ser simplesmente disposto no solo ou despejado em rios
ou aterros.
“Para as comunidades rurais, entre as tecnologias para
tratamento de dejetos humanos, existe a fosse séptica
biodigestora. Vamos testá-la em substituição
às fossas comuns, que apresentam riscos de contaminação
de lençóis freáticos”, afirmou.
A fossa séptica biodigestora,
desenvolvida pela Embrapa, trata somente os resíduos
de vasos sanitários. O tratamento transforma o
resíduo bruto em biofertilizante para uso no solo.
“É rico em material orgânico e nutrientes.”
Além da questão ambiental,
a tecnologia favorece o produtor rural, que poderá
economizar na compra de insumos.
A pesquisa é inovadora na Embrapa Pantanal, que
tem trabalhado com a qualidade de alimentos, saúde
e princípios de agroecologia, que enfatiza a reciclagem
de nutrientes no sistema.
Água
Outras pesquisas sobre a água
são desenvolvidas pela Embrapa Pantanal desde a
década de 1980. “Temos uma base de dados consolidada
com informações coletadas ao longo de 20
anos. Muitas dessas informações já
estão à disposição dos interessados”,
disse a pesquisadora Márcia Divina de Oliveira,
da área de limnologia da Embrapa Pantanal. Limnologia
é a parte da biologia que trata das águas
doces e de seus organismos, principalmente do ponto de
vista ecológico.
Todo esse conhecimento tem permitido
que a Embrapa Pantanal contribua com informações
nos diferentes segmentos da sociedade em questões
relacionadas a recursos hídricos.
Segundo Márcia Divina, as
informações incluem a caracterização
limnológica, incluindo qualidade de água
levantamentos sobre contaminantes, estudos sobre comunidades
aquáticas, gestão de bacias hidrográficas,
entre outras.
Um dos projetos de pesquisa em andamento
é o PELD (Pesquisas Ecológicas de Longa
Duração), que entra em seu oitavo ano. “Ele
deve durar dez anos e faz um monitoramento amplo de toda
a bacia. Pelo menos cinco pesquisadores da Embrapa Pantanal
estão envolvidos com o PELD”, disse Márcia.
Segundo ela, estudos mais detalhados
têm sido feitos em importantes sub-bacias, como
a do Taquari e do Miranda, tributários do rio Paraguai,
sempre com uma visão integrada entre as atividades
presentes na bacia e sua influência na qualidade
e quantidade de água.
“Além disso, temos estudado
o entendimento de processos ecológicos voltados
à área de inundação, como
a importância do pulso de inundação,
a ocorrência de fenômenos naturais como a
decoada, e introdução de espécies
exóticas. Procuramos sempre responder a questões
apresentadas pela comunidade.”
De tudo o que foi pesquisado até
o momento, Márcia Divina sintetiza: “a qualidade
da água hoje em Corumbá é boa. Mas
são extremamente preocupantes os sedimentos e contaminantes
(fertilizantes e pesticidas, além de efluentes
urbanos) que entram no Pantanal através dos tributários
do rio Paraguai. Há presença de contaminação
no início da área de inundação.”
Para Márcia Divina, o sistema
tem capacidade de reter parte desses contaminantes por
meio das plantas aquáticas, embora se mantenham
no sistema e possam acumular e/ou causar danos aos organismos
aquáticos. “A longo prazo não sabemos mensurar
quais serão os reais impactos”, conclui.
Embrapa/Ana Maio |
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Projetos de pesquisa
da Embrapa Pantanal monitoram a água da bacia
do rio Paraguai |
Ana Maio
Embrapa Pantanal
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Pesquisa comprova
qualidade do mel do Pantanal |
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Pesquisa concluída este mês,
pela Embrapa Pantanal, Corumbá (MS), unidade da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada
ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA), revela que a maioria dos méis
silvestres produzidos na fazenda Nhumirim, no Pantanal
da Nhecolândia, no período de 2006 a 2007,
apresentaram padrões de qualidade compatíveis
com as normas estabelecidas pela legislação
em vigor.
O coordenador do projeto e pesquisador da Embrapa Pantanal,
Vanderlei dos Reis, explica que esses dados são
relevantes, pois foram obtidos através de análises
químicas e sensoriais, que reforçam a excelente
qualidade do mel silvestre obtido na região. Ele
ressalta que a produção apícola na
fazenda Nhumirim foi realizada em caráter experimental
e que a Embrapa Pantanal não comercializa mel,
atuando com ênfase nas pesquisas e na transferência
de tecnologia sobre apicultura.
Reis disse que o principal destaque
dos parâmetros analisados diz respeito ao baixo
teor de umidade encontrado em todas as amostras e explica
que esse dado revela o adequado tempo de validade dos
produtos obtidos, já que o baixo teor de umidade
propicia condição desfavorável ao
crescimento de microrganismos que o deteriorariam.
Outro resultado positivo, salientado
pelo estudioso, foi o baixo teor de hidroximetilfurfural
(HMF), uma substância formada naturalmente, durante
o processo de armazenamento do produto, em função
da desidratação da frutose do mel, e que
pode alterar o valor nutricional desse produto apícola.
“Esse dado indica que o transporte e o armazenamento do
mel foram conduzidos de forma adequada em relação
às condições climáticas da
região, que de forma geral, são muito quentes
e que poderiam afetar na qualidade do mesmo. Além
disso, vale informar que em méis adulterados o
HMF apresenta teor elevado, em função da
adição de xarope de milho ou beterrada”,
explica Reis.
O pesquisador destaca ainda que o
teor de minerais encontrado nas amostras analisadas confirma
que a produção foi realizada numa área
geograficamente “limpa”, ou seja, isenta de contaminação
por metais pesados. “O conteúdo de minerais gera
dados inéditos, que poderão auxiliar na
classificação do mel do Pantanal, a partir
da correlação da composição
dos metais com a origem geográfica. Cabe ainda
destacar que a predominância de cores claras nas
amostras, aliada ao resultado positivo de aprovação
dos participantes das análises sensoriais, em relação
ao sabor e impressão geral dos méis pesquisados
são favoráveis, e podem resultar num produto
de alta aceitação nos mercados nacional
e internacional”, afirma Reis.
Através desses resultados,
a equipe de pesquisadores concluiu que a produção
do mel da Embrapa Pantanal, na fazenda Nhumirim, é
conduzida de forma adequada, tanto no que diz respeito
ao manejo apícola quanto em relação
às boas práticas de fabricação.
“Sendo assim, esperamos que os conhecimentos validados
neste trabalho possam contribuir com novas diretrizes
para a expansão da apicultura com qualidade no
Pantanal, fornecendo subsídios para a consolidação
da cadeia produtiva apícola regional e o desenvolvimento
de um produto de alto valor agregado, através de
futuras ações como, por exemplo, a certificação
de origem geográfica do mel obtido no Pantanal”,
salientou Reis.
Embrapa/Vanderlei
dos Reis |
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Abelhas de apiário
da fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal |
Reis agradece a todos os colegas
da Embrapa Pantanal que gentilmente participaram da análise
sensorial dos méis e acrescenta que essa pesquisa
foi financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq), através
do Programa de Recursos Humanos para Atividades Estratégicas
em Apoio à Inovação Tecnológica
(RHAE - Inovação - Processo nº 555365/2005-0).
Christiane Rodrigues Congro
Bertoldi
Ana Maio
Embrapa Pantanal
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Mutirão Azul:
Água Viva no Parque Ecológico do Guarapiranga |
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Dos 1,3 bilhão de km3 de água
existente no mundo apenas 2,7% são doce, e desse
total somente 0,01% se encontra nos rios. O Brasil, que
mereceu um farto quinhão na repartição
desse recurso da natureza, possui 13,7% da água
doce do planeta. Mas, um problema, 80% dessas águas
encontram-se na Amazônia. São Paulo ficou
com apenas 1,6% para tocar a locomotiva da nação,
que responde por 35% do PIB e 22% da população
nacionais.
O cenário se torna um pouco mais cinza se fecharmos
o foco sobre a Região Metropolitana de São
Paulo, que concentra 50% do PIB e da população
estaduais. Aqui, a carência de água já
é uma realidade. Quase a metade dos 70 m3 por segundo
de água consumida é bombeada do Rio Juqueri,
levando a ameaça de colapso também para
as cidades da bacia do Piracicaba-Capivari-Jundiaí.
A situação, em menor grau, se repete no
Vale do Paraíba e na Baixada Santista.
Os participantes serão induzidos
a refletir sobre as responsabilidades individuais e coletivas
na poluição de rios e lagos, a utilização
racional da água e a necessidade de preservação
de matas ciliares, tratamento de esgotos, assoreamento
dos corpos d’água e outras questões, para
garantir a qualidade das águas. Saiba
mais!
Do Pick-upau
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Governo norte-americano divulgou
que o “wolverine”, também conhecido como "carcaju"
ou "glutão", não receberá
nenhuma proteção especial, segundo os americanos,
não há necessidade de tal assistência
porque o animal não está ameaçado
de extinção.
"De acordo com as regras da
Lei das Espécies Ameaçadas, a população
americana não é significativa para a viabilidade
da espécie como um todo", disse a porta-voz
do Serviço de Vida Selvagem e Pesca, Diane Katzenberger.
A decisão não foi bem
aceita por pesquisadores, que dizem que o raro e agressivo
animal pode desaparecer. Os cientistas acreditam que isso
é um retrocesso e ressaltam que outros animais
dos Estados Unidos são protegidos por lei, mesmo
tendo populações grandes no Canadá,
como os ursos cinzentos e as águias carecas.
"Este país nunca abriu
mão de proteger o que está em suas fronteiras",
afirmou Jamie Rappaport Clark, que dirigiu o órgão
durante o governo Clinton e hoje trabalha em um grupo
ambientalista. "A administração atual
está jogando essa responsabilidade para os países
a norte e a sul de nós", afirmou.
Organizações não-governamentais
ambientalistas estão planejando um processo legal.
"Não vivemos no Canadá. Vivemos em
Washington, Montana e Idaho e é importante termos
wolverines aqui", disse Joe Scott, do grupo Conservation
Northwest.
Reprodução
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Carcaju ou 'wolverine'
registrado em um refúgio nos EUA |
Do Portal G1/AP
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Pesquisadores dinamarqueses, alemães
e americanos encontraram os esqueletos dos mais antigos
jumentos domésticos, animais que viveram em Abidos,
no Médio Egito, há cerca de 5.000 anos.
A descoberta foi publicada na revista científica
“PNAS”.
Os cientistas dizem que os
bichos são bem parecidos com seus primos selvagens
da Etiópia e da Núbia (atual Sudão)
e apresentam lesões nos ossos e nas cartilagens,
o que indica uma vida inteira carregando peso. No entanto,
os antigos egípcios enterraram os jumentos no cemitério
do faraó, em túmulos só para eles.
Divulgação/PNAS |
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Esqueletos dos
animais achados em sepulturas de Abidos, Médio
Egito. |
Do Portal G1
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Turista é atacada
por leão no Zimbábue |
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A turista inglesa, Kate Drew, 28,
sobreviveu ao ataque de um leão em uma reserva
do Zimbábue, o felino mordeu seu pescoço
e só desistiu da turista depois da ação
dos guardas do parque.
Socorrida, precisou levar 13 pontos,
mas ainda sim não perdeu o bom humor. Segundo reportagem
do jornal britânico “Daily Mail”, o leão
queria apenas brincar, atraídos por seu cabelo
loiro. Drew, que é professora, fazia trabalho voluntário
na Tanzânia desde setembro de 2007, quando decidiu
viajar para a África.
Reprodução/Daily
Mail |
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Instantes antes
do ataque, a turista alisava os 'mansos' leões. |
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Imagem mostra
o momento exato do ataque do leão à
professora inglesa |
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Depois do ataque,
ainda com marcas de sangue e curativo na cabeça,
Drew sorri para a câmera |
Do Portal G1
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Nova espécie
de macaco é descoberta no Amazonas |
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Brasileiros descobrem nova espécie
de macaco no norte do Amazonas. O uacari vive em florestas
ás margens do alto rio Negro, próximo da
fronteira com a Venezuela. A descoberta do macaquinho
(Cacajao ayresi, ou uacari-do-aracá) que tem pelagem
preta foi publicada na revista especializada "International
Journal of Primatology".
"Os índios e os caboclos
da região comentaram com a gente que havia esse
uacari [nome popular dado aos macacos do gênero
Cacajao] de rabo preto. Numa das expedições,
nós subimos e descemos a serra do Aracá,
que tem mais de 1.000 metros de altitude. E, na descida
da serra, vimos o grupo de uacaris", diz conta o
carioca Jean Boubli, da Universidade de Auckland, na Nova
Zelândia.
"Conseguimos uma autorização
do Ibama e recolhemos alguns exemplares. Mas, na hora,
não me pareceu que o bicho fosse tão diferente
assim dos uacaris já conhecidos", completa
o pesquisador.
Com alimentação a base
de sementes, o uacari mede menos de 40 centímetros,
fora cauda, que chega a 20 centímetros e pesa cerca
de 2 kg. a recém descoberta já corre risco,
"Se acontecer alguma perturbação ambiental
mais grave, ou se a caça aumentar muito, ele pode
correr perigo", alerta o pesquisador.
Do Portal G1
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Pepino-do-mar inspira
plástico que pode revolucionar próteses |
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Uma das criaturas mais estranhas
dos oceanos, o pepino-do-mar, foi a inspiração
para a criação de um novo tipo de material
que pode revolucionar os implantes médicos. Segundo
os pesquisadores, o plástico é capaz de
mudar de rígido para flexível e vice-versa
em segundos, basta acrescentar água.
O procedimento é muito parecido
com o mecanismo utilizado pelo do pepino-do-mar para se
defender. O estudo foi publicado na revista “Science”
e foi realizado por pesquisadores da Universidade de Cleveland,
nos Estados Unidos.
Do Portal G1
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Nova temporada de
auroras boreais |
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A primavera está chegando
no hemisfério norte e com ela a temporada de auroras
boreais. A Nasa se prepara para intensificar os estudos
sobre esse fenômeno natural. Embora ainda não
saibam por que isso acontece, os pesquisadores sabem que
as semanas em volta dos equinócios (20 de março
e 23 de setembro) são as mais promissoras para
o fenômeno.
As auroras boreais são causadas
pela atividade do Sol, quando partículas solares
interagem com a atmosfera terrestre. No ano passado, a
Nasa lançou várias sondas (Missão
Themis) para estudar melhor esta atividade natural.
Do Portal G1
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Bebê lêmur
nasce em zoológico de Paris |
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Um bebê lêmur-coroado
(Propithecus verreauxi coronatus), batizado de Kibongo,
é o mais novo morador do zoológico de Paris.
A espécie que é nativa da ilha de Madagascar,
leste da África, está classificada como
‘vulnerável’.
Do Portal G1
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Há 80 milhões
de anos, Brasil era cercado por água |
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Cientistas da Universidade de Sydney,
Austrália, desenvolveram um mapa que mostra como
eram as bacias oceânicas do mundo há 80 milhões
de anos. Na ilustração o Brasil aparece
“cercado” por água.
O estudo publicado na revista científica
“Science”, afirma que o nível do mar era 170 metros
mais elevado do que o atual. Para reconstituírem
as bacias oceânicas do período Cretáceo,
os pesquisadores utilizaram dados geofísicos sobre
as mudanças ocorridas com a produção
da crosta oceânica, as fronteiras da placa tectônica
e a acumulação de sedimentos.
Segundo os pesquisadores, o volume
de água das bacias oceânicas era maior porque
as temperaturas eram mais elevadas, o que levou ao derretimento
das camadas atuais de gelo da Terra. O cientista Dietmar
Müller, que liderou a pesquisa, acredita que esses
dados ajudarão a entender o que irá acontecer
com o planeta, "entender melhor como a Terra poderá
mudar no futuro".
Dietmar Müller/Reprodução
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Da Folha de São Paulo/BBC
Brasil
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A revista científica “Science”
apresenta um estudo sobre o hormônio responsável
pela transformação da camuflagem de uma
espécie de lagarta. O hormônio diminui com
o passar do tempo e faz a lagarta passar da fase “titica”
para a fase “folha”, dizem os cientistas Ryo Futahashi
e Haruhiko Fujiwara.
Além do padrão geral
de cores, o hormônio também parece influenciar
o desenvolvimento de estruturas de superfície e
a distribuição de pigmentos em pontos específicos
do corpo.
Divulgação/Science |
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Três estágios
do desenvolvimento da lagarta |
Da Folha de São Paulo
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Fóssil de réptil
marinho é o maior já encontrado |
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Pliossauro gigante viveu na era jurássica,
há mais de 150 milhões de anos e foi descoberto
em uma das ilhas do arquipélago norueguês
de Svalbard. Junto com o “monstro”, como foi apelidado,
foram descobertos mais 40 répteis.
Com 15 metros de comprimento do focinho
à nadadeira, o “monstro” é 20% maior do
que o maior réptil marinho já encontrado
então, disse paleontólogo o Jorn Hurum,
da Universidade de Oslo.
"Nós fizemos uma ampla
pesquisa e agora sabemos que temos o maior pliossauro
já encontrado", disse Hurum à BBC.
"A nadadeira tem três metros de comprimento
e poucas partes estão faltando. Na segunda-feira,
nós juntamos todos os ossos e ficamos impressionados,
pois nunca havíamos visto a ossada completa",
completa o paleontólogo.
"Se você comparar o crânio
de um grande pliossauro com o de um crocodilo, fica claro
que o do pliossauro é muito mais desenvolvido para
morder. Tem músculos muito maiores e mandíbulas
mais robustas", disse Forrest. "Um grande pliossauro
era grande o suficiente para abocanhar um carro pequeno
e parti-lo ao meio."
O fóssil foi escavado em agosto
de 2007.
Do Portal G1/BBC
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Um estudo publicado revela que os
mamíferos antigos dominaram terra, água,
ar e ainda caçavam e devoravam dinossauros.
Divulgação |
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| Dois
Repenomamus se alimentam com filhotes de dinossauro
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“Não acho que os mamíferos
grandes fossem comuns nessa época, mas me parece
possível que encontremos espécies ainda
maiores”, diz Yaoming Hu, pesquisador do Museu Americano
de História Natural que colaborou para revelar
os dois fósseis para o mundo. “O tamanho não
é, em si, uma surpresa tão grande”, explica
Anne Weil, paleontóloga da Universidade Duke (Estados
Unidos). “Nos últimos dez anos, os pesquisadores
têm achado várias evidências de mamíferos
grandes no Mesozóico [nome dado à era dos
dinos]. O problema é que eram só fragmentos.
As espécies de Repenomamus são excepcionais
porque esqueletos quase inteiros estão preservados.”
Divulgação |
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O
Castorocauda parece ser tão desenvolto dentro
d'água quanto uma lontra ou um castor |
Mas o que pode mudar com esses achados
para o que sabemos sobre a evolução do nosso
grupo? “Significa essencialmente que ainda precisamos
descobrir quase tudo sobre os mamíferos mesozóicos.
Animais aquáticos, planadores, predadores de dinossauros
etc. talvez constituam apenas a ponta do iceberg do que
as investigações futuras trarão”,
diz o paleontólogo Reinaldo José Bertini,
da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Rio Claro.
Divulgação |
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O
Volaticotherium planava como os esquilos-voadores
ou colugos modernos |
“Dava para dizer que o Repenomamus
era um carnívoro só de olhar para o crânio
dele, mas o que comia? Estamos acostumados a pensar nos
dinossauros como predadores e nos mamíferos como
presas. Claramente, os ecossistemas da época eram
mais complicados do que isso”, diz Anne Weil. Veja mais
no G1.
Divulgação |
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Par de Fruitafossor
se banqueteia com insetos do Mesozóico |
Do Portal G1
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Pela primeira vez desde que nasceram,
os filhotes gêmeos de uma ursa polar do Zoológico
de Schoenbrun, em Viena, na Áustria, saíram
para dar um passeio.
Os dois machos nasceram no dia 30
de novembro e têm cerca de 80 centímetros
de altura. Os novos moradores do zôo ainda não
receberam nomes.
Do portal G1/BBC
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