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Besouro transforma
floresta canadense em emissor de CO2 |
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Uma invasão de besouros (Dendroctonus
ponderosae) em pinheiros no Canadá está
causando mais que a destruição de milhares
de árvores, segundo uma pesquisa, por volta de
2020, os besouros terão causado tanta devastação
que a floresta será um emissor líquido de
dióxido de carbono (CO2).
"Quando as árvores são
mortas, deixam de ser capazes de retirar carbono da atmosfera.
Quando mortas, começam a se decompor, o que libera
dióxido de carbono", disse Werner Kurz, do
Serviço Florestal Canadense.
"Este é o tipo de feedback
que nos preocupa muito no ciclo do carbono: um planeta
mais quente que leva a, neste caso, uma infestação
de insetos que libera mais carbono na atmosfera, o que
pode elevar o aquecimento", disse um cientista especializado
em ciclo do carbono, Andy Jacobson, da Administração
Nacional de Oceano e Atmosfera (NOAA) dos EUA. "O
efeito de longo prazo me parece assustador", disse
Jacobson, que não tomou parte no estudo, publicado
na revista Nature.
O estudo indica que ao longo de 21
anos, as árvores mortas pela infestação
de besouros poderão emitir cerca de 990 milhões
de toneladas de CO2 na atmosfera, o equivalente a cinco
anos de emissões do setor de transporte canadense.
A praga já atinge cerca de 133 mil quilômetros
quadrados de pinheiros canadenses e já causaram
os mesmos danos em árvores dos EUA com cerca de
6 mil quilômetros quadrados no Colorado.
Associated Press/G1
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Inventário
aponta maiores indústrias emissoras de CO2 |
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As oito primeiras colocadas no inventário
das 100 maiores indústrias emissoras de gás
do efeito estufa são responsáveis por 63%
do total de emissões do Estado de São Paulo,
o que equivale a mais de 18 milhões de toneladas
de CO2 por ano. A informação foi divulgada
durante a apresentação feita pelo diretor
de Engenharia, Tecnologia e Qualidade Ambiental da CETESB,
Marcelo Minelli, na reunião do CONSEMA - Conselho
Estadual do Meio Ambiente, em São Paulo.
Conheça
as empresas campeãs em poluição...
SMA-SP/Cetesb
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A floresta de várzea
no estuário do rio Amazonas |
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As florestas de várzea destacam-se
no ambiente do estuário amazônico, no Estado
do Amapá. Este rico ecossistema, repleto de palmeiras
abundantes em açaí, murumuru e andiroba,
foi a base de uma pesquisa acadêmica do engenheiro
florestal José Antônio Leite de Queiroz,
da Embrapa Amapá. O estudo deu origem à
tese de doutorado em Ciências Florestais pela Universidade
Federal do Paraná, intitulada "Estrutura e
dinâmica em uma floresta de várzea do rio
Amazonas no Estado do Amapá". Na manhã
desta sexta-feira, 25, Antônio Leite vai apresentar
uma palestra sobre o tema, no auditório da Embrapa
Amapá.
A tese teve como objetivo estudar
a composição florística, a estrutura
e a dinâmica do componente arbóreo de uma
floresta de várzea do estuário do rio Amazonas,
especificamente no Estado do Amapá, comparando
os resultados da parte interna da foz do rio Amazonas
com os da parte externa da foz. No total foram encontradas
102 espécies e 82 gêneros, de 36 famílias
botânicas, num total de 5.421 indivíduos.
Seis espécies ocorreram em seis amostras: andiroba,
goiaba-braba, murumuru, açaí e capoteiro.
De acordo com Antônio Leite,
a conclusão é de que existe diferença
entre a floresta de várzea da parte interna da
foz e da parte externa da foz do rio Amazonas. "A
parte interna é mais rica em espécies, apresenta
maior densidade e maior área basal, com possibilidades
de incremento da produção de frutos de açaí,
madeiras e frutos e sementes para extração
de óleo, mediante a aplicação de
técnicas silviculturais", descreveu. Já
na parte externa da foz, ele afirma que foi observado
potencial para obtenção de produtos não-madeireiros,
como açaí, murumuru, andiroba e pracaxi.
Para chegar a esta conclusão,
ele realizou pesquisa bibliográfica e de campo.
"Embora os estudos em áreas de extrativistas
ribeirinhos deixe os resultados susceptíveis a
interferências, resultante da relação
do homem com a floresta, é o ambiente que melhor
reflete a dinâmica florestal, quando se trata do
ecossistema estuarino amazônico", ressalta
Antônio Leite. Ele constatou, entre outra situações,
que uma prática comum entre os extrativistas é
o corte de árvores de pequenos diâmetros
e a limpeza das touceiras de açaizeiros para facilitar
o acesso aos cachos, o que traz reflexos na dinâmica
do ambiente e impacto negativo sobre a diversidade florística
da área.
Antônio Leite relata ainda
que a palmeira açaí se destaca por ocupar
os três estratos da floresta e ser a primeira na
posição sociológica. "Os resultados
indicam maior possibilidade de utilização
econômica dos recursos florestais na parte interna
da foz do rio Amazonas, inclusive para o manejo florestal
madeireiro. Na parte externa da foz o potencial é
limitado ao manejo florestal não-madeireiro".
O que faz o açaizeiro sobreviver e manter alta
densidade no estuário amazônico do rio Amazonas?
Os resultados desta pesquisa constatam que isso acontece
devido à elevada produção de sementes
e facilidade de germinação do açaizeiro.
"Além disso, a estratégia desenvolvida
pela espécie, com as raízes elevando o estipe
acima do nível máximo alcançado pela
água durante o período de inundação
do solo, e o elevado número de perfilhos que a
touceira pode chegar a emitir, favorece sua sobrevivência",
acrescentou o engenheiro florestal.
Nesta pesquisa para doutorado observou-se
também que a constante derrubada da palmeira bassu,
para a retirada do "tururi", utilizado na confecção
artesanal de bolsas, tocas e outros acessários,
começa a causar prejuízos na população
da espécie. "Isso mostra que algumas atividades
familiares, mesmo o artesanato, quando realizadas de forma
não-sustentável, pode causar danos para
a diversidade florestal", avalia Antônio Leite.
Entre as recomendações
do doutor em Ciências Florestais estão a
realização de eventos para discutir inventários
fitossociológicos na floresta de várzea
do estuário amazônico, a fim de aplicar os
resultados da pesquisa; a continuidade a pesquisas em
dinâmica florestal, ampliando os dados pesquisados
para outras áreas do estuário amazônico,
a realização de estudos voltados para sementes
e mudas de espécies florestais de várzea
do estuário amazônico, a produção
de mudas visando melhorar o conhecimento sobre a identificação
botânica da regeneração e coleta de
sementes visando compreender a dispersão das mesmas
na área e a sucessão ecológica das
espécies. A tese de doutorado de José Antônio
Leite de Queiroz foi orientada pelo professor doutor Sebastião
do Amaral Machado e teve como co-orientadores os professores
doutores Roberto Tuyoshi Hosokawa e Ivan Crespo Silva.
Dulcivânia Freitas
Embrapa Amapá
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Raposa
Serra do Sol: Terra da discórdia |
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Terra Indígena Raposa Serra
do Sol vive dias de tensão e guerrilha...
Roosewelt
Pinheiro/Abr |
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Vila Surumu (RO)
- Barreira montada por moradores da terra indígena
Raposa Serra do Sol para impedir entrada de policiais
federais na área. |
Terra Indígena
São Marcos (RR) - Igreja e escola na comunidade
do Milho, vizinha à Raposa Serra do Sol. |
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Roosewelt
Pinheiro/ABr |
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Boa Vista - Policial
federal durante a preparação de equipamentos
a serem usados em caso de confronto na Terra Indígena
Raposa Serra do Sol |
Boa Vista (RR)
- Quarenta e cinco agentes da Força Nacional
chegam à capital de Roraima para participar
da Operação Upatakon 3, que prevê
a retirada dos não-índios da Terra
Indígena Raposa Serra do Sol |
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Roosewelt
Pinheiro/ABr |
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| Boa Vista - Caminhonetes
transportam equipamentos a serem usados em caso
de confronto na Terra Indígena Raposa Serra
do Sol. |
Boa Vista - Policiais
federais preparam equipamentos a serem usados em
caso de confronto na Terra Indígena Raposa
Serra do Sol |
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| Roosewelt
Pinheiro/ABr |
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| Boa Vista - Arrozeiros
e simpatizantes comemoram a decisão do Supremo
Tribunal Federal que suspendeu a desocupação
da Terra Indígena Raposa Serra do Sol pela
Polícia Federal |
Vila Surumu (RR) - A suspensão
da operação Upatakon 3 resultou na
liberação de acessos à Terra
Indígena Raposa Serra do Sol. Nos igarapés
onde as pontes foram destruídas, a passagem
foi refeita com terra jogada pelos arrozeiros. Na
foto, uma grande bandeira brasileira hasteada na
entrada da Vila Surumu, onde antes havia uma bandeira
da Venezuela |
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Roosewelt Pinheiro/ABr |
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| Vila Surumu (RR) - A suspensão
da operação Upatakon 3 resultou na
liberação de acessos à Terra
Indígena Raposa Serra do Sol. Nos igarapés
onde as pontes foram destruídas, a passagem
foi refeita com terra jogada pelos arrozeiros |
Vila Surumu (RR) - A suspensão
da operação Upatakon 3 resultou na
liberação de acessos à Terra
Indígena Raposa Serra do Sol. Nos igarapés
onde as pontes foram destruídas, a passagem
foi refeita com terra jogada pelos arrozeiros. Na
foto, uma grande bandeira brasileira hasteada na
entrada da Vila Surumu, onde antes havia uma bandeira
da Venezuela |
Saiba
mais sobre o conflito
Agência Brasil
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Internet
brasileira ganha site inédito de busca por pontos de
coleta seletiva e reciclagem |
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Ferramenta online Rota da Reciclagem
(www.rotadareciclagem.com.br), criada pela Tetra Pak com
suporte do Google Maps, aponta cooperativas, pontos de
entrega voluntária e comércios ligados à
cadeia de reciclagem em todo o Brasil São Paulo,
março de 2008 – Em uma iniciativa inédita
para a Internet brasileira, a Tetra Pak disponibiliza
o primeiro buscador específico de pontos de coleta
seletiva e reciclagem de embalagens longa vida (caixas
de leite, sucos, molhos de tomate e outros alimentos).
O novo buscador, denominado Rota da Reciclagem, conta
com a tecnologia do Google Maps para apontar a localização
e o contato de cooperativas, pontos de entrega voluntária
de materiais recicláveis e comércios ligados
à cadeia de reciclagem de embalagens da Tetra Pak
pós-consumo em todo o território
nacional.
O buscador ‘Rota da Reciclagem’ foi
criado a partir da necessidade de encontrar pontos de
entrega de materiais recicláveis em diversas cidades
do País, vasculhando detalhadamente as regiões
ao redor do endereço pesquisado. O funcionamento
é simples: basta digitar o endereço e o
buscador encontra os locais mais próximos onde
é possível entregar as embalagens da Tetra
Pak para reciclagem. “A Tetra Pak possui grande conhecimento
na área de coleta seletiva e reciclagem, funcionando
como catalisadora neste processo, criando mercado para
os recicláveis e tecnologias de reciclagem”, afirma
Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra
Pak. “mapeamos a cadeia de reciclagem no Brasil e a partir
de agora, vamos dividir este conhecimento com todos os
interessados no assunto. Essa é uma forma de disseminar
o conceito da coleta seletiva e aumentar o volume de material
pós-consumo reciclado”, completa Fernando.
A iniciativa conta com a tecnologia
inovadora do Google Maps. “Ficamos felizes em ver o ótimo
uso que a Tetra Pak fez do Google Maps”, diz Patrícia
Pflaeging, diretora de marketing do Google Brasil. O Google
Maps está disponível para utilização
em iniciativas que estimulem a interação
com os usuários e prestem serviço à
comunidade. “No caso da Rota da Reciclagem, entendemos
que se trata de um serviço à população
e ao meio ambiente”, diz Patrícia.
O Google disponibiliza no site http://code.google.com
os códigos para que programadores possam usar a
base de informações de seus produtos, como
o Maps, para enriquecer o conteúdo de um site.
Esse recurso é conhecido como um “mashup” – um
tipo de aplicação que funciona quando ferramentas
tecnológicas do Google são embutidas em
sites de terceiros. “A Tetra Pak é uma das pioneiras
em usar esse serviço no Brasil e uma das empresas
que melhor utilizou nossa tecnologia até agora”,
afirma Patrícia.
Passo a passo – Ao digitar o endereço
do buscador (www.rotadareciclagem.com.br), o internauta
se deparará com uma página explicativa de
como utilizar a ferramenta. Abaixo, seguem as orientações
básicas:
1. Digitar o endereço pretendido
no campo em branco
2. Escolher o tipo de iniciativa da qual quer informação,
entre cooperativas, comércios e pontos de entrega
voluntária;
3. Clicar em Pesquisar no Mapa
4. O mapa mostrará sua localização
e as iniciativas escolhidas mais
próximas;
5. Clicar com o mouse sobre o ícone das iniciativas
para ter mais
informações. Usar os botões + e -
para alterar o zoom e as setas, ou o próprio mouse,
para se movimentar.
Reciclagem – As embalagens
da Tetra Pak são 100% recicláveis e o Brasil
é um dos grandes recicladores mundiais, além
de pioneiro em algumas das tecnologias de reciclagem deste
tipo de envase. As embalagens podem ser transformadas
em caixas de papelão, telhas e placas para construção
civil, canetas, vassouras, etc. Atualmente, mais de 30
empresas brasileiras reciclam a embalagem da Tetra Pak,
gerando empregos e renda em uma cadeia de reciclagem que
cresce ano a ano no País.
Da Tetra Pak
Liliana Morales
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Exposição
mostra “animais do futuro” |
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Reprodução/The
Future is Wild Limited - Pictural Charts Educational
Trust |
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Daqui a 200 milhões
de anos, 'oisson' seria um descendente dos peixes-voadores
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Reprodução/The
Future is Wild Limited - Pictural Charts Educational
Trust |
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Com sete metros
de altura, o tortunossauro evoluiria a partir das
modernas tartarugas-gigantes |
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Reprodução/The
Future is Wild Limited - Pictural Charts Educational
Trust |
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Lesma de pele
endurecida desenvolveria defesa contra falta d'água |
Da BBC/Portal
G1
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Embrapa
Pantanal atua em projeto de gestão de bacia hidrográfica
em Bonito |
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Pesquisadores
da Embrapa Pantanal e a Área de Comunicação
e Negócios da Unidade estão envolvidos no
projeto GEF Rio Formoso, em Bonito (MS), e iniciam suas
atividades no município. O projeto começou
em 1997, passou por amplo processo participativo da comunidade
e de capacitação do corpo técnico.
As primeiras ações começaram a mostrar
resultados no ano passado.
Financiado pelo Banco Mundial, o
GEF (Gestão Integrada da Bacia Hidrográfica
do Rio Formoso) tem como objetivo o uso racional dos recursos
naturais. Para isso, realiza ações em áreas
demonstrativas para entregar a produtores locais tecnologias
de geração de renda com proteção
ambiental das propriedades.
Importante cidade turística
do Brasil, Bonito é famosa por seus rios transparentes,
cachoeiras e grutas. A maioria dos passeios turísticos
fica em propriedades particulares. O projeto prevê,
inclusive, a recuperação de áreas
degradadas.
Três pesquisadores da Embrapa
Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento,
já participaram de cursos oferecidos pelo projeto
e vão iniciar suas atividades ainda neste semestre.
São eles o zootecnista Frederico Lisita e os agrônomos
Alberto Feiden e Márcia Toffani.
Lisita já participou de três
cursos oferecidos pelo projeto. Ele vai trabalhar com
sistema agrosilvopastoril (uso de árvores em faixas
nas áreas agrícolas e plantio no meio de
pastagens). "Também vamos atuar na recuperação
de áreas de preservação permanente
e de outras matas, além do uso de espécies
forrageiras", disse ele. Segundo o pesquisador, a
Embrapa Pantanal já enviou a Bonito sementes de
melancia forrageira.
Os agrônomos Alberto Feiden
e Márcia Toffani também participaram de
um curso do projeto. Ela vai atuar no uso e aproveitamento
de resíduos de esgoto e ele, na produção
agroecológica dos assentamentos. "Vamos acompanhar
a transição para a produção
orgânica e o uso de adubos verdes", afirmou
Alberto. O pesquisador disse que pretende implantar uma
unidade de observação em Bonito ainda neste
mês, com o apoio do zootecnista.
Visita
Na semana passada, comunicadores
das três Unidades da Embrapa no Mato Grosso do Sul
(Corumbá, Campo Grande e Dourados), da Fundação
Cândido Rondon, da Conservação Internacional
e do próprio projeto se reuniram em Bonito para
conhecer as atividades.
O grupo conheceu os SAFs (Sistemas
Agroflorestais) de diversas propriedades, a Usina de Processamento
de Lixo, o Viveiro Municipal, nascentes de rios e o assentamento
Santa Lúcia. O coordenador técnico local,
Airton Garcez, mostrou os primeiros resultados práticos
do GEF em Bonito.
SAFs são áreas dentro
das propriedades reservadas a um plantio diferenciado,
onde ocorre a exploração vertical do espaço.
Nessa área é feita uma verdadeira mistura
de espécies: mandioca, angico, mamão, café,
cana, melancia, abacaxi, guandu, abóbora, pimenta,
guariroba, aroeira, amora, bocaiúva, embaúba,
flor de mel... enfim, uma grande variedade.
Airton explicou que, no início,
todas as espécies se desenvolvem bem. Com o tempo,
sobrevivem apenas as mais altas e as que suportam sombreamento.
As plantas que morrem acabam servindo de matéria
orgânica para ajudar no desenvolvimento das outras.
A vantagem do sistema é a
possibilidade de recompor matas com a exploração
simultânea de algumas espécies. Pela diversidade
de plantas, o SAF atrai animais silvestres e pássaros
(que dispersam sementes), altera a relação
entre umidade e temperatura, principalmente a do solo,
e melhora a qualidade do ambiente. “Com o SAF o proprietário
produz o ano inteiro”, lembra Airton.
Ana Maio/Embrapa |
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Usina de processamento
de lixo de Bonito vai trabalhar com material orgânico |
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Jornalistas, biólogas
e integrantes do GEF visitam sistema agroflorestal |
A desvantagem, segundo ele, é
a necessidade de mão-de-obra. “Mas o SAF é
importante para fixar o homem no campo.”
Lixo
A usina de lixo receberá investimentos
do GEF ainda neste semestre e passará a processar
o lixo orgânico (úmido). O resíduo
obtido será reaproveitado na produção
de substrato para o viveiro de mudas e como fertilizante
natural para os assentamentos de Bonito. “Haverá
um retorno econômico indireto”, explicou o agrônomo
Paulo Sérgio Gimenes, da Agraer (Agência
de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural)
de Bonito. Além disso, o chorume (resíduo
líquido do lixo orgânico) poderá ser
utilizado para desentupimento de bicos de irrigação.
De acordo com Gimenes, também
está prevista a implantação de um
biodigestor na usina. Um triturador de galhos será
instalado e vai reduzir a quantidade de queima de galhos
na área urbana.
Todo esse trabalho será
acompanhado de ampla atuação da equipe de
educação ambiental do GEF, que já
desenvolve atividades em Bonito. “É fundamental
que a população colabore com a separação
do lixo antes da coleta”, afirmou o agrônomo.
Ana Maio
Embrapa
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Aquecimento global
fará preço da cerveja aumentar |
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Preparem-se! O preço da cerveja
irá aumentar nas próximas décadas
e segundo cientistas da Nova Zelândia, a culpa é
o aquecimento global. A pesquisa indica que áreas
de plantio da cevada ficarão mais secas, o que
reduzirá a safra da matéria-prima.
Pick-upau/Reprodução |
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Aquecimento Global:
Cerveja ficará mais cara |
Jim Salinger, especialista ambiental
do Instituto de Água e Pesquisa Meteorológica
neozelandês, diz que o aquecimento global destruirá
grande parte do cultivo de cereal na Oceania e aposta
em uma grande redução na produção
de cerveja nos próximos 30 anos. "Nesse caso,
os pubs terão de deixar de servir cerveja ou ela
será muito mais cara", disse o cientista.
A cevada é um dos principais
ingredientes da cerveja, junto com a água e o lúpulo.
Da EFE
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‘Wolverine da Califórnia’
tem genes desconhecidos |
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Testes de DNA realizados por cientistas
americanos nas fezes do ‘wolverine’ fotografado nas montanhas
da Califórnia, revelaram que o animal não
pertence à espécie que vivia há décadas
na região. Outros testes serão realizados
para avaliarem a origem do misterioso bicho. Esta espécie
havia desaparecido da Califórnia na década
de 1920 e serviu de inspiração para o nome
do mutante mais famoso dos X-Men.
Reprodução |
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Espécie
registrada em cativeiro. |
Do Portal
G1
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Cineastas
contaram com a colaboração de elefantes para
registrar imagens inéditas em um parque nacional
na Índia. As cenas foram capturadas a partir de câmeras
presas às trombas dos animais e controladas por controle
remoto.
Disfarçadas de pedras e troncos
de árvores, as câmeras também registraram
imagens de animais bem de perto, como ursos, tigres e
macacos. "Com essas filmadoras, aonde quer que os
tigres fossem e o quer que fizessem, conseguíamos
filmar", disse o produto John Downer.
Imagem do documentário
Tiger-Spy in the Jungle, BBC 1/ John Downer Productions) |
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O documentário
produzido em ‘parceria com os elefantes será
exibido pela TV britânica BBC. |
Do Portal
G1/BBC
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O que pode ser mais eficiente se
você se deparar com um urso, uma arma de fogo ou
um spray de pimenta? Segundo uma pesquisa feita pela Universidade
Brigham Young, nos Estados Unidos, a melhor maneira de
se proteger é utilizar o spray.
O americano Thomas Smith que pesquisa
ursos há 16 anos, diz que nunca precisou usar armas,
no entanto afirma nunca ter encontrado com um urso nervoso
e para comprovar sua tese, Smith realizou um levantamento
sobre todos os ataques de ursos no Alaska.
Divulgação |
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Projetos de pesquisa
da Embrapa Pantanal monitoram a água da bacia
do rio Paraguai |
Segundo o estudo, em 92% dos casos
registrados, o spray de pimenta foi o suficiente para
evitar o pior, das 175 pessoas envolvidas, apenas três
se feriram e nenhuma precisou ser hospitalizada. Já
com as armas, esse número cai para 67%, e a resposta
para a diminuição é o fato da “vítima”
ter que acertar a mira em um momento de pânico,
e de acordo com Smith, são necessários quatro
tiros para parar um urso.
Smith ainda afirma que muitas vezes
não é necessário nem usar o spray.
É muito importante manter a calma e tentar ficar
parado, quando paramos os ursos também param e
na maioria das vezes desiste do ataque, diz o pesquisador.
Os resultados da pesquisa foram publicados na revista
especializada “Journal of Wildlife Management”.
Do Portal G1
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Google Israel “apaga
as luzes” por meio ambiente |
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Internautas que acessaram o buscador
Google Israel na última semana tiveram uma grande
surpresa. No lugar do tradicional fundo branco encontraram
uma tela negra. Essa foi a maneira que o gigante da internet
usou para colaborar com a campanha Earth Hour, uma iniciativa
para reduzir o consumo de energia elétrica no planeta.
Por outro lado, um estudo divulgado
no ano passado pelo próprio Google afirmava que
o fundo negro da tela consumiria mais energia que o tradicional
branco utilizado universalmente pelo grupo.
Reprodução
Da Folha de São Paulo
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Pesquisa conduzida por José
Antonio Barbosa, da Universidade Federal de Pernambuco,
Alexander Kellner, do Museu Nacional da Universidade Federal
do Rio de Janeiro, e Maria Somália Sales Viana,
da Universidade Estadual Vale do Acaraú relata
descoberta de um crocodilo pernambucano.
O fóssil foi encontrado em
rochas de origem marinha e não estava completo.
Os cientistas conseguiram recuperar crânio, mandíbula,
ossos da pata da frente, vértebras e costelas,
entre outros cacos, o suficiente para caracterizá-lo
como uma nova espécie. O fóssil foi batizado
de Guarinisuchus munizi e tinha cerca de 3 metros de comprimento.
Do Portal G1
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Saúvas estão
no Brasil há 10 milhões de anos |
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Uma dupla de pesquisadores americanos
acaba de divulgar um estudo sobre as formigas saúvas.
Segundo os cientistas, elas teriam evoluído há
pelo menos 10 milhões de anos.
Ted Schultz e Seán Brady,
da Instituição Smithsonian acompanharam
as origens e a genealogia de todas as formigas. O artigo
foi publicado na revista científica “PNAS”. A pesquisa
indica que o sistema utilizado pelas saúvas, que
cortam folhas para usar como adubo para “lavouras”, levou
outros bichos a se tornarem herbívoros nos trópicos
do Novo Mundo.
Do Portal G1
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Leões de Guarulhos
de casa nova |
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O casal de leões do zoológico
de Guarulhos ganhou uma nova moradia, os moradores que
pesam cerca de 200 quilos cada, agora têm mais espaço
e uma ‘decoração’ com menos grades, concreto
e um paisagismo mais agradável para os felinos.
Divulgação |
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Leões de
casa nova. |
Da Folha de São Paulo
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