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Índios kadiweu
querem resgatar o cavalo Pantaneiro |
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Índios
da tribo kadiweu receberam neste fim de semana (dias 7
e 8 de junho) representantes do Ministério da Agricultura
e da Embrapa Pantanal na aldeia Alves de Barros, no município
de Porto Murtinho (MS). Os visitantes acompanharam uma
festividade indígena e receberam um pedido formal
dos índios: eles querem ajuda para resgatar a criação
do cavalo Pantaneiro.
Segundo as pesquisadoras Sandra Santos
e Raquel Soares Juliano, da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS),
Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
- Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento, os cavalos existentes
nas seis aldeias da tribo foram descaracterizados com
o passar do tempo.
“Eles utilizam cavalos como meio
de transporte, manejo do gado, para caçar e em
corridas”, disse Sandra, que desenvolve pesquisas sobre
características de adaptabilidade de cavalos Pantaneiros.
Ela afirmou que a Embrapa Pantanal
deve ser uma das parceiras em um projeto a ser liderado
pelo ministério, com a participação
da Funai (Fundação Nacional do Índio),
do Iagro (Agência Estadual de Inspeção
Sanitária Animal e Vegetal), entre outras Instituições.
O objetivo é a reintrodução da raça
na comunidade.
Sandra afirmou também que
os índios pediram apoio para diversificar a produção
– querem desenvolver outras criações, além
da pecuária. “Eles são muito preocupados
com a sustentabilidade.”
A área dos kadiweu em Porto
Murtinho chega a 538 mil hectares, onde vivem cerca de
1.500 pessoas. Eles eram conhecidos como índios
‘guaicurus’ ou ‘índios cavaleiros’, devido à
habilidade na montaria e ao vasto rebanho eqüino.
Também participaram da visita Helinton Rocha, diretor
de Programas da SDC (Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário
e Cooperativismo) e Celso Martins, chefe do Serviço
de Política e Desenvolvimento Agropecuário
da Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária
e Abastecimento no Mato Grosso do Sul, ambos do Ministério
da Agricultura. Da Embrapa Pantanal também participou
o assistente Hidelberto Petzold.
Divulgação
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Índios
kadiweu montam em cavalos na aldeia Alves de Barros |
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Reunião
entre índios e representantes do Mapa e da
Embrapa |
Ana Maio
Embrapa Pantanal
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Neozelandeses criam blog do descongelamento
de lula gigante. Museu da Nova Zelândia Te Papa
Tongarewa publicou fotos e áudio do processo na
web.
Pesquisadores mostram todos os detalhes
do processo de estudo da lula gigante. Veja mais: http://blog.tepapa.govt.nz/category/colossal-squid
Divulgação
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Um dos pesquisadores
examina o cadáver do supermolusco |
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Infelizmente,
a maioria dos tentáculos do bicho foi perdida
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Do G1
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CD educativo valoriza
fauna do Pantanal brasileiro |
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A Embrapa
Pantanal e a Conservação Internacional (CI)
estão lançando o CD “Nossos Bichos” – Mamíferos
do Pantanal, elaborado pelo pesquisador Guilherme Mourão
e sua orientada Ísis Medri. Dois lançamentos
foram programados: um em Campo Grande, no dia 4 de junho,
e outro em Corumbá, no dia 10.
O material estará disponível
para download no site www.cpap.embrapa.br a partir das
18h desta quarta-feira, dia 4. Basta o internauta acessar
o link CD Nossos Bichos, no site da Embrapa Pantanal,
e preencher os dados solicitados. Após este preenchimento,
o internauta receberá em seu email o link para
download.
Em Corumbá, Guilherme fará
uma demonstração do CD e prepara a distribuição
de um exemplar para cada escola presente no encontro mensal
com todos os professores e diretores de escolas municipais.
Em Campo Grande o lançamento do CD foi organizado
pela CI e será na Lalai Doces, às 18h30,
junto com outras duas publicações da Conservação
Internacional: o livro Fazenda Rio Negro: Tradição
e Conservação no Pantanal Mato-Grossense
e a revista Biô.
Segundo Guilherme, o CD foi concebido a partir de palestra
interativa que o pesquisador da Embrapa Pantanal preparou
para um fórum em um colégio de Corumbá.
O material foi adaptado e se transformou em dois jogos
educativos para crianças do ensino fundamental.
Pelo CD, crianças aprendem muito sobre a fauna
do Pantanal: os nomes dos bichos, o que comem, seus hábitos,
pegadas e sons.
“É preciso conhecer para
conservar. A educação ambiental é
fundamental para que as crianças aprendam desde
cedo sobre a importância da conservação
da biodiversidade”, diz o pesquisador da Embrapa-Pantanal
(Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O CD contém ainda um arquivo
com informações adicionais de cada animal
citado com o objetivo de apoiar os professores na sala
de aula, além de uma bibliografia adicional para
aquele que desejar se aprofundar no conteúdo.
“O material oferece às crianças
a possibilidade de aprender brincando sobre biologia e
conservação de espécies”, diz Mariza
Silva, especialista em articulação ambiental
da CI-Brasil e coordenadora geral do projeto do CD.
Reprodução/Walfrido
Tomás |
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Tamanduá-bandeira,
um dos mamíferos do Pantanal |
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Fêmea de
veado campeiro, uma das espécies pantaneiras |
Ana Maio
Embrapa Pantanal
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Biólogos da
Nicarágua descobrem nova espécie de salamandra
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Uma nova espécie de salamandra
que vive no vulcão Maderas, na ilha de Ometepe,
situada no Grande Lago da Nicarágua (sul), acaba
de ser descoberta, dizem biólogos nicaragüenses.
"Podemos considerar a partir de agora que estamos
diante da presença de uma nova espécie de
grande potencial endêmico para a ilha de Ometepe",
declarou Silvia Robleto, da equipe de pesquisa, ao jornal
"Nuevo Diario".
A descoberta trata-se de “um anfíbio
com cauda e patas achatadas, em forma de lagartixa, do
gênero Bolitoglossa”. O estudo teve a supervisão
do Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais (Unies),
em coordenação com a Universidade Autônoma
da Nicarágua (Unan). Os dados da descoberta foram
encaminhados ao departamento Herpetologia do Museu de
História Nacional Senckenberg, em Frankfurt, na
Alemanha, especializado no estudo de répteis e
anfíbios.
Divulgação
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Salamandra do
gênero Bolitoglossa, espécie encontrada
no vulcão Maderas, na Nicarágua. |
Da France Presse/Folha de São
Paulo
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Aves atacam moradores
para defender território nos EUA |
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Moradores de Chicago, nos Estados
Unidos, têm vivido nos últimos tempos uma
espécie de ‘remake’ de “Os Pássaros”, filme
de 1963, dirigido por Alfred Hitchcock apesar dos especialistas
terem alertado os moradores sobre os ataques.
Com um comportamento extremamente
territorial, pássaros-pretos-de-asa-vermelha, também
conhecidos como tordos-sargentos, não têm
distinção de seus alvos, pedestres ou ciclistas,
todos são atingidos pelas aves. Uma das vítimas
foi a executiva Holly Grosso. Ela descreveu a experiência
como "bizarra".
Segundo o ornitólogo Doug
Stotz, do museu Field, os ataques ocorrem com mais freqüência
em parques e colônias de férias, próximos
a reservatórios e do lago Michigan.
Reprodução
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Fêmeas têm
plumagem rajada, padrão muito diferente da
apresentada nos machos |
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Tordo-sargento
ou pássaro-preto-da-asa-vermelha (Agelaius
phoeniceus) macho |
Da Associated Press/Folha Online
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Os dez animais mais
mortíferos do planeta |
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Nem leão, nem tubarão-branco
o campeão da lista, segundo site "LiveScience",
é o mosquito. O 'ranking da morte' traz animais
óbvios no quesito ‘mortíferos’ e curiosidades,
como a vespa-do-mar australiana. De acordo com a lista,
sapos, águas-vivas e elefantes são animais
com os quais temos que tomar bastante cuidado.
A naja, apesar de não ter
o veneno mais mortal, é a campeã de mortes
todos os anos. Já a água-viva, conhecida
na Austrália vespa-do-mar (Chironex fleckeri),
possui em cada tentáculo, veneno suficiente para
matar 60 pessoas, é seis vezes mais potente que
o veneno do último colocado, o sapo, conhecido
como flecha-venenosa (entre outros nomes comuns à
família Dendrobatidae, especialmente o Phyllobates
terribilis).
Já outros animais da lista
vencem a batalha pela força. É o caso do
tubarão-branco, do leão e do urso polar.
Veja a lista:
1 - Mosquito
2 - Naja
3 - Vespa-do-mar australiana
4 - Tubarão-branco
5 - Leão
6 - Crocodilo de água salgada da Austrália
7 - Elefante
8 - Urso Polar
9 - Búfalo
10 - Sapo venenoso
Divulgação
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Phyllobates terribilis,
sapo venenoso dourado encontrado na Colômbia,
ocupa a décima posição entre
os mais mortíferos |
Da Folha de São Paulo/AP
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Peixe venenoso aparece
em águas cubanas |
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Uma espécie venenosa dos oceanos
Índico e Pacífico, o peixe-leão,
voltou a ser encontrado em águas cubanas, informou
a imprensa oficial de Cuba. Muito apreciado por seu exotismo,
o peixe que mede cerca de 40 cm, da cauda à cabeça
e tem o corpo coberto por espinhos repletos de veneno,
é bastante procurado por donos de aquários.
"Por ser um fenômeno novo
em Cuba, não podemos assegurar que se transforme
em um perigo iminente para as pessoas", disseram
ao jornal "Juventud Rebelde" os especialistas
do Aquário Nacional de Cuba Armando Olaechea e
Raúl Igor Corada.
O peixe-leão foi encontrado
pela primeira vez em águas orientais de Santiago
de Cuba, em junho de 2007, depois foi visto no litoral
de Caibarién, no centro do país e nas províncias
de Havana, Matanzas e Ciego de Ávila.
"Ainda não conhecemos
exatamente o que pode ocorrer com o peixe-leão.
Talvez não se adapte completamente ao Caribe --o
que duvidamos-- ou talvez desloque outras espécies",
afirmou o ictiólogo cubano Alain Durán,
citado pelo jornal.
Segundo o jornal "Juventud Rebelde"
declara que sua presença no litoral local "não
deve alarmar ninguém, porque não é
realmente um fato generalizado" e ressalta que "geralmente,
eles são encontrados entre os recifes e não
em praias limpas".
Reprodução
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Peixe-leão,
espécie exótica que possui espinhos
venenosos em seu corpo, voltou a ser encontrado
em águas cubanas |
Da Efe/Folha de São Paulo
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Cientistas tentam
salvar pingüins que engoliram petróleo |
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Pesquisadores da Universidade do
Vale do Itajaí (Univali), em Santa Catarina, tentam
salvar a vida de seis pingüins-de-magalhães
(Spheniscus magellanicus) que chegaram nas praias do estado.
Os animais foram encontrados com
o corpo coberto de óleo cru (petróleo) e
com vestígios de ingestão do combustível.
As aves estão sendo tratadas no Laboratório
de Reabilitação de Aves e Mamíferos
Marinhos da Univali.
Os pingüins vieram da Patagônia
e chegaram em Santa Catarina trazidos por correntes marítimas,
dizem os pesquisadores, que pretendem devolver os animais
a natureza o mais rápido possível.
Divulgação
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Animais engoliram
óleo cru e estão debilitados |
Do G1
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Pick-upau celebra
Ano Internacional do Planeta Terra em evento de 14 dias |
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| Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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| Oficina
de pintura diverte crianças em evento do
Pick-upau, no Shopping SP Market. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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| Ativista
do Pick-upau faz pintura de face em crianças
durante evento. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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| Informação
ambiental na folheteria. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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| Pequenos
ativistas: Crianças brincam com jogos ambientais
e ganham bonés do Pick-upau. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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| Jogos
e brincadeiras ambientais divertem pais, filhos
e avós. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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| Exposição
"Zona Selvagem" encanta paulistanos. Ativista
do Pick-upau fala sobre Unidades de Conservação
no Estado de São Paulo. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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Visitantes do Lounge
Meio Ambiente participam de cyberações
do Pick-upau contra o desmatamento na Amazônia
e a construção de Angra 3. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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| Documentários
e exposição de banners sobre fauna
e flora são destaque no espaço meio
ambiente do Pick-upau, no Shopping SP Market. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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Crianças
aprendem a separar o lixo. Campanha contra o tráfico
de animais impressiona visitantes do estande. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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Oficina
de segurança e eficiência energética
da AES Eletropaulo mobiliza público no espaço
meio ambiente do Pick-upau no Shopping SP Market. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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Projeto Outono -
Folhas do Conhecimento, do Pick-upau realiza exposição
literária de meio ambiente. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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Visitantes
aproveitam para filiar-se ao Pick-upau. Informações
sobre biomas brasileiros. |
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Pick-upau/Wilson
Mahana/J. Andrade |
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Público
comparece ao Lounge Meio Ambiente. |
Saiba mais sobre a Semana do Meio Ambiente 2008 do Pick-upau.
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Publicidade |
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