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'Zona Selvagem"
chega a Estação Imigrantes do Metrô de SP |
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Exposição Zona Selvagem,
produzida pelo Pick-upau em parceria com o fotógrafo
naturalista J. Andrade, chega a Estação
Imigrantes do Metrô de São Paulo. Mostra
traz os detalhes da biodiversidade da capital paulista,
a maior cidade brasileira. Imagens da fauna e da flora
de parques como o ‘Fontes do Ipiranga’, ‘Jaraguá’
e ‘Ecológico do Guarapiranga’ trazem uma metrópole
diferente da que os paulistanos estão acostumados
a ver. Saiba
mais!
Serviço:
Exposição Zona Selvagem
Onde: Metrô de São Paulo
Data:
Julho – Estação Imigrantes (Linha 2 Verde)
Paralela ao Viaduto Saioá e perpendicular à
Av. Dr. Ricardo Jafet.
20.000 passageiros/hora/pico
Agosto – Estação Capão
Redondo (Linha 5 Lilás)
Av. Carlos Caldeira Filho, 4261
22.038 passageiros/hora/pico
Setembro – Estação
República (Linha 3 Vermelha)
Rua do Arouche, 24
80.000 passageiros/hora/pico
Horário: Funcionamento do metrô
Sites:
Metrô de SP: http://www.metro.sp.gov.br/
J. Andrade: http://www.jotandrade.com/
Do Pick-upau
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Pesquisa revela que papagaios são
primos de sabiás e gaviões. Com a ajuda
de dados de DNA, uma equipe internacional de pesquisadores
diz ter traçado o primeiro álbum de família
de todas as espécies vivas de aves. A pesquisa
foi publicada na revista científica americana “Science”
Robert Luecking/Divulgação |
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Arara-vermelha
(Ara macao) |
Até hoje não havia
consenso entre pesquisadores sobre a classificação
de milhares de espécies de aves, só existiam
duas ‘certezas’: os penosos mais primitivos seriam o grupo
de emas e avestruzes e, classificados num outro grupo
à parte, as galinhas, patos e semelhantes. O restante,
cerca de 95% das espécies conhecidas, não
havia concordância.
Stephanie Ware/Divulgação |
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Cardeal e outros
pássaros canoros, da ordem dos passeriformes
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A explicação, segundo
a pesquisadora americana Rebecca Kimball, do Departamento
de Zoologia da Universidade da Flórida em Gainesville,
era a maneira como o grupo evoluiu.
Natalie A. Wright/Divulgação
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Beija-flor |
"Há quem considere que
elas se diversificaram para ocupar uma grande quantidade
de nichos ecológicos vazios no fim do Cretáceo
[há 65 milhões de anos], quando os dinossauros
se extinguiram", conta Kimball. "Por outro lado,
alguns estudos genéticos apontam que essa diversificação
se deu antes disso, então não dá
para ter certeza."
Sushma
Reddy/Divulgação |
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Curiangos, bichos noturnos que ficam quase invisíveis
perto da vegetação amarelada ou amarronzada
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A pesquisa promete uma revolução
na classificação destas espécies
e novas discussões sobre o caso. A matéria
completa foi publicada no Portal G1.
Do Portal G1
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Corais sofrem com
aquecimento e dependem de organismos simbiontes |
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Pesquisadores do Centro de Estudos
Marinhos da Universidade de Queensland, na Austrália,
identificaram que invertebrados marinhos dependem de um
tipo específico de zooxantelas - simbiontes microscópicos
parentes das algas -, para sobreviverem ao aquecimento
das águas marinhas.
Segundos os pesquisadores, algumas
colônias são ‘apoiadas’ por esse tipo de
alaga microscópica que resiste ao calor intenso,
outras, contudo, possuem parceiras mais frágeis,
e acabam morrendo por conta do efeito estufa.
Antes da pesquisa, acreditava-se
que os corais poderiam “trocar” de simbionte, adquirindo
zooxantelas mais resistentes ao calor. Porém, os
estudos australianos mostram que a troca não ocorre:
os corais e os simbiontes mais fracos morrem juntos, restando
somente os resistentes. A pesquisa foi publicada na revista
científica “PNAS”.
Foto: Ove Hoegh-Guldberg/Divulgação |
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Coral Stylophora
pistillata em Israel: sem o simbionte microscópico,
a criatura adquire uma coloração esbranquiçada |
Do Portal G1
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Desmatar é
remédio para crise de alimentos, diz governador do MT |
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O governador do Mato Grosso, Blairo
Maggi (PR), defendeu claramente o direito ao desmatamento,
desde que não ilegal, como uma forma “inevitável”
para combater a ‘crise global de alimentos’, revela reportagem
da Folha de São Paulo.
Em entrevista ao jornal, Blairo Maggi,
avalia que será necessário encontrar uma
“posição intermediária” que assegure
o aumento da produção agrícola. Maggi,
além de governador é um dos maiores produtores
agrícolas do país, considerado o Rei da
Soja.
"Com o agravamento da crise
de alimentos, chegará a hora em que será
inevitável discutir se vamos preservar o ambiente
do jeito que está ou se vamos produzir mais comida.
E não há como produzir mais comida sem fazer
a ocupação de novas áreas e a retirada
de árvores", defende Maggi.
Valter Campanato/Abr |
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Brasília
- Governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, fala
à imprensa após encontro com outros
governadores para avaliar as propostas do Programa
de Aceleração do Crescimento (PAC)
e discutir sugestões que serão levadas
ao presidente Lula. O encontro foi na residência
oficial do governador do Distrito Federal, José
Roberto Arruda. |
O Mato Grosso está em primeiro
lugar entre os estados que mais desmatam a floresta amazônica.
Segundo levantamento do Ministério do Meio Ambiente,
os municípios que mais destroem a floresta estão
no estado, cerca de sete dos dez primeiros eram mato-grossenses.
A reportagem da Folha apurou que Blairo Maggi controla
um quarto das 36 cidades apontadas pelo MMA como as campeãs
do desmatamento.
Dados do INPE (Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais) revelam que a destruição
está em ritmo acelerado, em uma média de
mais de 1.000 quilômetros quadrados por mês.
Já um relatório do BIRD (Banco Mundial)
demonstra que, entre 2000 e 2005, o Brasil desmatou cerca
de 31 mil km? de sua área florestal, o que colocou
o país no topo dos desmatadores do mundo.
Da Folha de São Paulo
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Homens são
mortos e comidos por ursos na Rússia |
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Um grupo de ursos que buscava alimentação
matou e comeu dois homens em uma zona mineradora na península
de Kamtchatka, leste da Rússia. Centenas de geólogos
e mineradores trabalham na região. Cerca de 30
ursos-pardos-de-kamtchatka ‘participaram da caçada’,
que culminou na morte dos dois vigias, informou a agência
de notícias Itar-Tass.
Esta espécie de urso é
um dos maiores predadores do planeta, o macho chega a
três metros de altura e pode pesar quase 700 quilos.
Mais de 400 trabalhadores não retornaram às
minas com medo de novos ataques.
Ataques de ursos a humanos são
corriqueiros nesta região, onde cerca de 16 mil
ursos vivem.
Reprodução
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Urso-pardo-de-Kamtchatka
(Ursus arctos beringianus) é um dos maiores
predadores do mundo; macho pode chegar a três
metros |
Da Efe/folha de São Paulo
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Insetos fazem ‘reforma
agrária’ para ocupar plantas |
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Um estudo realizado por pesquisadores
da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, revela que
os insetos podem ser capazes de promover uma espécie
de ‘reforma agrária’, dividindo uma mesma planta
conforme as necessidades de um bom convívio entre
os ‘sem-folhas’. Essa divisão pode ser feita, inclusive,
por espécie de insetos, enquanto um grupo ocupa
um lado da planta, o concorrente vive do outro sentido.
Anteriormente, a maioria dos pesquisadores
acreditava que a diversidade das plantas equivalia à
diversidade de insetos, no entanto, a pesquisa feita com
moscas-de-fruta, publicada na revista “Science”, demonstra
que diferentes insetos podem conviver no mesmo vegetal.
Em uma das espécies monitoradas, cerca de 13 espécies
de insetos conviviam em harmonia.
Divulgação |
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Insetos não
utilizam a planta toda e, por isso, dividem o convívio.
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Do Portal G1
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Lontra-do-nariz-peludo,
única em cativeiro ganha santuário |
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A única lontra-do-nariz-peludo
em cativeiro no mundo ganhou uma nova casa no Camboja.
A mudança faz parte de uma ação de
conservação da espécie, que é
rara e está ameaçada de extinção.
O macho, que foi batizado de Dara,
foi solto em seu novo lar, no zoológico de Phnom
Tamau, em meados de junho. O local fica próximo
da capital do país, Phnom Penh.
Dois monges budistas acompanharam
a lontra em sua estréia na nova casa, para dar
as bênçãos segundo a tradição
cambojana, informou a Conservation International (CI).
"Dara poderá ser o pioneiro
de uma população em cativeiro --quando e
se encontrarmos uma fêmea para ele", diz Annette
Olsson, pesquisadora da CI no Camboja.
Ameaçado de extinção,
o animal teve um árduo caminho até o cativeiro.
Ele foi resgatado quando sua mãe foi morta por
um pescador no lago Tonle Sap. Levado ao zôo de
Angkor, teve de deixar o local após seu fechamento
em meio a casos de morte e desaparecimento de animais.
Há cerca de dez anos, a lontra-do-nariz-peludo
havia sido dada como extinta. Pouco depois, pesquisadores
encontraram uma pequena população na natureza,
em áreas no Camboja, Tailândia, Vietnã
e Sumatra.
Divulgação |
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Lontra-do-nariz-peludo
(Lutra sumatrana) já foi dada como extinta
há cerca de dez anos; há apenas um
espécime em cativeiro |
Da France Presse/Folha de São
Paulo
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Golfinho é
encontrado morto em jardim de casa na colina |
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Jornais britânicos publicaram
um misterioso caso nesta semana. Um golfinho foi encontrado
morto em um jardim de uma casa em Portland, Dorset, sul
da Inglaterra, em uma colina que fica a mais de 800 metros
do mar.
Mike Elliott, 28, e Gary Harvey,
23, dizem não saber como o animal de quase um metro
de comprimento foi parar lá. "Acordei, olhei
pela janela e o vi", contou Harvey ao jornal "Daily
Mail".
Os dois engenheiros da Marina britânica
comunicaram a polícia, que buscou esclarecer o
episódio percorrendo a vizinhança. Autoridades
de proteção animal recolheram o golfinho,
cuja causa da morte ainda é desconhecida. Responsáveis
pelo resgate identificaram duas perfurações
na barriga do animal que parecem ter sido causadas por
um arpão.
Reprodução |
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História
foi parar nas páginas dos jornais britânicos;
autoridades ainda não sabem como animal foi
parar no jardim da casa |
Da Folha de São Paulo
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Manguezal intacto
vale US$ 40 mil por hectare |
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Pesquisa no golfo da Califórnia
mostrou que área de vegetação é
berçário de espécies e seu valor
real do ecossistema em potencial pesqueiro é 600
vezes maior que o oficial.
Segundo o estudo, os manguezais do
mundo podem valer bem mais para a economia e para a biodiversidade
que os preços insignificantes pelos quais essas
áreas costumam ser vendidas para especuladores
imobiliários.
Octavio Aburto/Divulgação |
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Cardume de peixes
jovens da espécie Lutjanus argentriventris
nadam por entre raízes do manguezal |
Um estudo feito pelo pesquisador
Octavio Aburto-Oropeza, do Instituto Scripps de Oceanografia,
Califórnia, Estados Unidos, demonstra que as capturas
pesqueiras no Oceano Pacífico, próximo a
região do golfo da Califórnia, está
diretamente ligada à quantidade de manguezais intactos.
Segundo o pesquisador, cada hectare de manguezal proporciona
dividendos de pesca equivalentes a US$ 40 mil por ano,
mais de 600 vezes que o valor da terra estipulado pelo
governo mexicano. A pesquisa foi publicada na revista
científica “PNAS”.
Octavio Aburto/Divulgação |
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Peixe da espécie Lutjanus novemfasciatus
em seu habitat
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Do Portal G1
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Pássaro proibido
da Bíblia é nomeado ave nacional de Israel |
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Israel nomeou a poupa (Upupa epops)
como sua ave nacional. O pássaro, conhecido mundialmente
como hoopoe - ou duchifat em hebreu -, é narrado
no Antigo Testamento (Levítico 11:19 e Deuteronômio
14:18), como alimento “sujo” e proibido para os judeus.
O presidente Shimon Peres disse que
a ave foi vencedora de um concurso que aconteceu junto
com aniversário de 60 anos do Estado de Israel,
localizado na rota de aves migratórias entre a
Europa e a África. A votação mobilizou
cerca de 155 mil pessoas e a poupa ganhou o concurso de
duas outras espécies o bulbul da mancha amarela
(Pycnonotus goiavier) e o Cinnyris oseus, conhecido como
palestine sunbird.
Divulgação |
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Hoopoe ou poupa,
pássaro cujo nome científico é
Upupa epops; ave foi vencedora de concurso nacional
realizado em Israel |
O Livro de Levítico classifica
a poupa no grupo de pássaros como a águia,
o falcão e o pelicano, consideradas "abominações",
indignas de servirem de alimento. Os pássaros possuem
de 25 a 30 centímetros de comprimento, com envergadura
de quase 50 centímetros.
Da Reuters/Folha de São Paulo
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Operação
Natureza – Programa Córrego Limpo |
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Com o objetivo de reverter a degradação
dos córregos, o Governo do Estado de São
Paulo e a Prefeitura do Município de São
Paulo lançaram o Programa Córrego Limpo,
que faz parte de um projeto maior intitulado "Operação
Natureza”.
Em uma primeira fase, serão
despoluídos 42 córregos, beneficiando 2,4
milhões de pessoas e uma área de 204 km2,
ou seja, 25% da população paulistana, num
prazo de dois anos. Contudo, o cronograma total prevê
que 300 córregos estejam despoluídos num
período de dez anos.
O Programa Córrego Limpo prevê
o aprimoramento dos sistemas de coleta de esgotos. Para
isso, uma força-tarefa da Sabesp irá executar
obras para ampliar as redes existentes, eliminar os lançamentos
clandestinos de esgotos nos córregos e galerias
de águas pluviais e também melhorar os sistemas
de envio de esgotos às estações de
tratamento. Os empreendimentos também possibilitarão
o aumento do número de residências conectadas
às redes da Sabesp, o que significa mais esgotos
coletados e tratados.
Meio ambiente: nosso espaço
Além do trabalho da Prefeitura
e do Governo, a participação da comunidade
é primordial para o sucesso do programa. Por isso
será realizado um Projeto de Educação
Ambiental junto à população para
conscientizar as pessoas sobre a importância de
não depositar lixo e entulho nas ruas ou nos córregos,
fazer a ligação de esgotos e cuidar das
instalações residenciais. Um outro trabalho
prevê a transformação de 8 áreas
em parques lineares, proporcionando mais lazer e saúde
à população.
Faça Sua Parte
Mantenha o córrego limpo
Além da tecnologia e dos procedimentos
dos profissionais da Sabesp, a colaboração
da população na conservação
das instalações é fundamental. A
rede coletora, por exemplo, é imprescindível
para afastar os esgotos, evitar doenças e despoluir
o meio ambiente, principalmente os córregos e rios
da cidade.
É muito importante ressaltar
que não se deve jogar lixo na rua e encostas dos
córregos, a fim de evitar a contaminação
dos recursos hídricos e as enchentes durante o
período de chuvas.
Mais informações nos
sites:
www.corregolimpo.com.br
www.sabesp.com.br
Da Sabesp
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Exposição
'Zona Selvagem' chega ao Metrô de São Paulo |
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Exposição Zona Selvagem,
produzida pelo Pick-upau, em parceria com a Secretaria
Estadual de Meio Ambiente de SP, chega ao metrô
de São Paulo. Mostra começa ‘tour’ pela
estação Imigrantes, segue para Capão
Redondo e encerra a apresentação na República.
Serviço:
Exposição Zona Selvagem
Onde: Metrô de São Paulo
Data:
Julho – Estação Imigrantes (Linha 2 Verde)
Paralela ao Viaduto Saioá e perpendicular à
Av. Dr. Ricardo Jafet.
20.000 passageiros/hora/pico
Agosto – Estação Capão
Redondo (Linha 5 Lilás)
Av. Carlos Caldeira Filho, 4261
22.038 passageiros/hora/pico
Setembro – Estação
República (Linha 3 Vermelha)
Rua do Arouche, 24
80.000 passageiros/hora/pico
Horário: Funcionamento do metrô
Sites:
Metrô de SP: http://www.metro.sp.gov.br/
J. Andrade: http://www.jotandrade.com/
Da Redação |
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Pesquisa integra coletas
e permite comparar padrões ecológicos do Pantanal
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Pesquisadores de diferentes áreas
do conhecimento estão utilizando uma metodologia
conhecida como “grade” para fazer coleta de material nos
mesmos pontos de fazendas do Pantanal. Essa padronização
vai facilitar a integração de dados, a definição
de indicadores para estabelecer critérios de manejo
e a comparação de padrões ecológicos
entre áreas distintas ao longo do tempo.
O projeto começou a ser implantado
na fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal, em 2007. Inicialmente
os recursos eram do projeto da Rede de Sustentabilidade
da Pecuária no Pantanal, mantida pelo CPP (Centro
de Pesquisa do Pantanal) e MCT (Ministério da Ciência
e Tecnologia).
Desde abril deste ano, a Embrapa
também passou a financiar o projeto, por meio do
Macroprograma 2, que contempla a sustentabilidade e a
competitividade, com recursos do Agrofuturo. Suzana Salis
é a coordenadora do projeto na Embrapa Pantanal
(Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Walfrido Tomás/Embrapa |
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Estagiária
prepara armadilha de queda para répteis e
anfibios na grade da Nhumirim |
Ela disse que o projeto tem a participação
de 12 pesquisadores da Unidade, além de pós-graduandos
e representantes de entidades parceiras. Com a pesquisa,
vão surgir informações integradas
sobre vegetação herbácea, vegetação
arbórea, fauna (répteis, anfíbios,
aves, mamíferos de médio e grande porte,
morcegos, roedores), microbiologia de solos e características
hidroclimáticas.
O pesquisador Walfrido Tomás,
da Embrapa Pantanal, coordenou a implantação
da grade permanente da fazenda Nhumirim em 2007. Ele disse
que módulos de grades serão implantados
também em outras propriedades da planície
pantaneira. “Quanto maior a área de abrangência,
melhor para entendermos as variações regionais
daquilo que estamos medindo”, afirmou.
Walfrido Tomás/Embrapa |
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Equipe do MCT
visita a fazenda da Embrapa Pantanal |
Como as coletas serão realizadas
nos mesmos pontos (mesma altitude), a pesquisa vai favorecer
o entendimento dos efeitos dos pulsos de inundação
do Pantanal. “Só na Nhumirim são 30 pontos
de coleta em praticamente todas as situações
da paisagem”, explicou Walfrido.
Segundo ele, ao comparar padrões
ecológicos ao longo dos anos, será possível
avaliar inclusive efeitos das mudanças climáticas.
Na fazenda Nhumirim existe uma RPPN (Reserva Particular
do Patrimônio Natural) de 870 hectares, onde há
20 anos não entra boi. Com essas coletas, será
possível comparar áreas manejadas e não
manejadas da biodiversidade.”
Ana Maio
Embrapa
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Peça teatral
estimula reflexão sobre mudanças climáticas
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Já estreou em Corumbá
a peça teatral “O Despertar do Bicho Homem”, uma
montagem do Laboratório de Divulgação
da Ciência, da Casa Brasil. O projeto, realizado
em parceria com a Embrapa Pantanal, tem a finalidade de
difundir a ciência por meio do teatro.
A estréia foi no dia 20 de
junho para crianças brasileiras e bolivianas atendidas
pelo Moinho Cultural Sul-Americano, além de alguns
pais dos estudantes e dos atores que participam das oficinas
teatrais. Houve uma reapresentação no dia
4 de julho na escola municipal Doutor Cássio Leite
de Barros.
A técnica do laboratório
Vanessa Padilha, responsável pelos ensaios e apresentações
do Grupo de Teatro Popular da Cultura Pantaneira, disse
que há convites de outras escolas, que serão
atendidas a partir de agosto.
A peça foi concebida a partir
de pesquisas sobre Mudanças Climáticas realizadas
pela pesquisadora Ana Helena Marozzi Fernandes, da Embrapa
Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
No decorrer do projeto, outros pesquisadores
serão entrevistados e vão fornecer informações
técnicas para futuras montagens. O roteiro foi
elaborado pela própria Vanessa.
“O Despertar do Bicho Homem” tem
dois cenários: um retratando a área urbana
e outro, o campo. Os personagens são animais que
percebem os efeitos do desmatamento, do aquecimento global
e da poluição. O rei dos animais, no caso,
o Jacaré, reúne os bichos para discutir
porque as condições de vida estão
mudando.
Daniela dos Santos |
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O personagem Jacaré
reúne os animais do Pantanal para debater
soluções |
O Jacaré explica os riscos
do aquecimento global e mostra a importância de
cuidar do meio ambiente. Os animais se conscientizam que
precisam tomar uma atitude e decidem construir uma toca
com material reciclável.
Enquanto isso, um pescador e sua
mulher visitam a cidade e percebem os efeitos do uso irracional
dos recursos naturais. O casal toma consciência
de que a mudança de atitude é urgente. O
pescador se preocupa ao saber que os animais já
estão fazendo algo em benefício do planeta,
e ele, enquanto homem, ainda não fez nada.
O final envolve a interatividade
com o público. O grupo de teatro distribuiu, na
estréia, uma flor feita com material reciclável
para marcar o início do projeto.
Resultados
Vanessa Padilha disse que 11 atores, de 9 a 19 anos, participam
da montagem. “O que eles mais curtiram foi o momento em
que sentiram o frio na barriga e as mãos geladas,
por causa da estréia. Mas depois se acalmaram com
os aplausos do público e, principalmente, com o
abraço e os elogios dos pais que ali se encontravam”,
disse ela.
Muitos dos participantes se emocionaram
ao ver seus pais pela primeira vez na platéia.
A mãe da jovem Rosalene Guzman, 17 anos, veio da
Bolívia para prestigiar a filha, pela primeira
vez em um palco.
Daniela dos Santos |
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O pescador observa
animais e se conscientiza sobre a necessidade de
atitude |
A técnica da Casa Brasil
disse que a aceitação da peça foi
ótima. “Foi algo inovador, pois no momento em que
os animais começam a ‘raciocinar’ diante da ação
devastadora do homem, muitas crianças da platéia
começaram a se olhar e diziam: ‘viu? Você
se lembra daquela vez que jogou aquela garrafa no rio?’
ou ‘nossa, papai tem que ver o carro dele por causa daquela
fumaça enorme’,” contou.
Como o roteiro foi criado para atender
a todas as idades, os pais dos atores e convidados também
se manifestaram. No fim da apresentação,
procuraram Vanessa para dizer que a peça serviu
de alerta, pois muitos deles se esquecem do meio que os
rodeia.
Depois da estréia, segundo
Vanessa, que é bióloga, muitas crianças
chegam à oficina com sacolas e garrafas PET que
coletaram da beira do rio. “Elas se lembram da toca de
um dos animais que foi construída com garrafas
descartáveis.”
A encenação coincide
com o momento em que o presidente do Painel Intergovernamental
de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês)
da Organização das Nações
Unidas, Rajendra Pachauri, anunciou que a humanidade tem
apenas sete anos para estabilizar as emissões de
gases que causam o efeito estufa.
Ana Maio
Embrapa
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Leopardo-das-neves
corre perigo no Afeganistão |
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Para ganhar mais dinheiro com turistas,
caçadores estão vendendo peles do felino
ameaçado por US$ 300 em mercados de Cabul. O leopardos-das-neves
do Afeganistão é uma das espécies
de felinos mais ameaçadas do planeta e os trinta
anos de guerra no país foram determinante nesta
situação.
A caça do animal é
proibida desde 2002, apesar disso, suas peles são
vendidas, com certa freqüência, em bases militares
internacionais e mercados da capital afegã. Os
irresponsáveis turistas têm o dinheiro e
o desejo mórbido de ter as peles, e os empobrecidos
afegãos desafiam a lei para diminuir seu sofrimento.
Da Reuters/Portal
G1
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Amazonas é
o maior rio do mundo |
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Segundo uma pesquisa do INPE (Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais), o rio Amazonas é
o maior rio do mundo, deixando o Nilo em segundo lugar.
Os pesquisadores brasileiros utilizaram
imagens de satélite e dados cartográficos
para provar que o Amazonas é 140 km mais extenso
que o rio Nilo, na África. Com a nova medida o
Amazonas ultrapassa 6.992 km, contra 6.852 km do rio africano.
Segundo técnicos do INPE,
essa metodologia poderá ser utilizada, no futuro,
para qualquer grande rio do planeta. A pesquisa será
apresentada à comunidade científica no Simpósio
Latino-Americano de Sensoriamento Remoto, que acontecerá
em setembro, em Cuba.
Reprodução
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A foz do Amazonas,
no Pará, vista em imagem de satélite.
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Do G1
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Biometria ajuda a
monitora pingüins em extinção |
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Pesquisadores da Universidade de
Bristol, na Inglaterra, desenvolveram um sistema de biometria
para monitorar o comportamento de animais silvestres,
como os pingüins africanos das Ilhas Robben, na África
do Sul.
Segundo o levantamento, os pingüins
carregam no peito traços exclusivos que não
se alteram durante as estações e não
se repetem entre os animais.
"Nós acreditamos que
a nova tecnologia vai permitir que biólogos identifiquem
e monitorem um grande numero de animais de diversas espécies,
de forma mais barata, rápida e automática",
afirma Tilo Burghardt, coordenador do Departamento de
Ciências da Computação da Universidade
de Bristol, em nota.
A biometria funciona por meio da
captura de amostras do corpo, íris, retina, dedo,
veias da mão, rosto, voz e odores do corpo, no
caso de humanos. As amostras são padronizadas e
podem ser usadas na comparação em futuras
identificações.
Os pingüins africanos foram
escolhidos por causa da redução de mais
de um milhão, no inicio do século passado,
a menos de 170 mil atualmente. Pesquisadores estimam que
cerca de 20 mil vivam nas Ilhas Robben.
Da Folha de São Paulo
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Urso dá mergulho
em piscina de hotel |
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Os funcionários custaram a
acreditar, mas as imagens do sistema de segurança
registraram o banho de piscina de um urso preto, no Hard
Rock Hotel, em Orlando (Flórida, EUA).
O banho que só terminou
depois do nascer do sol. Agora o animal ronda o local,
de propriedade da Universal Studios. Essa espécie
é comum na América do Norte, os ursos podem
chegar a mais de 2 metros de altura e cerca de 300 quilos.
Divulgação |
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Urso preto (Ursus
americanus) é uma das espécies mais
comuns da América do Norte; macho pode chegar
a pesar 300 quilos. |
Da Folha Online
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Chicago libera venda
de foie gras |
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Depois de dois anos de proibição,
a cidade de Chicago, nos Estados Unidos, liberou a comercialização
de foie gras. A iguaria é conseqüência
de um processo de superalimentação à
força de pato e ganso, para que o fígado
do animal (matéria-prima do patê) fique hipertrofiado,
pesando até dez vez o tamanho normal.
Os apreciadores do patê comemoram
a liberação. "Abram o champanhe",
declarou o prefeito Richard Daley, qualificando a restrição
de "estúpida".
O foie gras é proibido em
15 países, entre eles Alemanha, Itália e
Israel. No Reino Unido, o príncipe Charles ordenou
aos cozinheiros de todas as suas casas que não
usem o foie gras nos cardápios.
Reprodução
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Segundo entidade
de proteção dos animais The Farm Sanctuary,
produtores de foie gras tratam patos e gansos com
crueldade. |
Da France Presse/Folha de São
Paulo
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Pesquisa de graduação
utiliza campo da Embrapa como laboratório natural |
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A planta anauerá é
encontrada com facilidade na várzea da região
amazônica e possui grande potencial para a indústria
farmacêutica. Estas características chamaram
a atenção da bióloga recém-formada
pela Universidade Federal do Amapá, Anna Carla
de Castro Paixão. Ela escolheu como tema do seu
trabalho de conclusão de curso, um estudo sobre
a germinação e crescimento inicial da planta
em três substratos. Foi utilizado como laboratório
natural o viveiro de mudas da Embrapa Amapá, instalado
no campo experimental de Fazendinha.
O TCC de Anna Paixão, aprovado
com nota 9,8 pela banca examinadora, foi orientado pelo
pesquisador Jorge Segovia. Durante seis meses, eles avaliaram
os efeitos do substrato de latossolo amarelo de ecossistema
de floresta terra-firme (terra preta), corrigido e adubado;
do substrato areia do ecossistema de floresta de terra
firme; e do substrato gley háplico de ecossistema
de floresta de várzea, no processo de germinação
e crescimento inicial de anauerá, nas condições
de ambiente de viveiro. "O viveiro de mudas da Embrapa
é ideal, porque imita as condições
da floresta, inclusive no sombreamento, que é um
item importante pois a planta anauerá cresce sob
sombra", disse Segovia.
Embora a planta estudada seja nativa
do solo gley háplico (várzea), aquele que
vemos na margem do rio Amazonas, na orla de Macapá,
as sementes plantadas nos três tipos de solos apresentaram
o mesmo nível de crescimento. De acordo com o pesquisador,
"não houve diferença no tempo de germinação
e no crescimento inicial, que é cerca de um mês".
Anna Paixão observou que, na maioria dos parâmetros
avaliados não houve diferenças significativas,
a exceção fica por conta do peso seco da
raiz, que foi superior quando as plântulas (crescimento
inicial, até seis folhas) cresceram em solos de
areia ou em gley háplico.
Ana Paixão disse que o próximo
passo é preparar-se para cursar mestrado na Universidade
Federal do Maranhão, onde tem linha de pesquisa
nesta área estudada na graduação.
"A orientação do pesquisador Jorge
Segovia foi essencial para compreender as características
agronômicas da planta, e também para definir
uma bibliografia adequada de estudo", disse a bióloga
recém-formada.
Anauerá tem o nome científico
de Lycania macrophylla Benth. É típica dos
ecossistemas de várzea dos rios amazônicos,
sendo um dos componentes da floresta amazônica.
Esta espécie foi publicada pela primeira vez em
1850 pelo Hookers Journal of Botany and Kew Garden Miscellany,
sendo coletada pelo botânico inglês R.Spruce,
em 1849. Caracteriza-se por crescer, no Amapá,
em solos gley háplico, ricos em nutrientes originados
da fertilização diária, que ocorre
graças ao sistema de marés.
Para o pesquisador Jorge Segovia,
os resultados deste trabalho acadêmico proporcionam
conhecimentos técnico-científicos para pesquisadores,
extensionistas, viveiristas e agricultores familiares,
voltados à produção de mudas desta
planta, sobretudo para utilização em sistema
de produção agroecológicos destinados
ao manejo de áreas de baixo impacto ou à
recuperação ambiental de áreas degradadas.
Embrapa Amapá - Assessoria
de Comunicação
Dulcivânia Freitas
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