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Site 'TMZ' faz brincadeira
com celebridades e animais |
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Reprodução
/ Reprodução |
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Tori Spelling
(atriz de Barrados no Baile) e sua sósia. |
Reprodução
/ Reprodução |
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Quem tem o maior
nariz, Gérard Depardieu? |
Reprodução
/ Reprodução |
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Com a cantora
Amy Winehouse dá zebra. |
Reprodução
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A atriz Christina
Ricci seria parente próxima dos lêmures?
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Do G1
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Elefante-marinho vira
sensor ambulante |
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Pesquisadores franceses transformam
elefantes-marinhos em ‘sensores’. Cerca de 60 animais
da espécie receberam transmissores de dados que
foram colados com epóxi.
Essa foi a forma que os cientistas
acharam para monitorar as características físicas
e químicas dos oceanos. A prática foi testada
por Jean-Benoit Charrassin e seus colegas do Museu Nacional
de História Natural da França. O experimento
foi bem mais útil que as tradicionais bóias,
pois os elefantes-marinhos chegam a mergulhar até
2 km de profundidade, o que tornou possível a medição
da temperatura, pressão e salinidade dos mares.
A pesquisa foi publicada na revista especializada “PNAS”.
Divulgação
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Fêmea da
espécie recebe transmissor |
Do G1
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"Fóssil
vivo" de 111 anos será papai |
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Um animal considerado um fóssil
vivo é um caso raro na natureza, o espécime
Henry, uma tuatara de 111 anos terá bebês
após várias tentativas em muitas décadas.
Henry teve ‘encontros’ com Mildred
e botou 11 ovos no mês passado no Southland Museum
(South Island), onde mora desde 1970. Essa foi a segunda
vez que o velho Henry aceitou companhia. Ao longo de 40
anos sempre foi avesso ao convívio social e tinha
reações agressivas a aproximações.
Segundo os pesquisadores, os ovos devem eclodir em seis
meses.
O animal que possui cerca de meio
metro de comprimento e assemelha-se a um lagarto é
uma espécie encontrada somente nas ilhas da Nova
Zelândia.
Divulgação
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Tuataras são
animais endêmicos das ilhas da Nova Zelândia |
Da Folha de São Paulo
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Casal de chimpanzés
ganha filhote no Beto Carrero World |
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O Parque Beto Carrero World acaba
de ganhar um novo morador. O casal de chimpanzés
Lucas, 14 e Kelly, 10 ganhou seu primeiro filhote. O pequeno
primata, que nasceu com 800 gramas ainda não tem
nome.
Kátia Cassaro, bióloga
do parque, afirma que os dois estão bem. "Precisamos
monitorar se o pequeno chimpanzé mamará
normalmente e como a fêmea se comportará
nas próximas horas", disse.
O Centro de Primatologia do parque
possui outras três fêmeas e dois machos, que
convivem há cerca de dez anos.
Divulgação
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Kelly e seu filhote
recém-nascido |
Da Folha de São Paulo
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Embrapa transfere
informações ao Museu do Pantanal |
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Visitantes de todo o Brasil e do
exterior que visitam Corumbá (MS) ganham, nesta
terça-feira, dia 12 de agosto, mais uma opção
de turismo: o Muhpan - Museu de História do Pantanal.
Instalado no edifício Wanderley & Baís
(construído em 1876), em frente ao rio Paraguai,
o museu reúne informações históricas,
arqueológicas, ambientais e culturais.
A montagem do Muhpan foi realizada
pela Fundação Barbosa Rodrigues, com incentivo
da Lei Rouanet, que concede benefícios fiscais
a empresas que financiam atividades culturais.
A Embrapa Pantanal, instalada em
Corumbá desde 1975, acompanhou o processo de montagem
da sala Os Pantanais, que reúne informações
sobre o ecossistema. Pesquisadores da Unidade contribuíram
para a instalação do ambiente e, nesta quarta-feira,
dia 6 de agosto, estiveram no local para transferir informações
aos estagiários que vão apresentar o museu
aos visitantes.
Walfrido Tomás e Cristhiane
Amâncio, pesquisadores da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS),
Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
- Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento, tiveram contato com seis
estudantes dos cursos de geografia, biologia e turismo.
Eles detalharam informações
sobre geomorfologia e sobre as características
das dez sub-regiões do Pantanal. Falaram sobre
as espécies nativas de peixes, sobre o curso dos
rios e sobre a fauna. Os estagiários aproveitaram
a visita dos pesquisadores para esclarecer dúvidas
relacionadas ao ecossistema.
Ana Maio/Embrapa |
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Pesquisadores
da Embrapa Pantanal repassam informações
aos estagiários |
No dia 18 de julho, a diretora executiva
da Embrapa, Tatiana Deane Abreu de Sá, esteve em
Corumbá participando de uma reunião do Comitê
Assessor Externo da Unidade e conheceu as instalações
do museu. Ela elogiou o trabalho e disse que a região
ganha muito com a organização do Muhpan.
O museu dará mais visibilidade
a Corumbá, cidade com alto potencial turístico.
Nos últimos três anos, a movimentação
de pessoas no município foi, em média, de
594 mil visitantes/ano. Os dados foram coletados pela
Secretaria Municipal de Turismo, com base em registros
do número de passageiros de vôos, de transporte
rodoviário (ônibus) e de veículos
que pagaram o pedágio próximo à ponte
do rio Paraguai.
O museu foi montado com a supervisão
do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico
Artístico Nacional), apoio da Prefeitura de Corumbá,
e patrocínio da Petrobras e Grupo Votorantim. A
inauguração, nesta terça, será
às 17h. A partir da abertura, o Muhpan estará
pré-agendando visitas de grupos interessados em
conhecer as instalações.
Ana Maio
Embrapa
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Pantanal ganha primeiro
guia de campo sobre sapos |
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O primeiro guia de campo sobre sapos,
rãs e pererecas do Pantanal foi pré-lançado
na semana passada, durante o 8º Intecol (Conferência
Internacional sobre Áreas Úmidas), realizado
de 20 a 25 de julho em Cuiabá (MT).
Numa linguagem atualizada e de fácil
acesso, o “Guia de Campo dos Anuros do Pantanal e Planaltos
de Entorno” descreve o ambiente físico do Pantanal
e seu entorno, introduz o tema da biologia reprodutiva
dos anuros e faz recomendações sobre a conservação
das espécies.
São mais de 50 espécies
descritas em inglês e português, seguindo
as últimas modificações relevantes
da literatura científica. Para cada espécie
há um texto descritivo e uma foto auxiliando o
leitor nas identificações. No final do guia
há um glossário que auxilia os não-especialistas
a entender termos técnicos relevantes.
Zilca Campos, pesquisadora da Embrapa
Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento,
e Domingos de Jesus Rodrigues, professor da UFMT (Universidade
Federal do Mato Grosso) são dois dos autores que
realizaram o pré-lançamento.
Também assinam a publicação
o professor Masao Uetanabaro, do Departamento de Biologia
da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul),
e os biólogos Cynthia Prado, da Unesp (Universidade
Estadual Paulista) e Marcelo Gordo, da Ufam (Universidade
Federal do Amazonas).
Na década de 1980, o professor
Masao iniciou a pesquisa sobre as espécies nas
regiões de Bodoquena e Miranda, no Mato Grosso
do Sul. Nos anos de 1993 e 1994, os autores percorreram
todo o Pantanal sul concluindo o levantamento.
O resultado de anos desta pesquisa
está reunido neste guia, pioneiro no Pantanal,
que atende pesquisadores, biólogos, estudantes,
especialistas em turismo e demais interessados.
A pesquisadora Zilca se lembra da
trajetória do trabalho, das dificuldades e da persistência
de toda a equipe. “O guia é um sonho que se torna
realidade”, afirma.
Domingos, que liderou a organização
do livro, disse que, além de disseminar o conhecimento
e auxiliar na conservação, o trabalho tem
como intuito fomentar o turismo regional. Em relação
a sua importância ecológica, o autor destaca
que, por meio das espécies apresentadas no guia,
é possível elaborar planos de manejo. “O
mapeamento é realizado desde a década de
1980 e informa sobre a distribuição das
espécies, sua importância, os habitats específicos.”
Outra importância é
a capacidade de bioprospecção (técnica
utilizada para localizar e calcular o valor econômico
de recursos naturais) destas espécies nas áreas
da medicina e da bioquímica. Uma espécie
de perereca presente no guia, por exemplo, tem capacidade
de sobreviver tranqüilamente a uma temperatura de
40 graus exposta ao sol.
Daniela dos Santos/Embrapa |
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Zilca Campos e
Domingos de Jesus Rodrigues, no pré-lançamento |
Os autores prestam uma homenagem
ao professor Masao, pioneiro nos estudos com anfíbios
do Pantanal sul-mato-grossense. Disseram que são
privilegiados pela oportunidade de conviver com ele para
a produção deste guia.
Walfrido Tomás, também
pesquisador da Embrapa Pantanal, recebeu um livro autografado
no pré-lançamento e declarou que um dos
maiores problemas do Brasil é a deficiência
de informação para o público, e até
mesmo para os cientistas, pela falta de guias de campo.
“Este livro é um modelo a
ser seguido, pode ser consultado por qualquer pessoa interessada
em conhecer a biodiversidade. Esse guia quebra exatamente
essa deficiência de informação e vai
mudar a forma como os brejos, as lagoas e os riachos são
vistos até agora.”
O livro recebeu apoio financeiro
da Fapemat (Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de Mato Grosso), Conservação
Internacional, UFMS e UFMT.
O lançamento oficial do Guia
de Campo dos Anuros do Pantanal e Planaltos de Entorno
será realizado em Manaus, durante o 6º Congresso
Mundial de Herpetologia, de 17 a 27 de agosto.
O livro já está disponível
para venda pela editora da UFMT e também estará
à venda durante o congresso em Manaus. (Daniela
dos Santos)
Ana Maio
Embrapa
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Livro Peixes do Pantanal
será apresentado na Bienal em SP |
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Embrapa Informação
Tecnológica reúne especialistas na Bienal
do Livro. Conservação de biomas e alterações
do clima são destaque na pauta de lançamentos
editoriais
Mudanças climáticas,
bioma Cerrado e a rica diversidade de peixes do Pantanal
são os temas principais dos lançamentos
promovidos pela Embrapa Informação Tecnológica,
durante a 20ª Bienal Internacional do Livro de São
Paulo, que começa quinta-feira, dia 14 de agosto,
na capital paulista. As publicações, resultado
de trabalhos científicos coordenados por pesquisadores
da Embrapa, estão entre os cerca de 500 títulos
que a Unidade vai levar para o evento.
A participação dos
autores de cada obra já está confirmada
nos três eventos marcados para as noites dos dias
15, 18 e 19, no Café Universitário, da Associação
Brasileira de Editoras Universitárias (Abeu), no
Pavilhão de Exposições do Anhembi.
No dia 20 (quarta-feira), estará
presente a diretora-executiva da Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Tatiana Deane
de Sá, representando o diretor-presidente da Empresa,
Sílvio Crestana.
O primeiro livro a ser lançado,
“Mudanças Climáticas – impactos sobre doenças
de plantas no Brasil”, aborda de forma contextualizada
um dos assuntos mais atuais da pauta científica
de especialistas de todo o mundo. Por ser a responsável
por grande parte das perdas na agricultura, as doenças
de plantas correm o risco de ter alterada a sua incidência
em função das alterações de
temperatura, daí a necessidade e a importância
de estudos de avaliação das conseqüências
dos novos perfis ambientais. Doenças menos importantes
-, até então consideradas de simples solução
-, podem resultar em impactos negativos às lavouras,
comprometendo tanto os cultivos familiares quanto os empresariais.
As análises que constam da
publicação foram desenvolvidas com base
em mapas e tabelas de análise, desenvolvidas a
partir de dados de instituições como o Painel
Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
(IPCC), da Organização das Nações
Unidas (ONU), e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
(Inpe).
Para falar sobre o assunto com o
público, no dia 15 (sexta-feira), estará
presente a pesquisadora do Laboratório de Microbiologia
Ambiental da Embrapa Meio Ambiente e professora do curso
de pós-graduação da Universidade
Estadual Paulista (Unesp)/Botucatu, Raquel Ghini.
Conhecer para conservar - Na noite
de segunda-feira (18), o biólogo, Ph.D em Ecologia,
José Felipe Ribeiro, participa do lançamento
do livro “Cerrado: Ecologia e Flora, Volume I.“ Resultado
de estudos de 48 especialistas da Embrapa e instituições
parceiras, ao longo de mais de três anos, a obra
reúne informações fundamentais à
adoção de estratégias de preservação
e uso dos recursos naturais do bioma, principal alvo da
degradação e da exploração
indiscriminada nas três últimas décadas
e cuja proteção até hoje não
foi incorporada ao texto constitucional, ao contrário
do que ocorre com os demais biomas brasileiros.
”Peixes do Pantanal: Manual de Identificação
(2ª edição)” é a terceira publicação
a ser apresentada durante a Bienal Internacional do Livro,
no dia 19 (terça-feira). A obra -, síntese
de ciência, biodiversidade e arte -, revela o potencial
dos recursos pesqueiros regionais e indica as possibilidades
de se conciliar economia, geração de emprego
e renda e meio ambiente.
São 269 espécies nativas
descritas e representadas por meio de fotos e 150 ilustrações
(40 em aquarela e 110 em nanquim e bico-de-pena) do artista
plástico Álvaro Evandro Nunes. O objetivo
foi garantir a fidelidade e o maior nível de detalhamento
possível de cada peixe, respeitando suas características
físicas, não só os formatos de escamas
mas a sutileza das variações de cores.
Dos principais autores, participam
do bate-papo com o visitante e da sessão de autógrafos
o biólogo Heraldo Britski, pesquisador do Museu
de Zoologia da Universidade de São Paulo, o artista
plástico Álvaro Nunes e o orientador iconográfico
da obra, Agostinho Catella, pesquisador da Embrapa Pantanal
(Corumbá-MS).
Álvaro Nunes recebeu cinco
vezes o Troféu Olho-de-Boi, da Empresa Brasileira
de Correios e Telégrafos, e foi premiado na categoria
de Melhor Selo Múltiplo do Mundo, na Conferência
Governamental de Impressores de Selos Postais, em 2002,
em Seul, Coréia, além dos trabalhos expostos
em museus estrangeiros, como o de Denver (Colorado, Estados
Unidos).
A importância da publicação
deve-se ao fato de o Pantanal ser a maior planície
alagável do mundo, além de reconhecido como
Patrimônio Nacional, pela Constituição
de 1988, e Patrimônio Mundial Natural pela ONU,
sem contar o seu significado para as populações
ribeirinhas da região, que construíram em
torno dele a sua cultura e transformaram seus recursos
em fonte de subsistência.
Em português e tupi-guarani
– Também entre os cerca de 500 títulos que
o visitante vai encontrar no estande da Embrapa Informação
Tecnológica, as publicações infanto-juvenis
têm lugar garantido. /Clara, a pequena guardiã
da natureza e Yvyra Poty, a protetora das águas
/estão entre os destaques da programação
destinada às crianças, nos dias 20 e 21,
com a apresentação das peças teatrais
adaptadas pela companhia Néia&Nando, no Auditório
A (às 15h, do dia 20.08, e às 15h, do dia
21.08) e na Arena do Espaço “Ler é a minha
praia” (às 17h, do dia 20.08, e às 17h do
dia 21.08).
As duas publicações
-, produzidas pelos pesquisadores Luiz Carlos Hernani
e Karina Neoob, da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados,
MS) -, foram editadas em português e em tupi-guarani,
e podem ser adotadas como complemento educativo em escolas
de comunidades indígenas. Participa dos eventos,
o autor Luiz Carlos Hernani.
Outras atividades estão programadas
para a meninada, além das peças teatrais.
Nos dias 19, 20 e 21, haverá as Oficinas “Brinque
com Ciência”, desenvolvidas a partir da publicação
da cartilha de mesmo nome, que contém figuras para
colorir, jogos, palavras-cruzadas e várias outras
brincadeiras voltadas ao estímulo da curiosidade
e do interesse pelo tema. As oficinas serão na
Arena do Espaço “Ler é a minha praia” (19.08,
às 19h; 20.08, às 18h; e 21.08, às
10h e às 18h) e no Auditório A (20.08, às
16h; 21.08, às 16h)
Para atender pesquisadores, especialistas,
estudantes, produtores rurais e donas-de-casa foram selecionadas
opções sobre temas variados, que vão
desde pesquisa agropecuária, agricultura, agroenergia,
agroindústria, biotecnologia, floresta e silvicultura,
geoprocessamento, informação e comunicação,
produção animal e transferência de
tecnologia até as coleções e séries
especiais para a agricultura familiar, com receitas, dicas
e orientação de cultivo.
Ana Maio
Embrapa
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