Panorama
 
 
 

CIÊNCIA TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE

Panorama Ambiental
Brasília (DF) – Brasil
Novembro de 2006

Evento discute espécies de plantas do futuro na Região Norte

Museu Goeldi - 03/11/2006 - Para avaliar e selecionar espécies vegetais da região amazônica de interesse econômico e social para as comunidades, associações de produtores, empresas e entidades da sociedade civil, interessadas em oportunidades na utilização sustentável dos recursos da flora regional, o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) realiza no período de 20 a 22 deste mês, em Belém do Pará, o Workshop de Avaliação e Seleção de Espécies de Plantas do Futuro na Região Norte.

Os grupos de plantas de interesse e valor econômico que serão discutidos são as alimentícias, medicinais, aromáticas, forrageiras, fibrosas, ornamentais, oleaginosas e tóxicas ou biocidas.

O evento conta com a parceria do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), e integra o subprojeto A flora de Importância Econômica Atual ou Potencial na Região Norte, iniciativa do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (Probio).

Este projeto, coordenado pelo pesquisador Samuel Almeida, da Coordenação de Botânica do Goeldi, é uma proposta do Ministério do Meio Ambiente para todos os biomas nacionais e objetiva selecionar espécies de plantas com mercado atual e potencial, visando otimizar oportunidades para negócios sustentáveis com base em produtos da floresta amazônica, especialmente os produtos florestais não-madeireiros (PFNM).
Assessoria de Comunicação Social do Museu Goeldi

Competição busca introduzir novo conceito de meio ambiente saudável

Olimpíada - 01/11/2006 - Foi lançada em todo o território nacional a 3ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente. Com inscrições abertas até o dia 30 de novembro, o evento é promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Associação Brasileira de Pós-graduação em Saúde Coletiva (Abrasco) e tem o apoio da Coordenação Geral de Vigilância Ambiental em Saúde do Ministério da Saúde e do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

A Olimpíada é uma competição nacional, de caráter educativo, que busca incentivar o desenvolvimento de projetos multidisciplinares e cooperativos, com base na reflexão sobre temas ligados à ciência, saúde e ao meio ambiente. A terceira edição do evento teve início com a abertura do período de inscrições dos trabalhos.

O objetivo é incentivar trabalhos inéditos e criativos, que valorizem a interação entre professores, alunos e comunidades e, também, a introdução de um novo conceito de meio ambiente saudável.

"Nossa esperança é que, um dia, os participantes das Olimpíadas se transformem em técnicos que desenvolvem vacinas, em cientistas empenhados em buscar soluções para os problemas de saúde", diz o sanitarista Paulo Buss, presidente da Fiocruz. E acrescenta: "Mais do que isso, queremos que sejam pessoas preparadas para exercer a cidadania".

Alunos de 5ª à 8ª séries e do ensino médio poderão participar em três modalidades diferentes: Arte e Ciência, Produção de Texto e Projeto de Ciências.

A Olimpíada engloba todas as regiões do território nacional. Haverá uma etapa regional, em que os trabalhos serão selecionados em todo o Brasil, e os primeiros colocados em cada categoria e modalidade nas etapas regionais participarão da premiação nacional, no dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde.

As inscrições são gratuitas, podendo ser feitas por meio de formulários obtidos em uma das coordenações regionais. Inscrições pela internet também são aceitas no site da Olimpíada - http://www.fiocruz.br/olimpiada/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home, onde já está disponível o regulamento completo.
(As informações são da Assessoria de Comunicação da Fiocruz)
Assessoria de Imprensa do MCT

Expedição do Goeldi faz coleta de besouros e vespas em Caxiuanã

PPBio - 01/11/2006 - Mais uma expedição do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio/Amazônia Oriental) para a Floresta Nacional de Caxiuanã começou a ser realizada. Desta vez, uma equipe de pesquisadores viajou, no último sábado (28), com o objetivo de coletar espécies de besouros e vespas. Esta é a terceira expedição de coleta de material do PPBio/Amazônia Oriental em Caxiuanã, onde o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) mantém a Estação Científica Ferreira Penna, no município de Melgaço, a 350 km a oeste de Belém do Pará.

Para realizar a coleta serão utilizadas duas metodologias do protocolo de pesquisa do PPBio: a busca ativa, por meio da utilização de redes entomológicas e o uso da armadilha malaise, empregada para interceptar insetos durante o vôo.

Suzanna Silva, aluna de mestrado do Museu Goeldi e participante da expedição, esclarece que além das espécies de interesse principal - besouros e vespas -, vários grupos de insetos podem ser coletados com esse tipo de armadilha. Ela também explica como acontece a captura.

"A armadilha é formada por uma espécie de cabana telada, pouco visível aos insetos. Quando eles batem na tela, voam em direção da luz, que fica no topo da armadilha, e acabam caindo em um copo coletor que contém álcool. A substância mata os insetos e também os preserva até o momento da triagem", explica.

Ainda segundo a estudante, desde a primeira expedição já foram coletadas 43 espécies de vespas. Seis dessas espécies registradas, pela primeira vez, em Caxiuanã, e uma, pela primeira vez, no Pará.

A equipe do Protocolo de Besouros e Vespas é o quarto grupo a viajar, desde o início das expedições do PPBio/ Amazônia Oriental, em setembro deste ano. O retorno da equipe está previsto para o dia 12 de novembro. As próximas expedições estão previstas para sair no dia 7 de novembro, sendo 11 com equipes dos protocolos de Insetos de Palmeiras, Herpetologia e Artrópodes Terrestres.
(Fernanda Engelhard - Assessoria de Comunicação PPBio/MPEG)
Assessoria de Comunicação Social do Museu Goeldi

Instituto Mamirauá tem vaga para pesquisador em ecologia e comportamento de peixes amazônicos

Pesquisa Científica - 01/11/2006 - O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM/MCT) está selecionando um profissional da área de ciências biológicas, ou de outras áreas ambientais afins, para ocupar o cargo de Pesquisador em Ecologia e Comportamento de Peixes Amazônicos, atuando no apoio às atividades técnicas e científicas do Projeto de Manejo Sustentável de Peixes Ornamentais do Instituto Mamirauá, na Região do Médio Solimões, no estado do Amazonas.

Atribuições
O(a) Pesquisador(a) em Ecologia e Comportamento de Peixes Amazônicos deverá auxiliar na supervisão das pesquisas realizadas no âmbito do projeto, especialmente em diversidade e abundância de peixes, dinâmica populacional, ecologia reprodutiva e alimentar, crescimento e comportamento de espécies nativas do Médio Solimões, vivendo em ambientes de águas brancas e águas pretas. As principais tarefas envolvidas nesta função são: :

• Apoiar as pesquisas de campo já em curso sobre a diversidade íctica das RDSM e RDSA;
• Apoiar no levantamento de índices de abundância dos membros da comunidade íctica ao longo do ciclo sazonal e do pulso de alagamento;
• Apoiar e supervisionar as pesquisas sobre a ecologia reprodutiva de espécies selecionadas para uso sustentável como ornamentais;
• Ajudar e supervisionar o desenvolvimento das pesquisas em comportamento dessas espécies em cativeiro visando minorar os impactos de sua captura, manipulação, estocagem e transporte ao longo do processo de manejo;

Requisitos
• Pós-graduado(a) em Ciências Biológicas, ou em outras áreas ambientais afins. Conhecimentos de informática, editores de texto, planilhas eletrônicas, pacotes estatísticos, bancos de dados e formas de comunicação eletrônica são essenciais.
• O(a) candidato(a) deve ter experiência em projetos de pesquisas de campo nas áreas deste edital, na Amazônia Brasileira. Candidatos com experiência comprovada de atuação em ambientes alagados da Amazônia obterão uma melhor pontuação no processo seletivo.

Remuneração
• O cargo será remunerado com uma bolsa DTI/PCI do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), cujo valor varia de R$1.045 a R$3.150, dependendo da qualificação profissional, da formação e titulação acadêmica, e do tempo de experiência profissional na área de atuação indicada nestes Termos de Referência.

Para mais detalhes acesse o edital em http://www.mamiraua.org.br/tor/Peixes%20Ornamentais.pdf

Os interessados devem enviar Currículo para o Projeto de Manejo Sustentável de Peixes Ornamentais em
http://pornamentais@mamiraua.org.br .
(As informações são do Instituto Mamirauá)
Assessoria de Imprensa do MCT

CNPq e FAPs discutem parceria em recursos hídricos

Cooperação Técnica - 03/11/2006 - O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), Erney Camargo, reuniu-se na última quarta-feira (1º) com os presidentes das Fundações de Amparo a Pesquisa (FAPs) dos estados do Paraná, Jorge Bounassar Filho, do Rio Grande do Sul, João Antônio Henriques, e de Santa Catarina, Vladimir Piacentini, para discutir uma parceria que viabilize a formação da Rede Guarani-Serra Geral.

A Rede proposta deverá ser constituída por pesquisadores das universidades e instituições de pesquisa dos referidos estados, com o objetivo principal de gerar conhecimentos técnicos e científicos para a proteção e o uso sustentável das águas do Sistema Integrado Aqüífero Guarani-Serra Geral. O conhecimento gerado irá orientar a gestão integrada das águas superficiais e das águas subterrâneas da região pesquisada.

Nesta parceria, o CNPq colocará a disposição das FAPs o recurso total de R$ 1,950 milhão, oriundo do Fundo Setorial de Recursos Hídricos (CT-Hidro), distribuído igualmente entre as Fundações, para desenvolver o projeto de implantação da Rede. Em contrapartida, as FAPs ficarão responsáveis por aportar recursos aos projetos, no valor total igual ao concedido pela Agência.

Participaram também da reunião os diretores do CNPq José Roberto Drugowich e Manoel Barral, a coordenadora-geral de Ciências da Terra e Meio Ambiente, Helena Luna, dirigentes e técnicos da Agência Nacional de Água (ANA).
Assessoria de Comunicação do CNPq

 
 

Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia (www.mct.gov.br)
Assessoria de imprensa

 
 
 
 
 
 

 

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