Panorama
 
 
 

A COLETA SELETIVA NO BRASIL

Panorama Ambiental
Brasília (DF) – Brasil
Setembro de 2007

Belo Horizonte amplia coleta seletiva de lixo desde 1993

23 de Setembro de 2007 - Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil - Brasília - Implementada em 1992, a partir de uma experiência-piloto, a coleta seletiva em Belo Horizonte vem sendo ampliada gradualmente. Além do serviço prestado por catadores autônomos, a prefeitura é responsável por duas modalidades de coleta de resíduos recicláveis e mantem três estações de reciclagem do entulho resultante da construção civil.

"Desde 1993 estamos ampliando gradualmente o serviço, com uma perspectiva de destinação integral dos materiais recicláveis para cooperativas de catadores", afirma a superintendente de Limpeza Urbana do município, Sinara Meirelles.

De acordo com a época do ano, Belo Horizonte chega a recolher cerca de 4 mil toneladas de lixo por dia. Deste total, aproximadamente 3 mil toneladas/dia são resíduos domiciliares e 25% deles, recicláveis, segundo pesquisa. "Isso não significa que eles serão reciclados, já que uma boa parte do material acaba contaminada por outros produtos. O papel pode estar disponível, mas sujo, com gordura, o que impede a reciclagem", explicou a superintendente.

Com a chamada coleta ponto-a-ponto, são recolhidas na capital mineira cerca de 100 toneladas mensais de resíduos reciláveis. "Disponibilizamos para a população contêineres coloridos onde o material reciclável é depositado. A própria prefeitura os recolhe, de acordo com a freqüência estabelecida para cada ponto, e destina todo o material para os galpões
de catadores", acrescentou. Sinara Meirelles informou que há contêineres em cerca de 150 locais.

Já a coleta porta-a-porta é realizada por um caminhão que leva o lixo reciclável de 15 bairros da capital. A superintendente calcula que cerca de 150 mil moradores são beneficiados pelo serviço, que coleta em torno de 200 toneladas mensais. E destaca que todo o material é destinado às cooperativas e associações de catadores.

"Há ainda uma coleta que é realizada diretamente pelos catadores. Ela está associada principalmente aos grandes geradores de lixo, que doam o material aos catadores. Temos a informação de que, por mês, eles recebem cerca de 350 toneladas", explicou.

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Meta no Distrito Federal é universalizar a coleta seletiva, hoje em 3% das casas

23 de Setembro de 2007 - Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil - Brasília - A coleta seletiva no Distrito Federal (DF) abrange apenas 3% das residências. Segundo a diretora-geral do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Fátima Có, o serviço é prestado somente nas quadras residenciais da Asa Sul e Asa Norte, dois bairros situados no Plano Piloto de Brasília. Atualmente, são coletadas cerca de 50 mil toneladas de lixo domiciliar por mês no DF.

Estimular a reciclagem é um dos principais objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, lançada no dia 6 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e encaminhada ao Congresso Nacional.

A diretora admite que o Distrito Federal está pelo menos 15 anos atrasado, em relação a outras cidades, no gerenciamento dos seus resíduos sólidos. Segundo ela, isso é fruto de falta de uma política adequada para o setor. Mas Fátima Có garante que o governo quer implantar a coleta seletiva em todo o DF num prazo de seis meses.

De acordo com ela, a coleta seletiva, que hoje é feita pelos servidores do SLU, será realizada também por cooperativas de catadores. E já estão sendo providenciados os locais para implantar os centros de triagem, onde é separado o lixo reciclável.

Atualmente, o material recolhido na coleta seletiva é encaminhado para uma usina de reciclagem, onde os catadores separam por tipo de resíduo. O restante do lixo, explicou a diretora, é dividido: metade é enviada para transformação em composto e a outra metade vai para o aterro sanitário.

Fátima Có avalia que, mesmo sem o hábito de separar o lixo, é possível mudar a mentalidade da população do Distrito Federal. “Sinto que há uma grande receptividade, apesar de as pessoas ainda não pensarem no lixo como responsabilidade delas. Essa conscientização de que todos nós somos responsáveis pelo nosso lixo ainda precisa de uma campanha de orientação”, afirma.
Projeto dá prioridade a catadores, mas proíbe a atividade em lixões

23 de Setembro de 2007 - Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil - Brasília - A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê que as prefeituras priorizem as cooperativas de catadores de materiais recicláveis na hora de contratar os serviços de recolhimento de resíduos sólidos.

Para o secretário de Recursos Hídricos e Ambientes Urbanos do Ministério do Meio Ambiente, Luciano Zica, o estímulo à organização dos catadores é um marco importante do projeto. “Assim, estaremos agregando valor ao trabalho dessas cooperativas e assegurando um maior interesse das empresas pela matéria-prima reciclável”, afirma.

O representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis Luiz Henrique da Silva, lembra que essa definição contempla os trabalhadores, mas que é preciso debater outros pontos do projeto, como a proibição de catação e da fixação de habitações em lixões.

“Queremos dar contribuição ao debate e teremos que brigar muito para aprovar a melhor política possível para nós”, afirma, lembrando que a categoria vai participar da discussão da proposta no Congresso Nacional.

Segundo Silva, a entidade é favorável à erradicação dos lixões, mas defende a discussão da melhor forma de realizar a mudança. “Não pode simplesmente proibir, isso não resolve nada, só transfere o problema de local. Para erradicar um lixão, tem que haver um processo de co-gestão, que envolva o poder público, a sociedade civil e os catadores”, afirma. Segundo ele, a estimativa é que existam 800 mil pessoas com essa fonte de renda no Brasil.

O representante dos catadores defende a importância do setor para o meio ambiente e para a sociedade. “A reciclagem é uma questão de vida do planeta e das pessoas, e a gente dá uma contribuição imensa. Além disso, geramos uma economia imensa aos cofres públicos, pois, além de retirar o lixo das ruas, damos destinação correta para ele”, explica.

O projeto que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi assinado no dia 6 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e encaminhado ao Congresso Nacional.

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Em Curitiba, coleta seletiva de lixo passa por todas as residências

23 de Setembro de 2007 - Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil - Brasília - No município de Curitiba, a coleta seletiva de lixo é feita desde 1989. Hoje, o programa Lixo que não é Lixo abrange 100% da cidade, que produz cerca de 2,2 mil toneladas de resíduos sólidos por dia. Deste total, 550 toneladas são separadas pela população e encaminhadas para a coleta seletiva.

Estimular a reciclagem é um dos principais objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, lançada no dia 6 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e encaminhada ao Congresso Nacional.

De acordo a coordenadora de Resíduos Sólidos da prefeitura de Curitiba, Marilza Dias, a separação do lixo já está consolidada nos hábitos da população. E 20% dos resíduos produzidos são separados para reciclagem na cidade.

O lixo reciclável recolhido é encaminhado à usina de valorização de materiais, onde é separado e encaminhado para a comercialização. Os recicláveis também podem ser trocados por alimentos, por meio do Programa Câmbio Verde: quatro quilos de material reciclável valem um quilo de alimentos.

O programa também recebe óleo de cozinha usado, que é vendido a empresas para a fabricação de material de limpeza ou lubrificantes. Na troca, um litro de óleo usado vale dois quilos de alimentos.

Além da coleta seletiva, a capital paranaense faz uma coleta específica para lixo tóxico domiciliar, como pilhas, baterias e remédios. O lixo comum é destinado ao aterro sanitário, que também recebe os resíduos de mais 14 municípios da região metropolitana.

Para Marilza Dias, é possível mudar a mentalidade da população em relação aos resíduos sólidos, mas é preciso fazer um trabalho permanente de conscientização. “Nós temos programas de educação ambiental em escolas, condomínios, incentivando as pessoas a reduzir a geração de lixo, a optar por embalagens recicláveis e a encaminhar o material para a reciclagem”, afirma.

Ela lembra que uma nova campanha de sensibilização realizada no ano passado possibilitou aumento no índice de separação de recicláveis. “A partir do momento em que as pessoas se envolvem com a separação do lixo, é um hábito que se adquire que não se deixa mais”, conclui a coordenadora.

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Ex-relator na Câmara vê necessidade de aprofundar projeto sobre destinação de resíduos

23 de Setembro de 2007 - Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil - Brasília - A criação de uma política nacional para os resíduos sólidos produzidos no Brasil já foi tema de uma comissão especial na Câmara dos Deputados. Para o relator da comissão, o ex-deputado Emerson Kapaz, a iniciativa do governo em criar uma política nacional é positiva, mas a proposta apresentada é ampla e precisa ser aprofundada no Congresso Nacional.

“O governo fez bem em encaminhar um projeto, mas é importante que se abra de novo essa discussão no Congresso agregando pontos novos e analisando detalhes que foram levantados na comissão”, afirma Kapaz. Na época, ele reuniu 78 projetos de lei que tramitavam na Casa e os sintetizou num substitutivo do Projeto de Lei (PL) 203, de 1991, que não chegou a ser votado.

O ex-deputado destaca, como pontos importantes do projeto enviado pelo governo, o tratamento de resíduos nos municípios, a incorporação dos catadores no processo e a responsabilidade do gerador de resíduo.

Segundo ele, apesar de a proposta “ferir alguns interesses”, como os dos geradores de resíduos e de empresas, o momento é mais propício para debater a questão do que na época em que ele esteve à frente da comissão (2001 e 2002).

“Hoje a questão do meio ambiente é muito mais discutida na sociedade que naquela época. Há um ambiente mais propício para a aprovação de uma política de resíduos, mesmo que ela não vá conseguir agradar a todo mundo”, avalia.

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Política nacional prevê responsabilidade de consumidores sobre resíduos sólidos

23 de Setembro de 2007 - Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil - Brasília - Além de estabelecer responsabilidades ao poder público, aos fabricantes e revendedores, a Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê obrigações dos consumidores em relação ao reaproveitamento e à disponibilização de resíduos para coleta. O projeto de lei que cria a política foi lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 7 e encaminhado ao Congresso Nacional.

De acordo com o projeto, os consumidores devem acondicionar adequadamente e de forma diferenciada os resíduos sólidos gerados, tentando reduzir a sua geração e, após a utilização do produto, disponibilizar adequadamente os resíduos que possam ser reciclados.

Segundo o secretário de Recursos Hídricos e Ambientes Urbanos do Ministério do Meio Ambiente, Luciano Zica, o governo vai se dedicar à qualificação de gestores e de trabalhadores da reciclagem e coleta seletiva nos municípios, para assegurar que os cidadãos tenham meios de efetivar suas obrigações, como separar o lixo para coleta seletiva.

A proposta, acrescentou, também pretende fazer a educação ambiental para a mudança nos padrões de produção e consumo: “O consumidor precisa ajustar os seus padrões de consumo. Vai comprar uma aspirina numa farmácia, leva num saco plástico. Isso não faz sentido. Nós temos que trabalhar na consciência para que o cidadão mude os seus padrões."

O empresário e ex-deputado Emerson Kapaz, que foi o relator da Comissão Especial de Resíduos Sólidos da Câmara dos Deputados, também defende a educação dos consumidores. Segundo ele, o consumo consciente empurra a cadeia produtiva inteira na direção correta. “Se o consumidor não tiver essa percepção, por mais que se faça esse esforço, ele sempre esbarra na falta de educação ou na não percepção do consumidor de que ele é o grande agente desta mudança”, avalia.

Kapaz diz que a responsabilização de consumidores, empresas e revendedores, prevista na proposta do governo, é uma questão que deve evoluir com o tempo. “Em algumas sociedades mais avançadas já há uma enorme consciência ambiental e uma capacidade de responsabilizar mais as empresas e os cidadãos. Aqui no Brasil isso ainda é uma evolução”, afirma.

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Proposta de política nacional busca agregar valor aos resíduos sólidos

23 de Setembro de 2007 - Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil - Brasília - O Brasil produz atualmente cerca de 150 mil toneladas de resíduos sólidos por dia, o que representa aproximadamente 1000 gramas por pessoa. Menos de 5% desse total é reciclado. Com o objetivo de traçar ações estratégicas para viabilizar processos capazes de agregar valor a esses resíduos, o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional a proposta de criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O projeto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 6.

De acordo com o secretário de Recursos Hídricos e Ambientes Urbanos do Ministério do Meio Ambiente, Luciano Zica, o projeto é uma síntese do que se discutiu no Congresso Nacional nos últimos 15 anos. Segundo ele, um dos pontos principais é a instituição da logística reversa, que cria mecanismos para que o produto, depois de consumido, possa ser reintroduzido na cadeia produtiva.

“No caso de um gerador não providenciar a coleta de seu resíduo reverso, o município poder fazer a coleta, armazenar e cobrar do gerador pela coleta e armazenamento, até que ele busque esse produto para reintroduzir no ciclo produtivo”, explica.

A proposta também prevê responsabilidades dos consumidores, do poder público, de fabricantes, importadores, revendedores, comerciantes e distribuidores de produtos. Além disso, foram criados condicionantes para que os municípios recebam recursos da União para investimentos na área de resíduos.

“O município deve ter o seu plano de gestão integrada de resíduos sólidos, para que ele possa ter uma boa aplicação desses recursos e assegurar a destinação correta deles, bem como a integração das cooperativas de catadores de materiais recicláveis, para que elas partilhem a destinação e o encaminhamentos da logística reversa”, diz Zica.

A expectativa do governo é aprovar o projeto na Câmara dos Deputados ainda este ano e, no início do ano que vem, no Senado. “Esperamos que até meados do ano que vem possamos ter a lei de resíduos em pleno vigor, para dotar o Brasil da perna que falta no marco regulatório do saneamento ambiental perfeito, como queremos”, comenta o secretário.

Ele disse acreditar que o fato de o projeto atribuir responsabilidades em todos os níveis, e não apenas à indústria, deverá facilitar a tramitação no Congresso. “Hoje há uma consciência maior, inclusive do consumidor, de adquirir os produtos de indústrias que tenham um comportamento ecológico, e isso conta a nosso favor na elaboração das leis”, afirma. Outro ponto positivo para a aprovação, segundo ele, é que a política não estabelece as penalidades – apenas remete à Lei de Crimes Ambientais. “Não vamos ter que discutir novas punições.”

De acordo com o secretário nacional, os resíduos que mais preocupam são os provenientes das novas tecnologias, que aumentam a cada dia, como telefones celulares, pilhas, baterias e computadores. Segundo ele, os metais pesados contidos nesses resíduos podem comprometer os lençóis freáticos.

Outra preocupação é com os pneus que, se abandonados, podem acumular água e se transformar em focos de proliferação do mosquito da dengue. Segundo Luciano Zica, o Brasil gera cerca de 42 milhões de carcaças de pneus usados por ano. Também pode haver problemas de contaminação com resíduos de gases de efeito estufa, como acontece com geladeiras antigas jogadas nos lixões e que podem comprometer a camada de ozônio.

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Consulta pública sobre critérios para reciclagem de embalagens PET termina em outubro

29 de Setembro de 2007 - Gláucia Gomes - Repórter da Agência Brasil - Brasília - Os critérios para a reciclagem de embalagens e equipamentos plásticos de Poli Etileno Tereftalato, mais conhecido como PET, estão sendo discutidos até o dia 9 de outubro, por meio da consulta pública nº 74, realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o procurador da República em Marília (SP), Jefferson Aparecido Dias, produtores de cerveja, suco e refrigerantes também estão interessados em substituir as embalagens de alumínio e vidro por plástico.

Dias, que é especialista em Poluição por Resíduos Sólidos e Esgotos, foi o autor da ação civil pública que resultou na liminar que exige um estudo de impacto ambiental das cervejarias que decidirem produzir com embalagens PET.

“O ideal seria que o produtor que opta por utilizar PET deveria ser responsabilizado também pela sua destinação adequada. Porque hoje a empresa opta pelo PET transfere para a sociedade os custos ambientais desse novo produto”.

Ele diz que atualmente as empresas não são incentivadas a buscar novas tecnologias na produção e uso de embalagens que poluam menos o meio ambiente.

“Com isso, o custo ambiental é repassado ao cidadão e ao poder público, que precisa cobrar mais tributos para dar destinação adequada às garrafas”.

O procurador lembrou que, nos últimos anos, o uso maciço de garrafas plásticas tem causado problemas como as zonas mortas nos oceanos - locais em que o fundo do mar está coberto por plástico, impossibilitando qualquer tipo de vida.

Na avaliação de Dias, a participação da sociedade na audiência pública é "muito importante", pois a cada dia novos produtos surgem no mercado, o que faz com que as pessoas se habituem ao consumo de descartáveis em vez de adotarem posturas de preservação ambiental.

O texto da Consulta Pública nº 74 está disponível no site: www.anvisa.gov.br. Quem quiser participar pode enviar sugestões pelo e-mail gacta@anvisa.gov.br.

O endereço para cartas é: SEPN 511 Bl. A 2º andar Ed. Bittar II – Asa Norte, Brasília-DF Cep. 70.1000-541. O número de fax é o (61) 3448.6274.

 
 

Fonte: Agência Brasil - Radiobras (www.radiobras.gov.br)

 
 
 
 

 

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