Panorama
 
 
 

MMA LANÇA CAMPANHA PARA REDUZIR CONSUMO DE EMBALAGENS

Panorama Ambiental
Brasília (DF) – Brasil
Fevereiro de 2008

22/02/2008 - Grace Perpétuo - O Ministério do Meio Ambiente (MMA) irá lançar, entre os dias 10 e 15 de março, a campanha Consumo Consciente de Embalagens. Na ocasião - que coincide com a Semana do Consumidor -, será realizada no Pátio Brasil Shopping, em Brasília, a Exposição de Boas Práticas e Inovações em Embalagens, com distribuição de materiais informativos e o lançamento de um site sobre consumo consciente de embalagens. Iniciativas de racionalização das embalagens, adoção de materiais reciclados e novas tecnologias serão apresentadas ao consumidor, que será instigado a prestigiar as empresas preocupadas com o meio ambiente e a demandar do mercado que estas soluções e alternativas sejam empregadas em larga escala, para o maior número de produtos possível.

A campanha pretende provocar o olhar crítico do consumidor sobre o que ele consome no dia-a-dia. "A idéia é levar o consumidor a olhar para aquilo que envolve o produto, para que avalie a quantidade de embalagens que está consumindo e decida se, enfim, precisa de todas elas", diz a técnica em consumo sustentável do Departamento de Economia e Meio Ambiente do MMA, Fernanda Daltro. Ela ressalta que é preciso avaliar a embalagem tendo em mente alguns critérios: se é reciclável, se pode ser reutilizada, se é feita de material reciclado, e qual o consumo de energia e matéria prima empregados para fabricá-la, por exemplo. "Para reduzir a quantidade de lixo gerado, é importante que o consumidor dê preferência a produtos com refil, com embalagens retornáveis; que use sacolas retornáveis, por exemplo, e que recuse as de plástico, quando desnecessárias", diz Fernanda. "É preciso entender que o volume de resíduos que geramos aumenta mais rapidamente que a taxa de resíduos reciclados", reitera.

No MMA, a campanha Consumo Consciente de Embalagens envolve, além do DEMA, o Departamento de Ambiente Urbano (DAU) e o Departamento de Qualidade Ambiental na Indústria (DQAM), além de contar com parceiros do governo, da sociedade civil e do setor privado.

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Política para as mulheres recebe contribuição do MMA

25/02/2008 - Com a proposta de contribuir na discussão do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres que será apresentado ao governo no dia 8 de março - Dia Internacional da Mulher -, 11 delegadas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) participaram na última sexta-feira (22) de uma oficina, realizada em Brasília. O encontro teve por objetivo proceder a sistematização das propostas que estarão inseridas no Eixo 7 do documento cujo tema é: Desenvolvimento sustentável no meio rural, na cidade, na floresta com garantia de justiça ambiental, inclusão social, soberania e segurança alimentar .

Entre as sugestões de ações a serem desenvolvidas dentro do tema, estão a capacitação de lideranças femininas para atuar de forma qualificada nos conselhos gestores de Unidades de Conservação (UC); o incentivo à organização social, por meio de capacitação, com objetivo de induzir à formação de associações de trabalhadoras artesanais e produtos florestais; e capacitação de lideranças femininas para atuação, de forma qualificada, nas instâncias gestoras do Sisnama e SINGRH, entre outras.

Participaram da oficina de sistematização representantes de várias secretarias do MMA, da Agência Nacional de Água, do Serviço Florestal Brasileiro e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

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Carteira Indígena encerra fase preparatória para II Oficina Nacional

22/02/2008 - Lucia Leão - O encontro dos representantes de comunidades indígenas da Amazônia Legal encerrou na última sexta-feira (22), em Brasília, a fase preparatória para a II Oficina Nacional de Trabalho da Carteira Indígena que pactuará, em maio próximo, as novas diretrizes e normas de funcionamento programa. Neste intercâmbio, 20 índios de diferentes tribos da região apresentaram resultados dos projetos desenvolvidos em suas aldeias e discutiram os ajustes que devem ser feitos, especialmente para fortalecer a dimensão ambiental do programa e aumentar a participação dos indígenas na sua gestão.

Os indígenas reivindicam a ampliação da Carteira - que ainda atende uma parcela muito pequena das comunidades - e um melhor suporte técnico para a execução dos projetos. A Carteira Indígena, uma parceria dos ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, financia 45 projetos na Amazônia Legal, que beneficiam perto de 1.700 famílias. São ações voltadas para aumentar a segurança alimentar dessas populações com os recursos naturais dos seus próprios territórios e em consonância com os seus hábitos alimentares e valores culturais.

Foi a este desenho de respeito aos valores culturais e ambientais e efetiva participação dos beneficiários nos processos de tomada de decisão que Ana Flávia Rocha, representante da ONG Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos (ABRANDH) no Conselho Gestor da Carteira Indígena, atribuiu o que ela considera excelentes resultados do Programa. Criado para enfrentar o grave problema de desnutrição entre as populações indígenas os índices alcançam o dobro da média nacional, que já são bem acima do aceitável pela OMS a Carteira Indígena tem um forte componente ambiental, investindo na recomposição de áreas indígenas degradadas, no extrativismo e na produção sustentável de alimentos.
Não é um programa de simplesmente dar comida, mas de garantir a segurança alimentar, um direito assegurado em lei. Os índios são titulares desse direito, que deve ser assegurado pelo Estado. É isso que a Carteira Indígena faz , avalia Ana Flávia. A ABRANDH executa programas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil e integra o Conselho Nacional de Nutrição e Segurança Alimentar (CONSEA).

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Sai resultado da habilitação para concessão florestal em Jamari

21/02/2008 - Seis empresas estão habilitadas a continuar no processo de licitação para concessão florestal em Jamari, conforme anunciado hoje, durante sessão pública de julgamento de habilitação das propostas, que aconteceu na sede do Serviço Florestal Brasileiro, em Brasília.

Após receber e analisar os novos documentos apresentados pelas oito licitantes que participam do processo, a Comissão Especial de Licitação habilitou as seguintes empresas: Amata S/A, Civagro, Porto Júnior, Sakura Madeiras, as empresas componentes do consórcio liderado pela empresa Alex Madeiras e também as empresas representadas pela ZN Madeiras.

A Con&Sea e a Kabajá foram inabilitadas, um vez que apresentaram documentação fora das especificações do edital. O resultado será publicado amanhã no Diário Oficial da União.

Próximo passo - A partir de segunda-feira, dia 25, será aberto prazo de cinco dias úteis para recursos. Expirada essa fase, será marcado o dia para a abertura das propostas técnicas. A previsão é que seja ainda no mês de março.

Para avaliação dessas propostas, além do critério preço, serão avaliados também critérios técnicos, divididos em quatro temas: maior benefício social, menor impacto ambiental, maior eficiência e maior agregação de valor local, conforme a Lei de Gestão de Florestas Públicas. Esses critérios servirão para eliminar, classificar, bonificar as propostas e apontar os vencedores.

Histórico - O processo em questão trata da licitação para manejo sustentável de três áreas dentro da Floresta Nacional do Jamari em Rondônia. Essas áreas foram definidas como próprias para a exploração sustentável de recursos florestais (madeira, óleos, resinas, etc.) pelo Plano de Manejo da unidade aprovado em 2005, pelo Ibama.

A abertura da licitação foi possível graças à aprovação, depois de um longo processo de audiências pública, da Lei de Gestão de Florestas Públicas (11.284/06), que definiu, entre outras regras, que áreas florestais pertencentes à União, estados e municípios não poderiam mais ser privatizadas.
Mas que deveriam ser geridas de três formas: criação de unidades de conservação, destinação para uso comunitário ou por meio de concessões de uso sustentável por até 40 anos, ficando o concessionário responsável pela integridade da área.

 
 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente
Ascom

 
 
 
 

 

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