Panorama
 
 
 

MINC DEFENDE AGILIDADE E RIGOR EM LICENCIAMENTOS AMBIENTAIS

Panorama Ambiental
Brasília (DF) – Brasil
Maio de 2008

27 de Maio de 2008 - Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil - Brasília - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, empossado na tarde de hoje (27), disse que não pretende ser um “carimbador maluco” de licenciamentos ambientais. O ministro defendeu que a agilidade na concessão de licenças não significa a flexibilização da lei.

“Não serei o carimbador maluco. O carimbador da improbidade administrativa. Acho que podemos dar licenciamentos mais ágeis e com mais rigor.”

Como exemplo, o ministro citou que os processos podem tratar de mais de uma fase da obra simultaneamente.

Em coletiva à imprensa, Minc disse que teve longas conversas com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, e que se entenderam muito bem.

“Nossa música é dois pra lá, dois pra cá... Duas licenças, dois parques ambientais. O desenvolvimento vai andar e a preservação ambiental também”, afirmou.

Minc disse que, com a regulamentação do artigo 23 da Constituição, o governo federal vai ter mais tempo para cuidar dos licenciamento “mais espinhosos” e deixar para os estados os processos mais “simples”.

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Lula empossa Minc e diz que preservação da Amazônia não será abandonada

27 de Maio de 2008 - Carolina Pimentel - Repórter da Agência Brasil - Brasília - O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, tomou posse hoje (27). Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a chegada dele, em substituição a Marina Silva, não significa abandono da política de preservação da Amazônia.

“Sai uma mulher que queria preservar a Amazônia e entra um carioca que quer destruir a Amazônia. Como conheço os dois há 30 anos, sei que nenhuma das duas versões é verdadeira. Nem o Minc é um cortador da Amazônia e nem a Marina deixou de levar a sério todas as possibilidade de apresentar o desenvolvimento para aquela região e de permitir, inclusive, que a indústria brasileira pudesse sobreviver fazendo as coisas corretas como têm que ser feitas”, disse Lula ao dar posse a Minc, no Palácio do Planalto.

O presidente destacou que a política ambiental é uma só e deverá ser cumprida. “Não existe política de ministro A ou de ministro B”, afirmou, acrescentando que a legislação será cumprida. “Não iremos passar por cima dela”.

Depois de dedicar a maior parte de seu discurso a elogiar a ex-ministra, o presidente negou que exista uma briga entre eles. “Nossa amizade é inabalável”.

Lula comparou Marina a Pelé. “Você [Carlos Minc] está entrando no lugar do Pelé. É importante lembrar que o Pelé não era insubstituível”, afirmou. “Não estou tirando um estranho e colocando outro estranho”.

O presidente disse que a saída de Marina, a quem chamou várias vezes de companheira, deixa o governo sensibilizado e triste, mas a chegada de um novo ministro é também motivo de alegria.

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Lobão reivindica rapidez e serenidade na concessão de licenças ambientais

27 de Maio de 2008 - Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil - Brasília - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reivindicou hoje (27) rapidez e serenidade na concessão de licenças ambientais para obras de infra-estrutura.

“Não quero com isso dizer que a ministra Marina [ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva] embaraçasse deliberadamente as coisas. Não, ela zelava pelo seu ministério, como vai fazer o novo ministro [Carlos Minc]. Apenas reivindico rapidez e serenidade nas decisões que favoreçam o país. Não estou pedindo nada para mim como ministro, pessoalmente, e sim para o interesse nacional”, disse Lobão.

O ministro de Minas e Energia informou que está agendando uma reunião com Carlos Minc, e que está no “convencimento de que haverá facilidade pelo menos quanto à rapidez da expedição das licenças, ou não”.

As declarações foram dadas antes da posse de Carlos Minc no Ministério do Meio Ambiente, no Palácio do Planalto.

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Greenpeace pede mais empenho do governo para aprovação de santuário de baleias

26 de Maio de 2008 - Da Agência Brasil - Antonio Cruz/Abr - Brasília - A organização não-governamental Greenpeace faz manifestação em frente ao Palácio do Planalto para pressionar o governo a apoiar a criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul
Brasília - Ativistas da organização não-governamental (ONG) Greenpeace realizaram hoje (26) um protesto pacífico e inusitado em frente ao Palácio do Planalto.

Eles tentaram colocar uma baleia inflável de 15 metros de comprimento no espelho d'água em frente ao prédio para pedir que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, se mobilizem para conseguir a aprovar a criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul.

Desde 1999, o governo brasileiro tenta a aprovação do santuário nas reuniões da Comissão Internacional da Baleia (CIB). O santuário impediria a caça em todo o Oceano Atlântico sul, que banha toda a costa do Brasil e da Argentina, o sul do Chile e toda a costa oeste da África.

Segundo a coordenadora da Campanha das Baleias do Greenpeace Brasil, Leandra Gonçalves, o projeto ainda não foi aprovado porque o Japão, que defende a caça às baleias, compra o voto de países pequenos da África que fazem parte da CIB.

“Eles [os japoneses] compram os votos de países africanos, como São Tomé e Príncipe, por meio de subsídios à pesca, como indústrias de gelo”, afirmou. Este ano, a reunião da CIB será realizada em junho, no Chile. De acordo com Leandra, essa será uma oportunidade para o Brasil conseguir os 55 votos de 73 países necessários para a criação do santuário.

“Queremos que o presidente Lula traga mais países para o nosso lado. Queremos que ele traga de fato esses países que estão sendo comprados pelo governo japonês para o lado da conservação”, disse.

Segundo ela, uma alternativa para conseguir esses votos é mostrar que o turismo de observação das baleias, uma atividade praticada no Brasil, rende US$ 1 bilhão por ano.

Os ativistas também aproveitaram o protesto na capital federal para entregar 13 mil assinaturas de brasileiros que pedem mais apoio para a criação do Santuário das Baleias do Atlântico Sul.

“Como já temos dois santuários vamos garantir um corredor migratório das baleias. Esperamos que o presidente e o novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, compareçam à reunião [da Comissão Internacional da Baleia, em junho] e assumam o papel de porta-vozes da vontade da população brasileira. O Brasil pode e deve ter uma atuação positiva e diferenciada na CIB.”

O membros do Greenpeace entregaram o documento com as assinaturas na Presidência da República e nos Ministérios do Meio Ambiente e das Relações Exteriores.

 
 

Fonte: Agência Brasil - Radiobras

 
 
 
 

 

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