Exposição
“Atlântica” estreia turnê no Jardim
Botânico de São Paulo
Mostra está no Museu Botânico Dr. João
Barbosa Rodrigues
A exposição “Atlântica,
dos índios a nós” faz parte das atividades
do Projeto Darwin - Flora e em comemoração
ao Ano Internacional das Florestas, a mostra fotográfica
apresenta 52 imagens da Área de Proteção
Ambiental Capivari-Monos, uma das maiores áreas
verdes cidade de São Paulo, cerca de 1/6 de todo
município. As imagens foram produzidas pelo fotógrafo
e naturalista J. Andrade que visitou a região nos
últimos meses.
Divulgação/Pick-upau |
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Mostra
está em cartaz no Jardim Botânico de
São Paulo. |
Com destaque para a flora, a exposição
apresenta detalhes da Mata Atlântica da região,
classificada como Floresta Ombrófila Densa Montana.
As imagens foram feitas em regiões ainda pouco
habitadas e ao longo da Represa Billings. A mostra foi
produzida em dois idiomas (inglês e português).
Divulgação/Pick-upau |
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Mostra
está em cartaz no Jardim Botânico de
São Paulo. |
Para solicitar agendamento dessa
e de outras exposições da Agência
Ambiental Pick-upau, acesse o site corporativo da organização
ou envie e-mail para contato@pick-upau.org.br
Serviço:
Onde:
Instituto de Botânica/Jardim Botânico:
Av. Miguel Stéfano, 3687 - CEP 04301-902 - Água
Funda - São Paulo - SP
Fone: (11) 5067-6000 - FAX: (11) 5073-3678
Quando:
De 17 de abril a 22 de maio
Horário de funcionamento
Aberto: De terça a domingo e feriados, das 9 às
17 horas.
Quanto:
Estudantes - R$ 1,00
Público em geral - R$ 3,00
Divulgação/Pick-upau |
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Mostra
está em cartaz no Jardim Botânico de
São Paulo. |
Sobre o Museu Botânico Dr.
João Barbosa Rodrigues
Museu Botânico Dr. João Barbosa Rodrigues
foi idealizado Frederico Carlos Hoehne com o objetivo
de complementar a parte educativa do público e
despertar o interesse pela pesquisa em botânica
básica e aplicada. A construção iniciou-se
em 1940 e foi inaugurado em março de 1942 por ocasião
do centenário do nascimento do Dr. João
Barbosa Rodrigues, naturalista de grande expressão
para a botânica brasileira.
Sobre o Pick-upau
O Pick-upau é uma organização não-governamental
sem fins lucrativos de caráter ambientalista 100%
brasileira dedicada à preservação
e a manutenção da biodiversidade do planeta.
Fundada em 1999, por três ex-integrantes do Greenpeace-Brasil
e originalmente criada no Cerrado brasileiro, tem sua
base, próxima a uma das últimas e mais importantes
reservas de mata atlântica da cidade São
Paulo, a maior metrópole da América Latina.
Por tratar-se de uma organização sobre Meio
Ambiente, sem uma bandeira única, o Pick-upau possui
e desenvolve projetos em diversas áreas ambientais.
Acesse: www.pick-upau.org.br
Divulgação/Pick-upau |
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Museu
Botânico Dr. João Barbosa Rodrigues
recebe exposição "Atlântica". |
Sobre o Projeto
Darwin
O “Projeto Darwin” tem como principais características
conhecer e divulgar os atributos naturais e culturais
dos Biomas Brasileiros, com ênfase na Floresta Atlântica
Tropical, incluindo áreas particulares, Unidades
de Conservação e Terras Indígenas.
Além dos inventários biológicos das
espécies predominantes da fauna e da flora (pesquisa),
há o compromisso de sensibilizar o maior número
de pessoas possíveis para tornar viável
o desenvolvimento sócio-econômico das regiões
inseridas no projeto e a preservação do
ambiente. Outro aspecto relevante e diferencial do Projeto
Darwin é o envolvimento de comunidades tradicionais
como a Aldeia Guarani Tenonde Porã.
Acesse: www.darwin.org.br
Divulgação/Pick-upau |
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Auto-retrato
do Dr. João Barbosa Rodrigues. |
Sobre o fotógrafo
J. Andrade, paulistano, nascido em 1976, fotografou para
revistas de turismo de 2002 a 2003, publicando cerca de
150 fotos de natureza neste período. Trabalhou
como repórter fotográfico em 2004 para várias
revistas em São Paulo, é autor da coluna
Visão Ecológica da Revista EcolBrasil e
desde então é fotógrafo independente.
É o responsável pela editoria de fotografia
do Portal Pick-upau – Central de Educação
e Jornalismo Ambiental (www.pick-upau.org.br), desde 2001.
No inicio dos anos 2000 participou de diversas expedições
fotográficas por inúmeros estados brasileiros.
Entre 2007 e 2010 estreou diversas exposições
em Shoppings, Estações de Metrô e
parques em São Paulo, entre elas “Zona Selvagem”,
“Além Jardim”, “Réquiem”,
“Retratos Atlânticos” e “Primavera”.
Em 2010, lançou o livro “Villas - Guarani
M’bya: Tenonde Porã”. Deixou a arquitetura
definitivamente em 2006 e dedica-se preferencialmente
a fotografia de vida selvagem e registro de patrimônios
históricos, artísticos, naturais e culturais.
Divulgação/Pick-upau |
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Peça
histórica de coleta exposta no Museu Botânico
Dr. João Barbosa Rodrigues. |
Sobre a APA
Capivari-Monos
A Área de Proteção Ambiental Capivari-Monos
(APA) é um tipo de Unidade de Conservação,
onde existem terras públicas e privadas, cujos
objetivos são: proteger a biodiversidade, os recursos
hídricos e os remanescentes da Mata Atlântica;
resguardar o patrimônio arqueológico e cultural;
promover a melhoria da qualidade de vida das populações;
manter o caráter rural da região e evitar
o avanço da ocupação urbana na área
protegida. Criada em junho de 2001, a APA possui 25 mil
hectares (1/6 da área de São Paulo) e está
inserida na Reserva da Biosfera do Cinturão Verde
da Cidade de São Paulo e na Reserva da Biosfera
da Mata Atlântica.
Sobre a Terra
Indígena Tenonde Porã
A aldeia Tenonde Porã está situada na região
sul do município de São Paulo (cerca de
60 km do centro), Distrito de Parelheiros, com grande
parte da área indígena às margens
da represa Billings. A comunidade Guarani M’bya
possui apenas 26 hectares, demarcados e homologados em
1987, onde vivem atualmente 170 famílias com cerca
de 900 pessoas. Apesar do crescimento acelerado e desordenado
da região e do contato com a sociedade do entorno,
esta população vem se assegurando como um
povo. Os conhecimentos milenares são passados por
gerações através da oralidade dos
mais velhos, seus rituais, artesanato e da valorização
de sua cultura.
Divulgação/Pick-upau |
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Fachada
do Museu Botânico Dr. João Barbosa
Rodrigues, no Jardim Botânico de São
Paulo. |
Sobre os Guaranis
Os Guaranis M’bya estão em várias
regiões da América do Sul, existem aldeias
na Argentina, Paraguai e Bolívia. No Brasil se
localizam principalmente na região do litoral,
do Rio Grande do Sul até o Espírito Santo
e outras regiões como no Mato Grosso, Mato Grosso
do Sul e Tocantins. São a maior etnia indígena
no Brasil somando aproximadamente 35 mil pessoas. Sendo
um povo bastante religioso tem na execução
de tarefas cotidianas a busca da harmonia com a natureza,
da força espiritual de Nhanderu e do Sol, criado
por ele. Diariamente a comunidade se encontra na Opy,
a Casa de Reza, para cantar, rezar e dançar e os
mais velhos ensinam as crianças o conhecimento
ancestral. Na aldeia, além do cacique, a principal
liderança é o Xeramoi, o nome do pajé
Guarani. Os Guaranis sabem da importância de todos
os seres e que cada elemento da natureza tem um espírito
e buscam parceiros para impedir a destruição
do planeta.
Sobre o FEMA
O FEMA - Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sustentável foi criado pela Lei Municipal nº
13.155, de 29 de junho de 2001, que também criou
o CONFEMA - Conselho do Fundo Especial do Meio Ambiente
e Desenvolvimento Sustentável. Foi regulamentado
pelo Decreto nº 41.713, de 25 de fevereiro de 2002
e pela Resolução nº 02/CONFEMA, de
19 de dezembro de 2002, e destina-se a dar suporte financeiro
a planos, programas e projetos que visem ao uso racional
e sustentável de recursos naturais, ao controle,
à fiscalização, defesa e recuperação
do meio ambiente e a ações de educação
ambiental. Fonte: PMSP/SVMA
Da Redação
Fotos: Divulgação/Pick-upau