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Projeto Aves: Biguá
Alimenta-se de peixes e crustáceos.

BIGUÁ
Nannopterum brasilianus (Gmelin, 1789)
Família: Phalacrocoracidae
Nome em inglês: Neotropic Cormorant

16/10/2019 – Ocorre do sul dos Estados Unidos a Terra do Fogo. Há duas subespécies, somente Nannopterum brasilianus brasilianus ocorre no Brasil, abrangendo todo o país. Também do Panamá para o sul até o Cabo Horn.

Reprodução/Pick-upau

Biguá (Nannopterum brasilianus)



Tem entre 58 e 73 cm. Preto com envergadura de 100 cm. A bolsa gular e a pele facial são amarelas, com fina orla branca; bico longo, delgado, com a ponta em forma de gancho; olho azul; no período reprodutivo o adulto é preto, amarronzado por cima, com penas brancas nas laterais superiores do pescoço; após a reprodução torna-se mais opaco e não apresenta a coloração branca na face e no pescoço; indivíduos imaturos possuem a parte superior cinza ou marrom-fosco e inferior mais clara.

Habita lagos, rios, estuários, manguezais e represas. Não ocorre em alto mar, mas possui ampla ocorrência em água doce e na costa. Frequentam ilhas próximas à costa.

Reprodução/Pick-upau

Biguá (Nannopterum brasilianus)



Alimenta-se de peixes e crustáceos. Não Plana, bate as asas de maneira rápida e contínua com o pescoço obliquamente esticado.

Nidifica sobre árvores em matas alagadas, às vezes entre colônias de garças. O ninho é feito com gravetos e a fêmea põe de 3 a 4 ovos pequenos, verde-azulados e recobertos por uma crosta calcária.

Reprodução/Pick-upau

Biguá (Nannopterum brasilianus)



Durante aproximadamente 24 dias os ovos são incubados pelo casal, que também se revezam no cuidado com os filhotes. Descansam na beira da água, pousados sobre pedras, árvores e estacas. Esticam as asas para secar a plumagem e/ou para à termorregulação. Realizam mergulhos, a 20 metros ou mais e ficam totalmente encharcados.

Projeto Aves realiza diversas atividades voltadas ao estudo e conservação desses animais. Pesquisas científicas como levantamentos quantitativos e qualitativos, pesquisas sobre frugivoria e dispersão de sementes, polinização de flores, são publicadas na Darwin Society Magazine; produção e plantio de espécies vegetais, além de atividades socioambientais com crianças, jovens e adultos, sobre a importância da conservação das comunidades de avifauna. O Projeto Aves é patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, desde 2015.

Reprodução/Pick-upau

Biguá (Nannopterum brasilianus)



Fotos: Pick-upau/Reprodução
Com informações de Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos, 2015; IOC World Bird List, 2018; Moreira-Lima, 2013; Ridgely et al., 2015; Sigrist, 2014.

 
 
 
 
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