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Flamingos com cor mais intensa brigam mais por alimentos
Estudo mostra que aves, em cativeiro, com tom mais rosado têm mais disposição por conflitos à comida

10/06/2020 – Um novo estudo publicado na revista científica Ethology mostra que quanto mais forte a cor de um flamingo, mais agressivo a ave pode ser na hora de buscar alimento. A pesquisa foi realizada pela Universidade de Exeter e do WWT Slimbridge Wetland Center, ambos na Inglaterra.

Vivendo em bandos os flamingos adquirem sua coloração rosada a partir da alimentação de frutas, verduras, algas e camarões. Alimentos que possuem carotenoides, substâncias naturais que dão cor aos alimentos. Por esse motivo, as aves que apresentam cores mais intensas indicam que o flamingo está saudável e pronto para a reprodução, diz o estudo.

Reprodução/Pixabay

 



"Um flamingo saudável, que é um alimentador eficiente - demonstrado por suas penas coloridas - terá mais tempo e energia para ser agressivo e dominante ao se alimentar", explica Paul Rose, da Universidade de Exeter, em nota.

A pesquisa foi realizada em ambiente fechado. Rose explica que estudou o comportamento dos flamingos em situações distintas de alimentação. Em um ambiente pequeno, com comida em uma tigela; em um ambiente maior, também com comida restrita; por último ao ar livre, com alimentos em grandes quantidades.

Reprodução/Maxipixel

 



As observações demonstraram que os flamingos ao ar livre brigavam menos, em relação aos ambientes fechados, o que parece ser algo mais evidente. "Quando os pássaros precisam se reunir para conseguir comida, eles brigam mais e, portanto, passam menos tempo se alimentando", observa Rose.

Segundo Rose, nem sempre é possível alimentar as aves em cativeiro ao ar livre, por exemplo, em países com inverno mais rigoroso, visto que os flamingos são oriundos de regiões tropicais.
"No entanto, este estudo mostra que eles devem ser alimentados em uma área tão ampla quanto possível”, explica o pesquisador.

Reprodução/Pixabay

 



O pesquisador diz que sugerir mudanças em zoológicos e santuários para melhorar a qualidade de vida dos animais é um bom caminho. “Como resultado, ficamos com flamingos mais rosados e relaxados", afirma.

Criado em 2015, dentro do setor de pesquisa da Agência Ambiental Pick-upau, a Plataforma Darwin, o Projeto Aves realiza atividades voltadas ao estudo e conservação desses animais. Pesquisas científicas como levantamentos quantitativos e qualitativos, pesquisas sobre frugivoria e dispersão de sementes, polinização de flores, são publicadas na Darwin Society Magazine; produção e plantio de espécies vegetais, além de atividades socioambientais com crianças, jovens e adultos, sobre a importância em atuar na conservação das aves.

Reprodução/Pixabay

 



Da Redação, com informações da Revista Galileu
Fotos: Reprodução/Pixabay/Maxipxel

 
 
 
 
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