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Pequenas aves marinhas são monitoradas com etiquetas de GPS
Cientistas no Reino Unido usam tecnologia para acompanhar petréis em busca de alimento

16/09/2020 – Um novo estudo que usa etiquetas de GPS relata os resultados sobre o uso desta tecnologia nas menores aves marinhas no Reino Unido, ao longo de vários anos. Os pesquisadores usaram o aparelho para monitorar e descobrir que o petrel-da-tempestade (storm petrel) viaja regularmente por até 300 km em busca de alimento, pelas águas revoltas do Arquipélago de Shetland, na Escócia.

A ave considerada a menor espécie marinha do Reino Unido, pesa de 25 a 30 gramas. Segundo Alex Kinninmonth, chefe da política marítima da RSPB Escócia, a tecnologia foi fundamental para o uso em uma espécie tão pequena. “A adoção dessa tecnologia revolucionária nos permitiu construir um quadro mais completo da vida dessas aves esquivas”.

Reprodução/Wikipedia

 



“Sem essa tecnologia, qualquer tentativa de identificar locais para ações de conservação ou avaliar as ameaças potenciais aos petréis-da-tempestade, seria difícil para esta importante colônia e teria negligenciado esses locais-chave”, completa.

“As aves marinhas da Escócia já estão em apuros e enfrentam um futuro incerto, portanto, expandir nosso conhecimento sobre aonde vão e por que é vital dar a elas uma chance de lutar contra as pressões cada vez maiores dos humanos é importante”, diz Kinninmonth.

“Novas descobertas como essas devem ser levadas em consideração pelos governos, pois regulam a atividade no mar e se quisermos ver uma reversão das tendências de queda da espécie”, conclui.

Reprodução/Wikipedia

 



Os pesquisadores esperavam que as aves voassem sobre as águas, na costa da plataforma continental, a oeste de Shetland, onde foram relatadas grandes concentrações de petréis-da-tempestade, há décadas por pesquisadores em barcos. Contudo, o estudo descobriu que na verdade as aves se concentram em dois outros locais.

O primeiro local ficava a cerca de 110 km, ao sul da colônia e possivelmente seja a área em que as aves usam para se alimentar. A outra área de concentração dos petréis foi nas águas próximas da colônia, onde depois seguiam para seus ninhos ao anoitecer.

O estudo rastreou 42 indivíduos ao longo de quatro temporadas de reprodução, em viagens para forrageamento, que duraram entre um e três dias, viajando aproximadamente 300 km da colônia. Um indivíduo chegou a percorrer 400 km até a costa da Noruega. Os pesquisadores acreditam que a ave saiu do curso durante uma tempestade, mas ele retornou ao ninho em menos de 24 horas.

Reprodução/Wikipedia

 



Os cientistas acreditam que hábitos noturnos dessas aves possam ter induzido as pesquisas anteriores a acreditar que elas tenham perdido sua dependência das águas costeiras.

Existem ao menos 17 espécies de petreis-da-tempestade.
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Criado em 2015, dentro do setor de pesquisa da Agência Ambiental Pick-upau, a Plataforma Darwin, o Projeto Aves realiza atividades voltadas ao estudo e conservação desses animais. Pesquisas científicas como levantamentos quantitativos e qualitativos, pesquisas sobre frugivoria e dispersão de sementes, polinização de flores, são publicadas na Darwin Society Magazine; produção e plantio de espécies vegetais, além de atividades socioambientais com crianças, jovens e adultos, sobre a importância em atuar na conservação das aves.

Reprodução/Wikipedia

 



Da Redação, com informações de agências internacionais
Fotos: Reprodução/Wikipedia

 
 
 
 
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